quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015



     Antigo campeão de Street Fighting tornado Mayor de Metro City, Mike Haggar não é homem com quem se deva mexer.
 Ainda assim, e mesmo sabendo disso, a gangue conhecida como Mad Gear resolveu fazê-lo à mesma ao raptar a filha de Haggar, Jessica. 
Mike aliou-se ao namorado da filha, um tal de Cody, e ao melhor amigo deste, Guy, e iniciou um contra-ataque violento contra a gangue.


 


     É este o pontapé de saída para a estreia de Haggar no mundo dos jogos de vídeo, em 1989, com Final Fight. 
Mike, dono de uma força colossal, marcaria presença nos restantes jogos da série, quer na categoria de personagem seleccionável (Final Fight 2, 3 e Mighty), quer como figurante (Streetwise, Revenge). Haggar participaria, ainda, na série de wrestling da Capcom, infelizmente restrita ao Japão, Saturday Night Slam Masters. 




     A sua ligação à série-mãe de Final Fight, Street Fighter, seria acentuada, não apenas pelas inúmeras cameos que foi fazendo nos cenários ao longo dos anos, mas também pelo facto das sua "jardineiras" serem uma das roupas alternativas do "Red Cyclone" Zangief, em Street Fighter IV. Mike Haggar acabaria por ter, ainda, uma breve participação em uma série animada do Street Fighter, bem como no jogo, que seria cancelado, Capcom Fighting All-Stars.




     Em tempos recentes, o bom e velho Mike regressou à ribalta. 
Após vencer um Death-Match com o seu rival interno, Zangief, o Mayor "aceitou" o desafio e entrou em competição novamente.
 Em 2011, Haggar entrou em Marvel vs Capcom 3, onde o esperavam mais alguns desafios bem, bem difíceis (Hum...Thor, Hulk, Iron Man ou Wolverine...).

Escrito por Ivo Silva

Posted on quarta-feira, fevereiro 25, 2015 by Ivo Silva

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015



     Não existe, a meu ver, melhor confronto em toda a série.
Este embate entre Son Goku e o tirano intergalático, Frieza, é um das lutas mais épica, atrevo-me mesmo a dizer...de todos os tempos.

     Tudo começa com a ida de Bulma, Krillin e Gohan para o planeta Namek.
Os três heróis procuravam obter as Dragon Balls locais, como forma de ressuscitarem o recém-falecido Piccolo e, com ele, o Dragão Terrestre, Shenron.
 No entanto, os terráqueos não eram os únicos a buscarem os artefactos.
As Dragon Balls eram alvo da cobiça do poderoso Frieza e do irascível Vegeta.





     No confronto que se segue e perante a chegada da guarda privada de Frieza, Vegeta vai juntar esforços com Picolo, Krillin e Gohan para os combater.
A luta, inclinada para o lado de Frieza, vai mudar de rumo com a chegada de Goku a Namek.
O poderoso Saiyan, que já tinha vencido, na Terra, Vegeta, desenvencilha-se rapidamente dos soldados e concentra-se em confrontar o seu general.
   
     Frieza, todavia, não é tão fácil de lidar.
Mesmo o potente Ataque de Kai e a Spirit Bomb provam ser incapazes de derrubar este adversário, que possui não uma, mas quatro formas distintas.
Após brutalizar Piccolo, Frieza mata Krillin (empala-o em um dos chifres da sua terceira forma) e Vegeta (com um tiro certeiro ao coração).





     Ao ver os dois valorosos combatentes caírem, Goku enfurece-se como nunca e atinge a forma lendária de Super Saiyan.
 Loiro e a pulsar de energia, Goku lança-se para a batalha, uma vez mais.
 Forçados a irem para além dos limites quer do seu poder, quer da sua resistência, ambos os lutadores acabam sozinhos no planeta (Bulma levou o resto para o interior da sua nave espacial e partiu a mando de Goku).
Sem conseguir superar Goku e aterrorizado pela profecia que referia a sua morte às mãos de um Saiyan, Frieza vai tentar uma última medida desesperada.
Destabilizar Namek e deixá-lo a ponto de explodir.
A luta termina de forma sangrenta com Frieza a ser despedaçado pelo seu próprio ataque e arrasado pelo Super Kamehame de Goku.





     As cenas seguintes mostram-nos um desesperado Goku que tenta, a todo o custo, sair de Namek antes que este rebente.
Aparentemente não consegue...
É revelado, bastante mais tarde, que Goku consegui fugir, usando a cápsula de Vegeta e que Frieza também sobreviveu , para regressar como Cyborg e morrer (de forma rápida) às mãos do Trunks do Futuro.
Mas isso já são outras cantigas, não é verdade?

Este fantástico embate entre Goku e Frieza dura dez episódios, indo do 42 ao 52 do anime Dragon Ball Z.





Posted on terça-feira, fevereiro 24, 2015 by Ivo Silva

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015


Hey Listen!


     Decerto sabem que um remake deste grande título da N64 saiu recentemente para a 3DS.
Em comemoração deste facto, dois devotos fãs da série tomaram para si a árdua tarefa de elaborar uma comic que conseguisse captar os momentos chave do jogo.
Da mente criativa de Joel "Chan" Sousa, com um modesto auxílio de Ivo Silva, surge esta visão intimista de Majora's Mask.
A comic será aqui colocada em Inglês, mas para quem prefira a língua de Camões é só consultar o blog meusjogosds.blogspot.pt.
Esperámos que gostem.

:)









Posted on quinta-feira, fevereiro 19, 2015 by Ivo Silva

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

     
     Fevereiro não é apenas o mês dos namorados ou do Carnaval, é também altura do lançamento de mais um Zelda. É certo que não é nenhum jogo novo, mas apenas um remake de um antigo. T
ambém é verdade que esta bela ilustração, do nosso já conhecido Joel Chan, não está relacionada com esse Zelda específico que irá sair para a 3DS, mas não deixa de pertencer à série.

     Mais, é uma ilustração de Tetra e seus piratas. 
Quem, daqueles que jogaram Wind Waker, não gostou desta versão da princesa Zelda? Bem merecia um jogo, não acham?

Para verem mais desenhos de Joel Chan é só seguirem o link:  http://joelchan.deviantart.com/gallery/

:)

Escrito por Ivo Silva


Posted on terça-feira, fevereiro 17, 2015 by Ivo Silva

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015




     Com o Dia dos Namorados aí tão perto, nada como um novo Top de Casais.
Dentro da mesma onda do ano passado, onde abordámos os "Casais Perfeitos" nas Comics (ver http://culturaeartepop.blogspot.pt/2014/02/top-10-casais-perfeitos-das-comics.html), desta vez vamos abordar os "Falhados".

     O Top vai incidir naqueles casais que, apesar de toda a sua paixão não conseguiram singrar.

     Não pretendo, com isto, desmoralizar ninguém. :)







10 - Wonder Woman e Steve Trevor




     Começámos este Top com um dos pares mais antigos das Comics. Nas páginas de All Star Comics #8, no distante ano de 1942, Steve Trevor, um piloto americano, foi salvo pela princesa das Amazonas, Diana Prince.

O primeiro estrangeiro a pisar o solo de Paradise Island, Trevor foi, também, o primeiro homem que Diana conheceu. Eventualmente, Diana iria deixar as suas companheiras e acompanhar Steve no seu regresso aos States.

Diana assumiria, não apenas a identidade heróica de Wonder Woman, mas também um relacionamento amoroso com Trevor.
O Advento do New 52 acabaria, contudo, com esta relação. Diana passaria a ver Steve como um grande amigo, para desgosto do militar e iniciaria um relacionamento surprendente com Superman.


9 - Superman e Lana Lang




     Tal como o número anterior, voltámos a falar de um primeiro amor.
A bela ruiva Lana Lang foi a primeira namorada de Clark Kent nos seus tempos de adolescente passados na pequena cidade de Smallville.

      No entanto, e com a partida do Homem de Aço para a Metropolis, esse romance vai-se desfazer. Na mini-série World of Smallville, Kent encontra-se uma última vez com Lana, antes da sua partida. Revelando que não sente mais do que uma forte amizade por ela, Clark despede-se com um beijo. Lana fica destroçada e passariam anos até se voltar a recompor, eventualmente casando com Pete Ross.



8 - Wolverine e Jean Grey




     Esta dupla explosiva conheceu-se em 1975, após os eventos de Giant Size X-Men #1.
Jean Grey, que na época era namorada de Scott Summers (também conhecido por Cyclops), sentiu-se imediatamente atraída pelo feroz mutante.

    Logan não se fez rugado e tentou a sua sorte, para desagrado de Summers. Contudo, Jean acabaria por escolher permanecer com Cyclops, eventualmente, casando com o mesmo.



7 - Batman e Talia Al'Ghul





    Com a excepção de Catwoman, Talia foi a primeira mulher a fazer Batman perder a sua compostura.
A atracção inegável entre ambos fez com que Wayne esquece-se o facto de Talia ser filha, e herdeira, de um dos seus maiores inimigos.

     Da breve noite que passaram juntos nasceu Damian Wayne, todavia, esta era uma relação condenada ao fracasso. A sombra da Liga dos Assassinos iria sempre pairar sobre ambos...



6 - Spider-Man e Black Cat




     A enigmática Black Cat não teve muita dificuldade em ganhar o afecto de Spider-Man.
Antes do seu primeiro encontro, em Amazing Spider-Man #194, de 1979, Parker estava a passar por uma péssima fase no que a relações dizia respeito.

     A personalidade extrovertida de Felicia Hardy fez com que Parker inicia-se um relacionamento, e parceria, com a ex-ladra. Embora tivessem tudo para dar certo, havia um pequeno problema.
  Hardy não estava interessada no homem por detrás da máscara.

     Ela amava, única exclusivamente, Spider-Man e não Peter Parker. Isso, associado com o regresso de Mary Jane, levou a que o Parker termina-se a relação.



5 - Arsenal e Cheshire




     Mais um relacionamento assente na paixão. Uma relação destrutiva, logo desde o seu início, entre um herói, a recuperar-se do vício das drogas, e uma assassina sem remorsos. O único aspecto positivo foi o nascimento da pequena Liam.

     Embora Roy Harper (Arsenal) estivesse apostado em fazer a relação singrar, a verdade é que o mesmo não pode ser dito em relação a Jade (Cheshire).
A sua profissão por e simplesmente impedia que tivesse uma vida normal, pelo que Jade irá deixar Liam ao cuidado de Harper e desaparecer...



4 - Daredevil e Elektra




     Podemos dizer que foi a morte do pai de Elektra a razão para o afastamento entre ela e Matt. Enveredando pelo caminho da vingança, Elektra regressaria a Nova Iorque como uma mortífera ninja do clã assassino da Hand.

     Actuando como enforcer para Wilson Fisk, Kingpin, Elektra depressa entraria em conflito com Matt, o heróico Daredevil.
 Descobrindo que era Matt por detrás da máscara do demónio, Elektra vai desobedecer às ordens de Kingpin  e acabará por morrer às mãos de Bullseye.

     Elektra seria ressuscitada, anos mais tarde, pela Hand, todavia, o seu reatar do seu romance com Daredevil sempre esteve condenado.
O caminho sangrento que a bela Elektra Natchios escolheu, encarregou-se disso.



3 - Hal Jordan e Star Sapphire




     Carol Ferris começou como a patroa de Hal Jordan, na companhia de aviação Ferris.
A natureza impetuosa de Jordan colidia de frente com a mais séria Carol.
No entanto, a atracção era óbvia e ambos acabariam por iniciar um tumultuoso namoro.

     As constantes aventuras espaciais de Hal, como Green Lantern, associado à transformação de Carol na, inicialmente vilã, Star Sapphire vão provocar mossas irreparáveis na relação.
Carol tomada a decisão, dolorosa, de terminar a relação.

     Actualmente, Hal passou a dedicar-se, por inteiro, à Green Lantern Corp, enquanto que Ferris começou um novo relacionamento com Kyle Rayner, o White Lantern.



2 - Monster Girl e Robot




     O mais improvável dos relacionamentos começou lento.
O jovem génio, Robot, curou Monster Girl dos efeitos secundários que a sua transformação trazia (cada vez que assumia a forma de Monster, a jovem rapariga ficava mais nova).
Isso ajudou na aproximação de ambos.

     No entanto, seria a estadia em uma dimensão alternativa aquilo que os iria finalmente fazer ficar juntos.
 O regresso de ambos à Terra, todavia, acabaria por os afastar.
A traição de Monster Girl (com uma alien feminina ), bem como o recente plano de dominação global, levado a cabo por Robot, seriam as gotas de água que acabariam com este conto de fada.



1 - Scarlet Witch e Vision




     A feiticeira mutante e o homem artificial seriam protagonistas de um dos maiores, e melhores, romances da Marvel Comics.
Wanda iria apaixonar-se, não pelo físico, mas antes pela "alma" de Vision. O sintozóide, cuja mente havia sido moldada apartir da de Simon Williams (o heróico Wonder Man, na época falecido), vai conquistar, com o seu romantismo, o coração da jovem mutante.

     Ambos iriam casar e ter dois filhos, antes do Mundo começar a cair à sua volta.
Vision iria ser capturado e desmantelado pelos governos mundiais.
A sua reconstrução, levada a cabo por Hank Pym, vai torná-lo mais frio e inumano (a ausência dos padrões mentais de Williams também vai ajudar a isso mesmo).

     Tudo isto, associado à revelação de que os filhos não passavam de uma mera manifestação dos poderes de Wanda, vai conduzir a um violento breakdown mental, que levará, por sua vez, à "destruição" dos Avengers.
 O próprio Vision será destruído por uma She-Hulk controlada pela feiticeira insana.
Wanda eventualmente irá recuperar a sua sanidade, mas o perdão de um renascido Vision não viria com ela.

Que acharam deste Top?

Gostaram?


Escrito por Ivo Silva

Posted on quinta-feira, fevereiro 12, 2015 by Ivo Silva

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

     Aproxima-se a passos largos mais um Dia de São Valentim. 
Como tal, e dentro do que já se fez no ano passado, vou-vos mostrar, estimados leitores, um breve vislumbre sobre alguns dos romances do Universo Marvel.


     Estes não são, contudo, os vossos típicos romances...são, à falta de melhor expressão, romances invulgares.


Dr. Octopus tenta casar-se com a Tia May



     A história "My Uncle ... My Enemy", contada nas páginas do nrº 131 de Amazing Spider-Man (vol 1), de 1974, traz-nos um dos momentos mais insólitos na vida do aracnídeo. 
Spider-Man vai deparar-se com a sua tia prestes a se casar com um dos seus maiores inimigos, nada mais, nada menos que o maquiavélico Dr. Octopus. 
Antes que Peter pudesse fazer algo para impedir esta união, éis que a providência se encarrega de o fazer. 




     Hammerhead, outro dos vilões do aranhiço e rival de Ock, impede a oficialização do matrimónio. No chaos que se segui, Ock escapa, levando May Parker consigo. 

Com Spider-Man e Hammerhead no seu encalço, Dr. Octopus leva May para uma ilha no Canadá. A tal ilha não só era rica em uránio, como também dispunha do seu próprio reactor nuclear (totalmente operacional, por sinal). 




     Neste momento, tanto Peter como os leitores se perguntavam sobre qual seria o motivo de Ock para insistir tanto em casar com uma mulher muito mais velha.
 Esta ilha era a razão. Este pequeno pedaço de terra canadiana, bem como todo o seu contéudo, pertenciam a May Parker como parte de uma herança.

      Contudo e apesar dos seus esforços, a história não termina bem para Octavius. O reactor nuclear explode, aparentemente, matando Octopus e Hammerhead. Só o aranhiço logra fugir, com a tia desmaiada ao seu lado.



Tentando seduzir o Captain America




     Rachel Leighton, também conhecida como Diamondback, era membro integrante do grupo criminoso, Serpent Society, quando teve o seu primeiro encontro com Steve Rogers, nas páginas do nrº 310 de Captain America, de 1985. 
Diamondback teve a oportunidade de matar Cap, mas, totalmente "apanhada" pelo nobre herói, hesitou.

 Os dois voltariam a se encontrar e, desta feita, combinar esforços, em Captain America nrº 318, durante a perseguição ao Scourge of the Underworld. 
Não seria a última vez, seguir-se-iam Viper, Baron Zemo, Crossbones e até Red Skull. 




     Por essa altura já Steve começava a acreditar que Diamondback queria, de facto, começar a ter uma vida mais honesta. 
Com o sentimento, entre ambos, a crescer, Rogers e Rachel iriam sair, finalmente, em um encontro que culminaria em um beijo caloroso na escadaria da antiga casa da família de Diamondback. 
Quem diria?



O Criador e a Criação



     As páginas de Mighty Avengers testemunharam algo deveras invulgar, mesmo pelos padrões das Comics.
 Hank Pym, membro fundador dos Avengers, tinha regressado à Terra após um longo período de cativeiro nas mãos dos Skrulls (Secret Invasion). 
O que ele vai encontrar não deixará, de todo, agradado. 

A ex-esposa, Janet Van Dyne (Wasp) e Steve Roger mortos, a Mansão abandonada e os Avengers sob a alçada de Norman Osborn, um conhecido criminoso. 
A sua mente que já não era a mais estável, vai quebrar um pouco.
 Pym, que passará a actuar como Wasp (em Mighty Avengers nrº 21), em honra de Janet, vai activar um andróide desenvolvido por uma das suas criações, Ultron.




      O andróide, em questão, é Jocasta. 
Esta detém os padrões mentais de Janet, pelo que Pym e a IA começam um relacionamento (que apenas não parece esquisito para Jarvis, o mordomo). 
No entanto, e como já referi, Pym não é das pessoas mais estáveis. 

A relação acaba com a pobre Jocasta a descobrir, nos nrsº 35 e 36, de Mighty Avengers, que não passou de um meio do qual Pym se serviu para tentar resgatar a consciência, ainda viva, de Janet. Doido, não?

Têm alguns romances loucos para partilhar?


Escrito por Ivo Silva


Posted on quarta-feira, fevereiro 11, 2015 by Ivo Silva

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

     A última mulher de Krypton tem uma estranha vida amorosa.
Desde possíveis relacionamentos com o primo ou versões alternativas do mesmo, até um espinhoso namoro com um tal de Power Boy, de Apokolips. 
Mas o melhor mesmo é verem, e lerem, com os vossos próprios olhos.

Primos?

     Inúmeras comics da Silver Age brincaram com a possibilidade de ambos os sobreviventes de Krypton serem os parceiros ideais um para o outro. 
Por exemplo, em Action Comics nrº 260 (vol 1), Kara fez-se passar por Mighty Maid e beijou Kal de forma muito convincente, numa tentativa deste, de fazer cíumes a Lois Lane.




      Querem outro? 
Action Comics nrº 289 (vol 1) colocou Superman a expressar o desejo de ter alguém. Esse alguém, seria, nem mais, nem menos que a sua própria prima.
 Kara, ouvindo isto, trata de arranjar uma solução, que passa por uma "duplicata" sua, em um planeta distante. 
Contudo, seria nas páginas de Supergirl, no nrº 79 para ser mais preciso, que ambos iriam dar o nó e, efectivamente, consumar a relação...ou pelo menos assim parece. 




Esta Supergirl não é kryptoniana, mas antes uma terráquea, com poderes, chamada Linda Danvers. Para além de não ser prima do Homem de Aço, ela provêm de uma outra realidade (A New Earth, que antes do New 52 era a Terra principal do Universo DC). 
Como ela foi lá parar? Acidentalmente trocou de lugar com a Supergirl daquela lugar, essa sim, prima daquele Superman. 




Nota: A Terra onde Linda "aterrou" era a Earth 1, do Universo DC pré-Crisis.


Romance em Kandor?

     Na sequência dos eventos de Infinite Crisis, uma recém-chegada Supergirl e a sua contra-parte da Earth 2, Power Girl, assumiram as identidades de Flamebird e Nightwing, respectivamente, na sua luta para libertarem a cidade engarrafada de Kandor (ou pelo menos uma versão alternativa dela) das mãos tiránicas da Saturn Queen e do seu filho, Ultraman (versão pré-Crisis do Superman da Earth 3). 




     Após um breve confronto com Ultraman, Supergirl vai-se ver dominada pela influência telepática da Saturn Queen. 
Sob o efeito dessa mulher, Kara trai Power Girl e quase casa com esta versão maléfica do seu primo. 

     Supergirl, contudo, consegue libertar-se do jugo mental e, juntamente, com Power Girl derrotam Ultraman. Kara poupa a vida ao vilão, após obter uma informação preciosa acerca do seu passado, deixando Kandor sob o controlo da Saturn Queen, para o desagrado de Power Girl (Ver Supergirl nrº 6 a 8 vol 3).


O Rapaz de Apokolips

     Kara tinha acabado de chegar à Terra. Sem amigos e sob a sombra imensa do legado de seu primo, Supergirl tentava, desesperadamente, estabelecer ligações. 
Depois de tentativas falhadas com os Teen Titans, Justice League, Power Girl e Superboy, a Rapariga de Aço tenta os Outsiders, de Nightwing (Dick Grayson). 

     No entanto, e após uma missão que corre muito mal, Kara encontra uma alma gémea, em um estranho rapaz. Este Power Boy, que parece uma versão masculina da Power Girl, surge em Supergirl nrº 11 (vol 3) e acompanha-a nos números seguintes. 




     Agindo como parceiro/namorado de Kara, Power Boy tem um ataque MUITO violento de ciumes, quando Kara vai visitar um amigo ao Hospital. 
Na batalha que se segue, no nrº 15, uma furiosa Supergirl espanca Powerboy e faz-lo desejar nunca a ter conhecido...como a imagem acima vem demostrar.

     Conhecem mais alguma aventura romântica de Kara?
E a história do Cavalo Comet já foi falada, por isso não vale (ver Grandes Momentos DC # 1 ).

Escrito por Ivo Silva

Posted on sexta-feira, fevereiro 06, 2015 by Ivo Silva

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015




     Bebendo a sua inspiração de séries como Ninja Gaiden e Shinobi, Ninja Five-O foi um dos grandes jogos lançados para a consola portátil da Nintendo, em 2003, a Game Boy Advance. 

Este título desenvolvido pelos estúdios da Hudson, passaria despercebido por muita gente, devido às pobres vendas que teve na altura do seu lançamento. 
Todavia, hoje em dia, consegui atingir um estatuto de jogo de culto, sendo muitíssimo procurado por coleccionadores de jogos GBA, por esse Mundo afora. 




     O jogo, que é conhecido na zona PAL por Ninja Cop, é um side-scroller que coloca o jogador na pele do jovem ninja, Joe Osugi. 
Este, para além de ninja, é polícia e tem por missão salvar reféns, ao mesmo tempo que tenta desmantelar uma perigosa célula terrorista.
Esta é uma premissa simples em um jogo no qual a história, de facto, não é, de todo, o mais relevante. O que importa aqui é o gameplay e o layout dos níveis em si. 

     Joe controla-se magnificamente. Os seus movimentos são graciosos e precisos. 
A única coisa que poderá demorar, ao jogador, habituar-se é a corrente que o jovem ninja usa como forma de, não só se movimentar pelo cenário, mas também, de aceder a áreas inacessíveis e evitar  as muitas armadilhas espalhadas pelos níveis. 




     No entanto, com o tempo e a prática, o jogador depressa se adaptará à dita corrente, pelo menos se quiser ter sucesso nesta aventura. 
Para além da indispensável corrente, Joe possui uma arma de curto alcance, a espada, que lhe permite eliminar a maioria da oposição. Um ataque rodopiante, à la Samus, é particularmente eficaz se nos virmos rodeados de inimigos, por exemplo. 
     
     Temos à nossa disposição um projéctil, na forma de shurikens. Podemos fazer o power-up dos mesmos durante o jogo, o que aumentará o seu raio de alcance e força. 
Os ditos power-ups são visivéis pela mudança da cor no traje do herói (azul para normal, vermelho e verde para os upgrades). O único senão está no facto do power-up se perder, não apenas se a nossa personagem for atingida, mas também sempre que iniciarmos um novo nível. 

     E falando nos níveis. Em Ninja Five-O temos três áreas, com dificuldade variável, disponíveis para selecção logo desde o início.



   
      Cada área tem quatro níveis, sendo que esse último culmina numa luta com um Boss. 
Os Bosses, bastante imaginativos, possuem padrões fáceis de assimilar e acabam por constituir a parte mais fácil, de ultrapassar, do jogo em questão. 

     Os gráficos são razoáveis, embora não sejam do melhor que se possa ver na portátil. O mesmo vale para a música que assenta, quase sempre numa só melodia. 
De qualquer das maneiras, Ninja Five-O é um daqueles jogos no qual o que importa é a jogabilidade e esta é, sem sombra de dúvida boa. 
Uma experiência curta mas extremamente satisfatória e aconselhável.


Escrito por Ivo Silva 


Posted on quarta-feira, fevereiro 04, 2015 by Ivo Silva

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

     I'm your man é umas das melhores e mais conhecidas canções de Leonard Cohen. 
A voz rouca do fabuloso cantor, bem como o ritmo lento no qual  a música decorre, faz com esta alcance, muito facilmente, o coração de quem a ouve. 
Alcançou o meu.
E o vosso?



Escrito por Ivo Silva

Posted on segunda-feira, fevereiro 02, 2015 by Ivo Silva

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