segunda-feira, 11 de dezembro de 2017



 


Lançado pela Square Enix e desenvolvido pela Tri-Ace em 2009 para a DS, Covenant of the Plume é o terceiro título da série Valkyrie Profile. 

O protagonista deste rpg de estratégia é um jovem soturno e consumido pela raiva chamado Wylfred. 

O pai, Thyodor faleceu em combate, tendo o seu espírito sido levado pela valquíria Lenneth que o recrutou para ser um dos guerreiros espectrais de Odin. 

As consequências da ausência de Thyodor não poderiam ser mais desastrosas para a sua família. 


 


A irmã de Wylfred seria levada pela fome e a mãe, não aguentando tamanha dor, endoidece, com a sua mente a retroceder para tempos mais felizes.

Perante todo este cenário trágico e culpando Lenneth pelos infortúnios que se abateram sobre a sua família, Wylfred segue as passadas do pai e torna-se num guerreiro. 
Um guerreiro em busca de vingança. 

Munido da sua espada, da pluma deixada por Lenneth e na companhia do melhor amigo, Ancel, o nosso herói vai-se ver envolvido numa violenta escaramuça junto ao forte de Aullewyn. 

Mortalmente ferido na batalha, Wylfred é salvo pela rainha demoníaca Hel em troca deste a servir e de levar a sua vingança até ao fim, custo o que custar.


 


Wylfred aceita e nesse momento a pluma que transportava consigo (e que pertencia a Lenneth) activa-se, com o protagonista a servir-se da magia da mesma para aumentar vertiginosamente o seu poder, mas com um custo elevadíssimo que implica nada mais, nada menos que o sacrifício de uma alma a Hel.

Para sobreviver a um novo ataque à fortaleza, Wylfred faz o impensável e sacrifica o seu melhor amigo, cuja alma é arrastada para o reino infernal de Hel. 

Ancel é prontamente substituído por Ailyth, uma das servas de Hel, que procurará fazer com que Wylfred volte a usar a pluma corrompida. 


 


Tudo isto no meio de um país arrasado pela guerra civil, no qual os príncipes de Artolia lutam entre si pelo direito de serem o novo rei.

O uso ou não da referida pluma, chamada de Destiny Plume, tem um papel fulcral na conclusão da história e no gameplay. 

Esta facilita bastante os combates, mas faz-lo à custa das personagens escolhidas para a usarem. 

Num jogo com morte definitiva, onde cada passo pode ser o último, o uso excessivo da Destiny Plume pode resultar numa derrota prematura nos capítulos mais avançados, quanto mais não seja devido ao facto de termos uma party reduzida.




Covenant dá-nos a possibilidade de escolhermos entre as três diferentes facções que se degladiam em Artolia, sendo de constatar que tais escolhas são feitas com o decorrer do jogo.

Por um lado temos os rebeldes, liderados pelo cavaleiro Earnest e pela aldeã Natalia, por outro temos os mercenários Darius e Gwendal e por último surgem-nos as forças do velho comandante Heugoe. 

Qualquer que seja a nossa escolha, tal não trará consequências no que ao gameplay diz respeito, mas afectará as personagens às quais teremos acesso. 

Com visão isométrica da acção (ao estilo do brilhante Final Fantasy Tactics), Covenant é um rpg táctico onde as personagens podem atacar individualmente (um ponto de exclamação indica se estão em posição para o fazer ou não) ou em conjunto. 

O chamado Mutual Assist System será bastante útil nas batalhas finais, onde ataques combinados farão imensa mossa na oposição. 


 


De salientar que para além do ataque normal, cada personagem tem um Soul Crush, um movimento que fica disponível assim que os nossos hit points cheguem ao cem. 

A juntar a tudo isso temos a possibilidade de atacar de diferentes lados o que aliado às vantagens de terreno pode permitir-nos causar danos extra no inimigo. 

Convém referir que a cada uma das personagens é atribuído um botão para que esta possa de facto atacar.
Contudo, a nossa party peca por escassa, uma vez que apenas podemos usar quatro personagens por batalha. 

As classes seriam aquilo que poderíamos esperar de um jogo de fantasia medieval, com feiticeiros, arqueiros, guerreiros, cavaleiros, entre muitos outros. 

Existem inúmeros itens que podem ser usados para aumentar o status das nossas personagens ou curá-las. 

Tais podem ser encontrados no campo de batalha (deixados para trás por adversários vencidos) ou comprados nas lojas que existem nas cidades e aldeias que estão à nossa disposição para serem visitadas. 

É nestas últimas que iremos encontrar as tabernas, locais de conversação onde reunimos informações úteis para a história e possivelmente também, desbloqueámos novas áreas alternativas para combater.
 
Com três fins distintos e dois bosses finais diferentes com que lutar, mediante o final obtido, Covenant é um dos jogos mais difíceis que tive oportunidade de jogar na DS. 

Até diria que é possivelmente o mais difícil da série. 


 


A música, composta por Motoi Sakuraba, teve direito a um álbum próprio aquando do lançamento do jogo. 

É uma música épica, mas pesada, bem de acordo com o ambiente soturno do jogo e com a sua negra história. 

O jogo conta ainda com uma introdução bastante boa em fmv logo no início da aventura.

Embora seja muitas vezes visto como a ovelha negra desta popular série de rpgs, Covenant of the Plume é uma excelente adição para o franchise, afigurando-se como um desafio colossal para todos os amantes de rpgs tácticos.






Posted on segunda-feira, dezembro 11, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017



 


A voluptuosa e mortífera ninja fez a sua estreia em Soul Edge, um jogo lançado em 1995 para as arcades. 

A personagem, que tinha 22 anos aquando da sua estreia, irá envelhecer com o avançar da popular série da Namco, tendo actualmente 29. 

Taki marcou presença em todos os jogos do Soul Calibur, na categoria de lutadora seleccionável. A excepção que confirma a regra viria com o Soul Calibur V de 2012, onde no seu lugar teríamos uma outra ninja chamada Natsu, que é nada mais, nada menos que a sua aprendiz. 


 


Também conhecida como Hunter of Darkness, Taki foi criada e treinada por Toki, líder do clã Fu-Ma ao qual ela pertencia. 

Originalmente destacada para caçar dois ninjas renegados acusados do crime de terem roubado a espada sagrada Mekki-Maru, Taki irá descobrir que tal roubo apenas teve lugar porque a dita espada estava a enlouquecer Toki. 

Tentando devolver Toki ao seu estado normal, Taki irá então perseguir a espada que estava a afectar negativamente a Mekki-Maru. 


 


A perseguição pela infame Soul Edge irá vê-la aliar-se à helénica Sophitia. Ambas irão defrontar e vencer o avatar da Soul Edge, o pirata Cervantes. 

Infelizmente, e por ter desobedecido às ordens de Toki, a nossa heroína irá tornar-se numa nuke-nin, isto é numa ninja renegada. 

Eventualmente, Taki será forçada a colocar um ponto final na vida de Toki, nesta altura totalmente corrompido pela espada. 

Originalmente apenas na posse da espada curta, Rekki-Maru, Taki irá passar a usar a Mekki-Maru após os eventos de Soul Edge. 


 


A sua aparência nos Soul Caliburs seguintes irá variar, com Taki a usar por vezes uma máscara facial, assim como uma variante azul do seu icónico fato ninja escarlate/rosa. 

Curiosamente, o referido uniforme azul apenas seria usado uma vez, em Soul Calibur III. 

Mestre na arte do Ninjitsu, Taki serve-se da sua rapidez e de poderosos ninpos para atacar, sendo que o seu derradeiro ataque dá pelo nome de Blades of Vanquishment.




Taki conta com dois finais distintos, um bom e outro mau, tanto em Soul Edge, como em Soul Calibur III, tendo feito a sua última presença num jogo da série em Soul Calibur: Unbrekable Soul, de 2014 (aqui Taki era um dos bosses do jogo). 

A ninja vermelha estaria ainda presente na manga do Soul Calibur e em alguns jogos de cartas lançados no Japão. 


 


Para além disso, e fora do âmbito da série que a viu nascer, Taki teria breves aparições em Tower of Lost Souls, sendo jogável (em parceria com Mitsurugi) no crossover Namco vs Capcom. 

De salientar, que a personagem Master Raven, apresentada no jogo Tekken VII é inspirada por Taki. 

Como Taki, também Master Raven tem um subordinado na figura do ninja Raven.









Posted on segunda-feira, dezembro 04, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 27 de novembro de 2017





Surtur é o maior e mais poderoso dos demónios do fogo que residem no reino de Muspelheim. 

Inimigo mortal de Odin, Surtur é quem trará o Ragnarok, devastando Asgard no futuro fazendo uso da Twilight Sword, uma espada capaz de rasgar o próprio tecido da realidade. 


 


A sua origem será parcialmente relatada nas páginas de Journey into Mystery #97 (Vol 1, de 1963), com o vilão a fazer a sua primeira aparição real no número 104 (em 1964), quando é liberto por Loki sobre Asgard numa trama que pretendia afastar Odin da cidade dourada. 

Junto com o gigante do trovão Skagg, Surtur ameaçava devastar Nova Iorque e só não o fez porque Thor usa a espada do pai para o prender a um asteróide, supostamente até ao final dos tempos. 


 


Este Surtur que aqui nos é apresentado parece um comum demónio e é muito menor do que aquele que veremos daqui em diante. 

Surtur voltaria vez e vez sem conta para ameaçar a Terra e sobretudo Asgard, movido pelo ódio visceral que tinha para com Odin. 

Em 1969, nas páginas de Avengers #61 (Vol 1) seria necessário o esforço combinado dos Avengers e do Doctor Strange para pará-lo a ele e a Ymir, o maior dos gigantes do gelo. 


 


A forma como o fizeram não poderia ter sido mais simples. 

Surtur e Ymir aparentemente auto-destroem-se após colidirem um contra o outro. 

Um ano mais tarde, Surtur reemerge em plena força para devastar Asgard, numa altura em que o maléfico Loki a liderava. 

Derrotando Thor e as restantes forças asgardianas, o demónio apenas será contido pela intervenção atempada de Odin que o vai aprisionar nas entranhas da terra (The Mighty Thor #176-177, Vol 1, de 1970). 


 


Em 1984, Surtur volta em força nas páginas de The Mighty Thor 350 a 353 (Vol 1), com a Twilight Sword na sua mão.

Mais poderoso que nunca, Surtur ataca em múltiplas frentes com as suas forças a invadirem Midgard e Asgard simultâneamente. 

Inúmeros heróis enfrentam as suas hordas, mas será Loki que terá um papel fulcral na eventual derrota de Surtur ao impedi-lo de acender a chama da Twilight Sword (o que iria fazer despoletar o Ragnarok e o fim do universo). 


 


No fim, será necessário, Loki, Thor e Odin unirem esforços para derrotar o demónio, que não irá desaparecer ser arrastar consigo o último. 

Passados cinco anos dessa épica batalha, Surtur volta a ameaçar Asgard, batalhando com Thor (The Mighty Thor #399-400, Vol 1, de 1989).

Será Thor que irá banir Surtur e também Ymir para o Sea of Eternal Night, nas páginas de The Mighty Thor #425, Vol 1, de 1990. 


 


Contudo, Surtur é bastante resiliente e voltaria, sobrevivendo mesmo ao facto de Thor ter acabado com os ciclos de Ragnarok (durante o Avengers Dissassembled). 

Temporariamente isolado dos outros habitantes dos nove reinos, Surtur será banido por Heimdall, o guardião da Rainbow Bridge e substituído como regente de Muspelheim pela filha, Sindr. 

Um dos seres mais antigos dos nove reinos, Surtur é o derradeiro elemental das chamas. 

As suas únicas vulnerabilidades residem no frio extremo (daí outro dos seus inimigos mortais, para além de Odin e Thor, ser Ymir) e na magia. 

Surtur nasceu com Asgard e apenas desaparecerá com a mesma. 





Posted on segunda-feira, novembro 27, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017






Criado por Stan Lee e Jack Kirby, o asgardiano conhecido como Skurge, the Executioner, fez a sua estreia em 1964 nas páginas de Journey into Mystery #103 (Vol 1). 

Filho ilegítimo de um asgardiano e de uma gigante do gelo, Skurge tornar-se-ia inimigo do mais poderoso dos rebentos de Asgard, Thor, o Deus do Trovão. 

Tal inimizade deveu-se sobretudo ao facto de Skurge desejar provar-se aos olhos da bela Amora, the Enchantress. 


 


Totalmente apaixonado por Amora, que não via nele mais do que um mero bruto, um peão a ser usado, Skurge irá confrontar Thor, provando ser um adversário digno. 

Curiosamente o duo seria lançado contra o herói pela acção de certos membros da sua família. 

Falo de Odin, que desejava que Thor regressasse a Asgard e deixasse para trás a mortal Jane Foster, e Loki, que apenas queria a morte do seu odiado irmão. 

Apesar da sua força descomunal e de estar na posse do maléfico machado mágico Bloodaxe, Skurge será batido por Thor. 

De salientar que embora não fosse tão poderoso como o Mjolnir, o Bloodaxe (ou Battle-Axe, como era  chamado inicialmente) permitia ao usuário teleportar-se, emitir rajadas de gelo e concedia um certo grau de protecção física ao usuário.


 


Humilhado por esta derrota, Skurge não tardará a enfrentar Thor novamente, eventualmente colidindo com os companheiros mortais do mesmo em Avengers #7 (Vol 1, de 1964), como parte da primeira formação dos Masters of Evil (que incluíam o Baron Zemo e Amora). 

Volta e meia, cansado do desprezo dado pela Enchantress, Skurge irá tentar a sua sorte com outras mulheres. 

Uma delas, Casiolena, irá colocá-lo contra os Defenders e a própria Amora (Defenders #4, Vol 1, de 1973). 


 


No entanto, tão forte era a sua atracção por Amora que Skurge voltaria para o seu lado, vezes e vezes sem conta, ajudando-a certa vez a atacar Asgard directamente, apenas para ser batido em combate por Balder (The Mighty Thor #260, Vol 1, de 1977). 

Para além de Amora e Zemo, Skurge seria usado por outros vilões, nomeadamente pelo Doctor Doom, pelo Mandarim, por Loki e pelo Grandmaster (como parte da Legion of the Unliving). 

Contudo, Skurge não é apenas um mero vilão.


 


Procurando redimir-se dos seus pecados anteriores, Skurge irá dar a vida para travar as forças de Hela que avançavam sobre Asgard (The Mighty Thor #362, Vol 1, de 1985). 

Skurge passará a integrar os fantasmagóricos Einherjar, auxiliando Thor e outros heróis (como os New Mutants) daí em diante. 






Curiosamente, Skurge não seria o único a ostentar o título de Executioner no Universo Marvel. 

O segundo a fazê-lo seria o mortal Brute Benhurst, que será possuído pelo machado de Skurge (detentor de uma maldade inigualável) e enfrentará o Deus do Trovão em 1989, nas páginas de The Mighty Thor #402 (Vol 1, de 1989). 

A contenda será curta e terminará com a derrota de Brute. 


 


O efeito do  Bloodaxe recairia sobre Jackie Lukus, que o encontrará no apartamento de Amora nas páginas de The Mighty Thor #449 (Vol 1, de 1992). 

Assumindo o nome de Bloodaxe, Lukus irá enfrentar Eric Masterson, um mortal que na época detinha o poder de Thor. 

Lukus tornar-se-ia num dos maiores adversários de Masterson. 

Para além destes dois mortais, por duas vezes foram criados duplos de Skurge. 


 


Amora fá-lo-ia durante a saga Acts of Vengeance para a ajudar na sua batalha contra o Doctor Strange e Clea (em Doctor Strange: Sorceror Supreme #12, Vol 1, de 1989), Hela usaria um contra a Tarene, a.k.a Thor Girl (em The Mighty Thor #43, Vol 2, de 2002) e o último seria criado do nada pelo poderoso mutante Franklin Richards durante a saga Heroes Reborn (de 1997).
 
Leituras Essenciais:

Avengers Annual #1, Vol 1, de 1967 - Skurge enfrenta Hércules, encontrando-se os dois bastante equiparados em termos de força física.

Avengers #7, 9, 10 e 15, Vol 1, de 1964/65 - Toda a primeira temporada de Skurge como membro dos Masters of Evil. 
A sua participação  na equipa terminaria com a morte de Zemo.

The Mighty Thor #260, Vol 1, de 1977 - Skurge e Amora tomam de assalto Asgard e o vilão enfrenta Balder em combate singular. 
O Bloodaxe será destruído pela primeira vez nesta edição.

The Mighty Thor #362, Vol 1, de 1985 - Skurge passa para o lado dos anjos ao ajudar o resto dos seus compatriotas asgardianos na luta contra Hela. 
O Bloodaxe é uma vez mais destruído após Skurge o usar para devastar Naglfar, o navio de guerra da Deusa da Morte. 

Skurge morre nesta edição usando uma arma que se tornaria característica da sua pessoa. 
Duas metralhadoras.

Avengers Classic #7, Vol 1, de 2008 - Nesta história do passado dos Avengers vemos como Skurge estava disposta a dar a vida por Amora.




Posted on segunda-feira, novembro 20, 2017 by Ivo Silva

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017



 


Os maiores heróis da DC (e para alguns das comics) merecem os maiores vilões. 

Não apenas os mais poderosos fisicamente, e terão que o ser se querem lutar de igual para igual com Superman, mas também os mais inteligentes e astutos. 

Aqui estão os dez maiores vilões da Justice League.

Boa leitura!



Menções Honrosas:

Joker


 


Embora normalmente o seu alvo seja o Batman, Joker não coloca de parte atacar alguns dos seus associados. 

Certa vez, o palhaço do crime jokerizou a JL e lançou-a sobre o cavaleiro das trevas. 

Noutra ocasião, o Joker enganou a mascote da League, Snapper Carr, e conseguiu com isso descobrir a localização da primeira base da equipa. 

Joker fez ainda parte de inúmeros grupos de vilões, como a Injustice League ou a Injustice Gang.





Kanjar Ro


 


Ditador do planeta Dhor que mediria forças com a JL em 1961, nas páginas da Justice League of America #3 (Vol 1). 

Seguir-se-iam múltiplos confrontos com a JL e também com o herói galáctico Adam Strange. 

Este pirata sideral foi o responsável por denegrir a reputação de John Stewart (a.k.a Green Lantern) na série de animação. 





Injustice League


 


Originalmente reunidos pelo alien Agamemno, a Injustice League consegui uma das maiores vitórias que alguém conseguiria ter sobre a JL, ao trocar de mentes com os heróis e desta forma descobrir as suas identidades secretas. 

Uma terceira incarnação do grupo, que incluía o Joker, Lex Luthor e Cheetah, iria atacar a JL durante o casamento de dois dos seus membros, o Green Arrow e a Black Canary. 





10 - Despero


 


Um dos primeiros oponentes da JL, Despero é dono de uma força física invejável. 

Isso aliado ao seu vasto poder telepático fazem dele um vilão a ter em conta.

Despero detesta particularmente dois membros da JL: Gypsy e Martian Manhunter. 

Numa das sua derrotas, Despero vai ver o seu corpo passar a ser controlado pelo robot L-Ron. 

O pequeno robot vai juntar-se a uma das equipas da JL, a Taskforce. 





9 - Prometheus


 


O que aconteceria se Batman fosse um vilão? 

Tornar-se-ia em Prometheus, um vilão que estuda os seus oponentes e tem sempre um plano de emergência.

Prometheus derrotou toda a JL no seu primeiro confronto com a equipa, até mesmo Batman. 

Membro da Injustice League de Lex Luthor, Prometheus seria responsável para destruição parcial de Star City e pelos graves ferimentos infligidos ao Red Arrow. 





8 - White Martians


 


Uma raça de seres com todas as habilidades do Superman, mais a capacidade de mudarem de forma, ficarem invisíveis e controlarem mentes. 

Mais ferozes que os seus primos esverdeados, os White Martians já haviam causado grande estrago na Terra milénios atrás, antes de serem banidos para a Phantom Zone. 

Regressados como Hyperclan, os White Martians apenas serão derrotados graças ao uso da sua única fraqueza. O fogo.  





7 - Amazo


 


Capaz de duplicar os poderes de todos aqueles em que tocar, Amazo foi criado pelo cientista louco, o Professor Ivo, para destruir a Justice League. 

É sempre uma incerteza quais as habilidades que Amazo possui. Embora normalmente seja apenas um andróide solitário, a Justice League já teve que lidar com múltiplos Amazos ao mesmo tempo.

Capaz de vencer até mesmo Superman, o andróide não é de todo invencível, tendo sido vencido inúmeras vezes. 

Na linha alternativa da Justice League Nail, Amazo é o responsável pela morte de Hawkman e pela mutilação do Green Arrow. 





6 - Starro


 


O primeiro adversário com o qual a Justice League nas páginas de The Brave and The Bold #28 (Vol 1, de 1960), Starro é um conquistador galáctico que toma planetas através do controlo mental. 

Basta um dos seus duplos se fixar na face de um oponente que a luta terminou. 

Apenas frio extremo ou a distância do Starro principal podem libertar o hospedeiro. 

Por mais que uma vez, Starro logrou em conseguir controlar grande parte da Justice League, sendo batida em duas dessas ocasiões pela Ice (nas páginas de Justice League Europe #28, Vol 1, de 1991) e pelo Batman do futuro (num dos episódios da série Batman Beyond). 





5 - Secret Society


 


Um aglomerado letal de vilões que faria a sua estreia em 1976, a Secret Society foi originalmente criada por Darkseid com o objectivo de agirem como seus agentes na Terra. 

Com o advento da Crisis, a origem da Secret Society foi alterada e esta passou a ter sido fundada por um falso Lex Luthor (mais já a seguir). 

Da Secret Society fizeram parte alguns dos maiores vilões da DC incluindo: Abra Kadabra, Amazo, Bane, Black Adam, Bizarro, Cheetah, Black Manta, Catwoman ou mesmo o Captain Cold.





4 - Lex Luthor


 


O maior dos vilões do Superman e o homem mais inteligente da Terra, Lex Luthor ameaçou inúmeras vezes a Justice League, quer sozinho, quer fundando organizações como a Injustice League ou a Secret Society (na verdade foi Alexander Luthor da Earth-3 Pre-Crisis a fundar esta última).

Lex conseguiria alguns triunfos sobre a League, mas eventualmente seria sempre derrotado no final. 

Curiosamente, Lex é um dos poucos vilões desta lista a ter integrado a Justice League após ter ajudado a livrar o mundo do Crime Syndicate of America.





3 - Crime Syndicate of America


 


O lado reverso da Justice League, proveniente de uma Terra alternativa na qual o mal é sempre triunfante. 

Apresentados originalmente em Justice League of America #29 (Vol 1, de 1964), os seus membros originais consistiam em Ultraman, Superwoman, Owlman, Johnny Quick e Power Ring. 

Normalmente oriundos da Earth-3, que dominam com mão de ferro, o Syndicate irá colidir inúmeras vezes com a Justice League. 

Numa dessas ocasiões mais recentes, o Syndicate logrou derrotar não apenas uma, mas três Justice Leagues. 





2 - Anti-Monitor


 


A manifestação pura da anti-matéria que quase colocou um ponto final no multiverso da DC. 

Foram precisos os heróis múltiplas Terras unirem esforços para travarem o vilão. 

No final e depois de já ter ceifado a vida do Flash (Barry Allen), da Wonder Woman e da Supergirl, o Anti-Monitor acabaria derrotado pelo Superman da Earth-2. 

O vilão regressaria algumas vezes, sempre tão perigoso como na sua primeira aparição em 1985.





1 - Darkseid


 



O governante de Apokolips e um dos mais poderosos vilões que a DC comics tem para oferecer. 

Inúmeras vezes, Darkseid tentou invadir a Terra, apenas para encontrar a oposição da Justice League. 

A versão New 52 da Justice League coloca-o mesmo como o primeiro adversário do novo grupo, ao mesmo tempo que o liga à origem do Cyborg. 

Normalmente quando Darkseid está envolvido, o universo inteiro está em risco. 

Em Final Crisis, por exemplo, seria através do uso do seu ataque mais poderoso, os Omega Beams, que Batman seria morto. 

Darkseid foi criado por Jack Kirby, tendo feito a sua primeira aparição nas páginas de Superman's Pal Jimmy Olsen #134 (Vol 1, de 1970).





Posted on quinta-feira, novembro 16, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 13 de novembro de 2017



 

Em Sensational She-Hulk #10 (Vol 1, de 1989), a golias verde é convidada para comparecer nos escritórios de uma destacada empresa chamada Pseudonix Inc. 

Após ter perdido o seu trabalho como advogada, Jen não vê mal em aceitar a proposta do bilionário Lexington Loopner, o dono da referida empresa que lida com realidade virtual. 

Talvez se trate de uma proposta de trabalho (pensa Jen). 




Lexington oferece os seus serviços de consultadoria de borla em troca de Jen salvar a sua vida que está a ser ameaçada por um cliente revoltado. 

Este último, servindo-se da inovadora tecnologia virtual da companhia, imagina-se imparável, um verdadeiro Superman. 

Na verdade, Clark Finark não passa de um homem normal vestido no mais aberrante dos uniformes, ostentando o nome de Pseudo-Man (um subtil nod a um certo Homem de Aço).


 


Obviamente a She-Hulk não leva tal oponente a sério e tenta encerrar a contenda rapidamente (Sensational She-Hulk #11, Vol 1, de 1990). 

Na verdade, Jen toma essa decisão após perceber que o Pseudo-Man não pretende apenas vingar-se de Loopner, mas também refazer o mundo à sua imagem tresloucada, servindo-se do elmo que lhe dá os poderes para esse efeito. 

No entanto, e embora o seu oponente seja aquilo a que podemos chamar de trinca espinhas, Jen é lançada no ar sem esforço, o que deixa Loopner vulnerável a ser atacado pelo Pseudo-Man. 


 


A surpresa She-Hulk não tarda a regressar e mesmo a tempo de destruir as máquinas de realidade virtual que atormentavam Loopner. 

Este último revela-lhe que o segredo para vencer Finark passa por destruir o elmo, condutor da tecnologia pseudónica.

Loopner revela ainda que o Finark nem sequer é humano, mas antes um alien proveniente do planeta Veegwal e que por mero acaso também é um candidato ao Senado norte-americano. 


 


Entretanto, Pseudo-Man usa o seu elmo para dar vida a formas gigantes do E.T, do Uncle Sam e do Ronald McDonald que usa para atacar o centro de Nova Iorque. 

Pelo meio, Pseudo-Man faz surgir a Enterprise, assim como modifica a estátua da liberdade, tornado-a menos própria para ser vista por menores, e transforma os ratos da cidade em versões distrocidas dos populares roedores da Disney. 

Jen tenta múltiplas investidas, com o objectivo de colocar um ponto final em toda esta loucura, no entanto, apenas logra em ser batida pelo Pseudo-Man uma e outra vez. 


 


Até o seu precioso carro voador é destruído pela visão especial de Pseudo-Man. 

É então que Jen decide inovar na sua ofensiva e literalmente atira lixo na cara do Pseudo-Man. 

Insultado, o vilão atira-se sobre Jen, o que levará a luta do duo para os subterrâneos da cidade. 


 


É lá que Jen usa inúmeros cabos de alta-voltagem para dar um curto-circuito no elmo, colocando um ponto final na breve carreira criminosa do Pseudo-Man e restaurando a cidade ao seu estado normal. 






Posted on segunda-feira, novembro 13, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 6 de novembro de 2017



 


O primeiro número do comic Earth 2 (Vol 1, de 2012) viu esta versão alternativa da Terra ser invadida pelos exércitos de Parademons de Apokolips, liderados pelo New God Steppenwolf. 

Este, a mando de Darkseid, ambicionava anexar a Terra e usá-la como arma na guerra contra os New Gods de New Genesis. 

Como seria de se esperar, as forças de Steppenwolf irão encontrar oposição na figura dos únicos super-heróis desta Terra. Falo de Batman, da sua esposa, a Catwoman, e da filha de ambos, Helena Wayne, a.k.a Robin. 

Para além da bat-família, a Earth 2 contava ainda com a ajuda da Wonder Woman, do Superman e da Supergirl (futura Power Girl), assim como com o auxílio do homem mais inteligente do mundo, Terry Sloan, a.k.a Mister 8. 


 


Dando pelo nome de Wonders of The World, os defensores da Terra vão ter o seu primeiro grande percalço nas páginas de Earth 2 #0 (Vol 1, de 2012) aquando de uma missão que visava libertar inúmeras pessoas que estavam sobre o jugo mental de Apokolips. 

O grupo foi traído por um dos seus. 

Terry. 

Usando um cubo contendo opal kryptonite do seu próprio design, Terry obteve controlo sobre Kal e lançou-o sobre Diana. 

Isto dá-lhe tempo o suficiente para destruir as torres de Apokolips e como consequência disso devastar as cidades onde estas estavam colocadas, ceifando pelo caminho a vida dos cidadãos que os Wonders visavam libertar. 

Nem mesmo Batman será capaz de parar Terry, que foge de seguida para a Ninth Dimenson e fica a aguardar pacientemente pelo final da guerra com Apokolips. 


 


A ansiada batalha final teria finalmente lugar numa Metropolis totalmente devastada, isto depois da morte da Catwoman. 

Os heróis sobreviventes tentam cortar a ligação de Apokolips com a Terra, encerrando os Boom Tubes através de um vírus informático desenvolvido pelo Batman. 

Ao lado dos heróis lutam também os deuses gregos da antiguidade, caindo um a um perante as hordas incessantes de Parademons. 

Como Diana é a última amazona, também Hermes passa a ser o único deus vivo. 

Ainda assim, Batman consegue levar a cabo o seu plano. Apokolips é derrotada pela segunda vez (a primeira derrota teria lugar na Prime Earth), mas com um custo elevadíssimo. 


 


A Wonder Woman vai ser morta por Steppenwolf que fica preso na Earth-2 onde assume o controlo do diminuto país Dherain. 

O vilão cria a criança que nasceu de um breve momento partilhado com Diana, à sua própria imagem, estabelecendo-a como a vilã Fury. 

Superman é capturado, antes dos Boom Tubes fecharem e passará os próximos cinco anos a ser usado pelo New God Desaad, como material genético para a criação de super-clones (Brutaal é um deles). 

Batman, por sua vez, padece na explosão que arrasa com todas as torres de controlo, ao passo que a Robin e a Supergirl são apanhadas por um Boom Tube que as leva não para Apokolips, mas antes para a Prime Earth. 


 


Lá, e devido à existência de um Robin e de uma Supergirl, as duas heroínas alteram as suas identidades para Huntress e Power Girl, enquanto procuram descobrir o caminho de regresso a casa.





Posted on segunda-feira, novembro 06, 2017 by Ivo Silva

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