quinta-feira, 31 de outubro de 2013



Os vampiros são um tema recorrente no cinema de horror. O mais famoso de entre eles é o famigerado Conde Drácula. Aparecendo em um número incontável de filmes ao longo dos tempos, sendo que um fiz referência a um deles faz bem pouco tempo, (Horror of Dracula) o Conde tornou-se na face da sua espécie. Criado pelo britânico Bram Stoker, o mito de Drácula encontraria lugar em dois filmes brilhantes, cada um à sua maneira, e os quais irei comparar aqui mesmo.


Dracula, de 1931


Baseado na peça de 1924, de Hamilton Deane e John Balderston, que por sua feita retira elementos do livro, este filme a preto e branco deu-nos uma das melhores interpretações do senhor dos vampiros, protagonizado pelo actor Bela Lugosi. A estória do filme segue o do livro, embora não totalmente. De qualquer das maneiras, vemos Dracula a capturar e escravizar, via o seu famoso olhar hipnótico, um pobre solicitador de nome Renfield. Conseguindo abandonar a Roménia, o Conde desloca-se para Inglaterra, onde o seu objectivo consiste em transformar a jovem Mina em uma das suas inúmeras esposas vampirescas. Notando que algo de mal se passa, os familiares de Mina contactam um doutor especializado em assuntos paranormais. Aqui entra o destemido Van Hellsing. Este, sem medo, caça o vampiro e, ironicamente (se considerarmos que Drácula foi inspirado pelo verdadeiro Conde romeno, Vlad Tepes o Empalador), impala o vilão, acabando com a sua ameaça de uma vez por todas. A actuação de Lugosi marcou a forma como futuras representações do Conde, foram feitas. Os cenários, embora desprovidos de cor, por se tratar de um filme a preto e branco, evocam, bem, a natureza gótica e bucólica da estória, que avança a passo pausado, mas seguro.





Dracula, de 1992


Mais directamente inspirado pelo romance de Bram Stoker, esta versão de Coppola traz o romance trágico ao de cima. Com a presença de grandes actores, como Keanu Reeves, Antonhy Hopkins e Gary Oldman, por exemplo, este filme foi um sucesso de bilheteira. Isto muito embora, Reeves, pela sua actuação neste filme, tenha sido alvo de ridículo, pela crítica. Tudo, devido, à sua interpretação over the top. Por outro lado, a representação trágica de Oldman, como Drácula, foi magnífica. Oldman conseguiu captar, na perfeição, um conde corroído pela vingança contra Deus e saudoso pelo seu amor perdido. Por sua vez, Hopkins trouxe-nos um austero, mas um pouco lunático, Van Hellsing. A estória, em si, é a mesma de 1931, mas traz-nos um ambiente muito mais trabalhado e sinistro. A forma como nos é apresentada é por vezes crua (as cenas do lobisomem e do morcego são bem representativas disto), mas simultaneamente, consegue ser de uma subtileza incrível. O Tom no qual a estória é contada, passada do lento para acelerado, sem darmos por isso. Tal é a nossa imersão na mesma e nas suas apelativas personagens. Os cenários são fantásticos. Como que tirados de algo fruto da imaginação de Tim Burton. O castelo do Conde, por exemplo, é muito mais decadente e a casa de Mina muito mais elegante. Londres é uma excelente representação de uma cidade recentemente industrializada dos princípios do século XX. Com uma banda sonora magnífica, este Drácula trouxe-nos aquela que, considero pessoalmente, ser a melhor versão do mito do senhor dos vampiros.





Aqui ficam os respectivos trailers de ambos os filmes, para, meu caros leitores, tirarem as vossas próprias ilações.






Escrito por Ivo Silva



Posted on quinta-feira, outubro 31, 2013 by Ivo Silva

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Ressureição Diabólica

Bruce Wayne padeceu aos pés de Darkseid. Para prosseguir com o seu legado, Dick Grayson tornou-se o novo Batman. Durante uma viagem a Inglaterra, Batman, junto com Knight e Squire, dois heróis locais, vão descobrir que o vilão Carvão pretende usar um poço de lázaros (que restitui vida ao morto lá jogado) para fins malignos. O grupo descobre toda uma estória envolvendo Batwoman e a Religião do Crime. Pior que isso, Dick tem que enfrentar o corpo renascido de Bruce. Este “antigo Batman” é como um zombie sem mente e sem dor, o qual apenas é parado quando Dick deixa de pensar nele como um ser humano.




A Noite Cura

Ainda durante a Blackest Night, o vilão Bizarro viaja até Gotham, onde interfere em uma operação da organização de caça ao sobrenatural, conhecida por Shadow. Liderada, ironicamente, pelo monstro de Frankenstein, o grupo tentava capturar o Doutor Langstorm, na esperança de o curar do seu morceguismo. Pelo caminho, surge Solomon Grundy, animado pela energia negra dos anéis Black Lantern. Possuído por uma vontade insana de devorar corações, Grundy trava um combate sangrento com todos. No final, apenas o Sol o consegue parar…




Vive

Alguém alguma vez se perguntou como as famílias dos vilões se sentem perante as actividades criminosas perpetuadas pelos seus parentes? Esta estória responde a tal pergunta. A mãe do infame senhor do medo, Scarecrow, está prestes a colocar um ponto final na sua vida. Envergonhada por não ter tido a força para o criar devidamente, por o ter abandonado quando este ainda bebé, e enojada com as acções homicidas cometidas pelo filho, a mulher não vislumbra outra alternativa, que não a morte. Apenas a rápida intervenção de Deadman a salva do afogamento. Este mostra-lhe os motivos para viver e como nem tudo ou todos são maus.




Justice League Dark


Nascida do New 52, surge a Liga feita para travar as grandes ameaças místicas e sobrenaturais, que a JL não pode. Com Superman, Wonder Woman e Cyborg incapazes de conter o poderio mágico da feiticeira enlouquecida, Enchantress, cabe à Madame Xanadu, reunir um grupo selecto de heróis. Entre eles, temos o fantasma Deadman, o caçador Constantine, a feiticeira Zatanna e o avatar da paz, Dove, por exemplo. Formando a JLD, eles irão conter a ameaça de Enchantress, antes que a sua magia consumisse o Mundo inteiro.


 

Escrito por Ivo Silva


Posted on quinta-feira, outubro 31, 2013 by Ivo Silva

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Cursed Mountain
Versão Wii


Este Survival Horror de natureza e estória invulgar foi lançado a 25 de Agosto de 2009. Surgindo, originalmente, para a Wii, e fazendo uso do seu comando interactivo, Cursed Montain foi, em Fevereiro do ano seguinte, transladado para o PC. Criação da Sproing Interactive, em colaboração com a Deep Silver Vienna, Cursed segue a estória de um jovem montanhista, que procura encontrar o irmão, desaparecido nas escarpas geladas dos Himalaias. Situado nos finais de 1980,acompanhámos Eric Simmons que tenta escalar a montanha sagrada de Chomolonzo. O irmão, Frank, que foi contratado para obter um artefacto sagrado chamado Terma, aparentemente, enfureceu a Deusa da Montanha. 


Agora, cabe a Eric encontrá-lo e esperar que este esteja ainda vivo. Tudo isto, enquanto tenta apaziguar a Deusa. Fortemente inspirado no folclore tibetano e em mitos Budistas, Cursed Montain agraciou os jogadores da época com uma experiência de solidão, só vista em jogos como Metroid, por exemplo. As cidades que visitamos estão, na maioria das vezes, desprovidas de qualquer tipo de ser vivo. Nas encostas geladas e montanhosas, a única coisa que vamos ouvir são os uivos do vento. O jogo tem diversos tipos de armas, desde a picareta, até à mais eficaz, para banir espíritos, Kila. Todas elas têm um propósito e um momento próprio para serem usadas no jogo. Caberá a cada jogador descobrir isso mesmo. Outra coisa que temos de ter em atenção, para além da barra de Eric, é o seu nível de oxigénio. Ao longo do jogo, devemos colectar as garrafas que vão surgindo, de forma a manter este a um nível aceitável. 


Pelo caminho, descobrimos partes do diário de Frank e registos de outros NPC’s, que nos vão colocar a par da progressão da estória, exactamente como acontece em Residente Evil. Graficamente bastante aceitável, com personagens e cenários bem definidos, a única falha de Cursed é o seu gameplay. As batalhas com os fantasmas e demónios da Montanha, que serão os únicos inimigos que encontraremos no decorrer do jogo, podem ser complicadas, em virtude do controlo não fazes exactamente o que pretendia-mos. Por vezes, damo-nos a efectuar um movimento, que inexplicavelmente falha. Temos que recorrer a abanar freneticamente o comando, na esperança, que desta forma consigamos ter sucesso.


 Este, a meu ver, é o principal defeito de um jogo que tem uma excelente atmosfera. É um defeito que poderá afastar os menos persistentes e, não dará vontade, aos restantes de repetir o percurso uma segunda vez. Ainda assim, mais que uma experiência agradável, é uma experiência diferente e satisfatória. Se tem um PC ou uma Wii jogue. Não perde nada.


Escrito por Ivo Silva


Posted on quinta-feira, outubro 31, 2013 by Ivo Silva

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Sangue Romeno

Em plena Segunda Guerra, em um castelo oculto nas profundezas da Transilvânia, um distinto Conde ergue-se, após um longo período de dormência. Ao despertar, verifica que os seus leais súbditos não se encontram a seu lado para o saudar. Descontente com a situação, o Conde, vai descobrir que seus servos estão a ser colocados em campos de concentração pelas forças invasoras alemãs. Ao mesmo tempo, o Sargento Nicholas Fury é destacado, pelo governo norte-americano, para uma missão especial, precisamente nessa área da Roménia. Fury e os seus Howling Comandos vão-se encontrar aliados com o temível Conde. Juntos irão colocar um ponto final nas actividades nazis, naquela área.




A Guerra dos Duendes

David Michelinie e Todd McFarlane deram o pontapé de saída para uma estória das mais memoráveis de Spider-Man. Numa altura em que o Hobgoblin original, Ned Leeds, estava há muito falecido, o mercenário Jason Macendale procurava assegurar essa mesmíssima posição. Desprovido do soro de duende que concedia a Ned a sua força sobre-humana, Macendale vai ameaçar Harry Osborn, o herdeiro do Green Goblin. No entanto, a ameaça à sua família, leva Harry a assumir a identidade de Green Goblin e a iniciar uma feroz batalha aérea com Macendale, sobre os céus de Manhathan. Humilhado por uma derrota improvável, Macendale vai encaminhar-se para o Empire State Building, numa altura em que Nova Iorque estava a sofrer uma invasão demoníaca vinda de um lugar chamado Limbo. Fazendo um acordo com o líder da horda, Nastirth, para obter mais poder, Macendale vai ser enganado. A sua alma é possuída por um demónio menor. Hobgoblin torna-se, realmente, um verdadeiro duende.




Praga Zombie

Esta versão alternativa da Terra era igual a muitas outras do Universo Marvel, com os seus heróis e vilões envolvidos nas suas contendas habituais. Tudo mudou quando, vindo de outra realidade, caiu dos céus Bob Reynolds, também conhecido como Sentry. O guardião dourado trazia consigo uma praga, que depressa se espalhou por toda a Terra, transformando os seus habitantes em zombies comedores de miolos. Alguns mantiveram a sua inteligência, outros regrediram para os seus instintos mais básicos. Spider-man consumiu a carne da sua própria mulher e vive, agora, com o remorso constante de o ter feito. Reed, dos Fantastic Four, contagiou-se a si e aos seus voluntariamente, para satisfazer a sua própria curiosidade científica. Os poucos não convertidos, com o Black Panther, passaram a servir de “carne embalada”, para ser consumida pelos zombies quando lhe aprouver. Este é o mundo de Marvel Zombies.




Night Screams

Como já foi referido anteriormente, os X-Men foram o grupo que mais vezes se encontrou com Drácula. O primeiro de seus encontros ocorreu em Nova Iorque, no número 159 de Uncanny. O Conde tentou tomar Ororo como uma das suas noivas, no entanto, a humanidade de Kitty Pryde salvou a mutante. Esta despertou do olhar hipnótico do vampiro a tempo de ajudar os seus colegas a derrotá-lo. Drácula ressurgiria, uns anos mais tarde, tentando usar Storm e os X-Men como meios de frustrar os planos da sua filha renegada, Lilith. Pelo Meio, o castelo do Conde desmorona-se, com o vampiro preso no seu anterior, mas como bem sabemos, esta não será a última vez que ele assombrará a vida dos mutantes mais famosos do planeta.




Lembrança e ameaça


Sabem como a organização terrorista HYDRA consegui o seu equipamento avançado? Precisamente, do mesmo local de onde surgiu o da Shield. Ambos os lados foram munidos de tecnologia oferecida por benevolentes aliens surgidos em plena Segunda Guerra. O seu azar foi o de se cruzarem com o carniceiro nazi, Von Strucker. Com uma crueldade só abaixo da do Red Skull, Strucker assassinou grande parte dos aliens pacifistas e a união mental que estabeleceu com a rainha destes, deixou-a enlouquecida. O resultado foi o surgimento de aliens malignos que procuravam instigar o ódio e a criação de um quarto Reich. 


Escrito por Ivo Silva

Posted on quinta-feira, outubro 31, 2013 by Ivo Silva

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013


As Aventuras Fantásticas, dos autores Steve Jackson e Ian Livingstone, são livros onde o leitor não se limita a ler, mas antes, é um interveniente activo no desenrolar da estória. Usando um par de dados, o leitor é quem decide quando a aventura irá chegar ao fim, e a bom porto. Tocando múltiplas temáticas, destaco três livros que exploram temas clássicos de horror nas suas páginas. Primeiro, temos a Maldição do Vampiro. Neste livro, devemos salvar uma jovem aldeã, raptada pelo infame Conde Heydrich. O Conde é um vampiro, pelo que cabe a nós, penetrar no seu tenebroso castelo e proceder ao já referido resgate. Este género de jogos assenta em pontos de perícia, que determinam a nossa capacidade ofensiva, pontos de força, que consistem na vida que temos disponível e pontos de sorte, que nos darão jeito para evitarmos certas armadilhas aleatoriamente colocadas. Em Maldição temos os pontos de fé. Estes são úteis na batalha contra os vampiros. Se forem reduzidos a zero, tornarmo-nos serventes destas criaturas. Em segundo, temos Os Cavaleiros da Trevas. Neste livro, viajamos até à pacata vila de Karnstein, depois da Guerra dos 4 Reinos, e deparámo-nos com uma invasão de mortos-vivos. Fantasmas, esqueletos e Zombies erguem-se de suas tombas, para ceifarem a vida dos vivos. Mais uma vez, cabe-nos a nós impedirmos isto e descobrir o que está por detrás deste levantar dos falecidos. A terceira aventura coloca-nos na pele de um auxiliar de arqueologia. O objectivo é encontrar um túmulo no Deserto dos Crânios. A tarefa não parece difícil. O problema é que temos o Rei Múmia, Akharis, pronto para nos impedir. A Maldição da Múmia é um livro mais virado para a acção e cuja estória tem lugar em um tempo mais contemporâneo. De qualquer das maneiras, qualquer um destes livros é uma boa leitura, e todos eles podem ser encontrados, baratos, em sites como a Amazon ou o Ebay.

 

 Escrito por Ivo Silva

Posted on quarta-feira, outubro 30, 2013 by Ivo Silva

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Quais são os maiores adversários de Thor? Eis a pergunta à qual este Top pretende dar a resposta.

Um Top repleto de seres poderosos, alguns deuses, outros não, mas todos capazes de infligir dano num dos mais poderosos heróis do Universo Marvel. 

Boa leitura!




 
Menções Honrosas:






Apocalypse


 


Normalmente, veríamos este vilão como pertencente à galeria de inimigos dos X-Men, no entanto e depois dos eventos de AVX, descobrimos que nem sempre foi assim. 

Nas páginas de Uncanny Avengers, foi revelado um passado de conflito entre Abin Sur e Thor. Apocalypse derrotou o Deus do Trovão em combate, obrigando o orgulhoso asgardiano a fazer algo que não é seu costume, fugir. 

Convencido por Loki, Thor vai usar o perigoso machado Jarnbjorn no mutante celestial e com isso provocar uma fenda na própria realidade.





 Ulik


 


Por baixo de Asgard habitam os Trolls, seres grotescos e rudes. 

O mais poderoso de entre eles é Ulik, um troll com uma força incomum que muitas vezes se testou em batalha com Thor.

Ulik foi uma das primeiras criações de Stan Lee, e por inúmeras alturas, esteve bem perto de vencer o nosso  herói. 

Recentemente, e após a aparente morte do asgardiano na conclusão de Fear Itself, Ulik fez um acordo com o rei dos Trolls, Geirrodur, e com as Nornes, para substituir o Deus do Trovão no coração de todos.

Ulik foi transformado em Tanarus, o novo mestre do relâmpago. 

Foi graças a um rejuvenescido e surpreendentemente benevolente Loki, que Ulik foi revelado e Thor restaurado como o verdadeiro Deus do Trovão.





Wrecking Crew


 


Uma das mais requisitadas equipas de vilões do Universo Marvel, a Wrecking Crew vê no Deus do Trovão o seu maior adversário. 

O seu líder, o Wrecker ganhou as suas habilidades graças à magia de Loki, que o via como mais uma arma para derrotar o irmão. 

Daí até o Wrecker partilhar esse mesmo encantamento com os restantes membros do seu grupo criminoso seria um instante. 

O grupo seria responsável por quase matar a She-Hulk e o Hércules, durante a primeira Secret Wars e a ocupação da Mansão dos Avengers, respectivamente. 

Todavia, a Wrecking Crew nunca bateu Thor.





Juggernaut


 


Outro vilão dos X-Men a vir parar à nossa lista. 

Um vilão cuja força lhe permitiu quase matar um enfraquecido Thor (que apenas foi salvo graças à intervenção atempada dos New Warriors) e resistir a um disparo do Mjolnir na potência máxima. 

As batalhas entre ambos são das mais equilibradas do Universo Marvel.





The Crusader


 


Um dos inimigos mais obscuros de Thor, que fez a sua primeira aparição nas páginas de The Mighty Thor #330 (Vol 1, de 1983), o Crusader procurava banir aquilo que ele via como símbolos da cultura pagã. 

Naturalmente, Thor será o seu alvo inicial. 

Energizado pela sua fé, o Crusader até se vai aguentar bem contra o asgardiano (para um mortal, isto é), logrando feri-lo consideravelmente na primeira contenda entre ambos. 





Absorbing Man


 


Mais um mortal transformado pela magia de Loki, Creel, a.k.a Absorbing Man foi um dos mais complicados oponentes que Thor teve pela frente, desde o primeiro embate de ambos em 1965. 

Capaz de absorver as capacidades dos objectos que tocasse, Creel quase vencia Thor, na fosse a maior astúcia deste último, que forçou o vilão a transformar-se em gás e de seguida o lançou para o espaço.

Tornado num vilão dos Avengers e do Hulk, Creel teria uma vitória icónica vitória sobre um Thor, tendo derrotado o inexperiente Eric Masterson no primeiro encontro entre ambos.





10 - Amora, The Enchantress

 


Esta bela Asgardiana foi aprendiz da Rainha das Nornes, Karnilla. Detentora de uma beleza e astúcias excepcionais, Amora desde cedo soube levar os seus compatriotas divinos. 

Fazendo uso da sua natureza sedutora e da poderosa magia que controla, Amora tinha o que queria em Asgard. 

Tinha tudo, menos o coração daquele que, de facto amava. 

O Deus do Trovão continuava imune a seus avanços, pelo que Amora tornou-se vingativa e amarga. 

Aliando-se ao Executor e a Heinrich Zemo, Amora vai criar as bases para os infames Masters of Evil, uma versão criminosa dos Avengers. 

Noutras artimanhas, Amora vai conspirar, junto com Doom, para eliminar os heróis, durante a Secret War do Beyonder, assim como vai ajudar Loki na concretização de inúmeros dos seus planos.

Ainda assim, não são poucas as vezes em que Amora auxiliou Thor, ajudando por mais que uma vez na libertação de Asgard do jugo de Loki.

Amora apenas deseja o amor de Thor...nada mais, mas também nada menos que isso.





9 - Gorr




Conhecido pelo apelido de God Butcher, Gorr é uma adição relactivamente recente ao roster de adversários de Thor, o que não o torna de todo menos perigoso. 

Responsável pela extinção de inúmeros panteões divinos, Gorr não tardou a vir atrás dos asgardianos. 

De todos, apenas Thor sobreviveu à sua fúria.

Foram precisas duas versões distintas do Deus do Trovão (Presente e Futuro) para conseguir causar mossa num dos primeiros oponentes de sempre de Thor (cronologicamente falando é claro).





8 - The Celestials


 


Criados em 1976 por Jack Kirby, para a revista The Eternals, os Celestials são uma raça de seres espaciais que atingiram um tal nível de evolução, que podem ser considerados como autênticos Deuses. 

Numa primeira análise, os Celestials assemelham-se a cientistas, pois, por todo o cosmo, existem evidências das suas experimentações. 

Pegando em seres vivos inferiores, os Celestials dividiam-nos em três classes. Os não evoluídos, os imortais Eternals e os monstruosos Deviants.

No final, estes Deuses espaciais regressavam para julgar a "viabilidade" do seu projecto. 

Thor cruzou-se com eles, por mais que uma vez. 

Todavia, o encontro mais significativo ocorreu quando o Deus do Trovão se opôs a um dos seus julgamentos. 

Embora, tenha lutado até ao limite das suas forças e visto o seu martelo destruído como consequência disso mesmo, Thor falhou. 

Ainda assim, e graças à atitude altruísta do asgardiano, os Celestials pouparam o dito planeta.





7 - Malekith 


 

 
O vilão principal de Dark World, teve o seu grande momento na épica história iniciada em Thor #341. 

Lá, o elfo das trevas uniu-se a Loki para conseguir obter a Winter Casket, que iria garantir a vitória do seu mestre, Surtur, sobre Asgard. 

Enganado por Loki, que não pretendia a queda de Asgard, Malekith, um poderoso praticante de magia negra, vai sucumbir a um ataque de Kurse, o amaldiçoado. 

Eventualmente, o elfo negro regressa, apenas para ver os seus planos frustrados por Zeus.





6 - Seth


 


Seth é o Deus do Mal egípcio que durante milénios, travou uma luta terrível com o seu irmão Hórus. 

Conseguindo, finalmente aprisoná-lo e tendo obtido de Anúbis , o título de Deus da Morte, Seth pode colocar em prática o seu desejo de eliminar toda a vida do universo. 

A opor-se aos seus planos estava Thor. 

O Deus do Trovão foi responsável pelo amputamento de uma das mãos de Seth, ao que este respondeu convertendo diversos humanos, à beira da morte, em seus servos.

Num de seus actos mais cruéis, Seth marcou o amigo de Thor, Hogun, para morrer.

Supostamente, este apenas sobreviveria se traísse o Deus do Trovão.

Coisa que Hogun não fez.






5 -Midgard Serpent

 
 


Um infame rebento de Loki, a criatura conhecida como Midgard Serpent está destinada a abater Thor durante o Ragnarok, embora perdendo ela também a sua própria vida no processo. 

Com um veneno devastador, a Midgard Serpent apenas falharia na sua missão nas situações excepcionais nas quais Thor logrou quebrar o ciclo infinito do Ragnarok. 

Uma das suas batalhas mais memoráveis teve lugar nas páginas de The Mighty Thor #380.





4 - Ymir / Surtur

 
 


Empatados na quarta posição estão dois dos principais responsáveis pelos múltiplos Ragnarok's que afectaram Asgard. 

Surtur, o demónio de fogo, chegou mesmo a matar Odin, em certa ocasião. 

Ymir, o gigante do gelo, é igualmente perigoso. Uma ou outra vez, Thor teve que os enfrentar, sozinho ou acompanhado pelos seus parceiros Asgardianos. 

O resultado foram vitórias obtidas a ferros.





3 - Destroyer

 
 


Esta armadura sem vida foi criada por Odin para parar os Celestials. 

Eventualmente, foram muitas as ocasiões em que Thor teve que a enfrentar. 

Por duas vezes o Deus do Trovão padeceu mesmo em luta contra ela.

No entanto, e através de determinadas artimanhas, consegui escapar ao destino fatal. 

Contudo, nem sempre Destroyer foi prejudicial para Thor. Foi graças a esta armadura que o asgardiano conseguiu sobreviver à sua luta com a Midgard Serpent e fez Hela retirar a maldição que lhe havia lançado.

Uma variação da Destroyer, chamada Thor Buster vai ser usada pelo Iron Man contra um Thor que na época detinha a Odin Force.





2 - Hela

 
 


Filha de Loki e senhora dos submundos nórdicos. 

Enquanto que Amora cobiça o amor de Thor, Hela pretende ter a todo o custo a sua alma. 

Por diversas vezes, esteve bem perto de a conseguir, mas interferências de outros, impediram-na de o fazer, em pelo menos quatro ocasiões.

 Hela tentou invadir Asgard, múltiplas vezes, mas esbarrou sempre em Thor. 

Numa das aventuras mais memoráveis da década de 80, Hela irá deixar uma cicatriz tão profunda na face do Deus do Trovão que este terá que passar a ostentar uma bela barba de forma a ocultá-la. 

A mesma Deusa da Morte amaldiçoará Thor com ossos quebradiços, enfraquecendo consideravelmente o orgulhoso asgardiano durante um tempo.





1 - Loki

 
 


Como não podia deixar de ser, e sem surpresa para ninguém, o primeiro lugar desta tabela, está reservado para o Deus do Mal asgardiano. 

Loki nasceu da raça dos gigantes do gelo, mas foi criado como filho por Odin. 

Rancoroso para com o irmão, Loki vai tornar-se no feiticeiro mais poderoso de Asgard, como em resposta à maior força física do mesmo.

Com o passar do tempo, Loki tentou conquistar Asgard, tendo sucedido temporariamente algumas vezes neste seu intento. 

Igualmente, o Deus da Mentira tentaria banir e matar Thor, levando inadvertidamente à criação dos Avengers num dos seus planos mais mirabolantes.

Responsável pelos Acts of Vengeance e pelo Siege de Asgard, foi precisamente neste último evento que Loki se sacrificou para salvar Thor e seus companheiros, do ensandecido Sentry, numa atitude bastante altruísta.

Depois desta sua "morte", Loki renasceu como criança e tornou-se num dos membros dos Young Avengers.







Posted on quarta-feira, outubro 30, 2013 by Ivo Silva

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Quem não se lembra deste vampiro, cuja ressurreição foi levada a cabo com Ketchup, em vez de sangue? Em uma tirada mais humorística, mas mantendo a toada assustadora, os britânicos da Thames Television, deram vida ao vampiro Count Duckula. Um vilão recorrente da série Danger Mouse, o Count ganhou a sua série própria em 1988, e agraciou-nos com algumas das aventuras mais pitorescas e rebuscadas de que há memória. Ah, e não esquecer que Duckula, ao contrário dos seus antepassados, não bebe sangue, mas come vegetais.

 

Escrito por Ivo Silva


Posted on quarta-feira, outubro 30, 2013 by Ivo Silva

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