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terça-feira, 21 de novembro de 2023

 

 

 

O Boss final do primeiro Final Fight (1989, Arcade), Belger é o líder da organização criminosa conhecida como Mad Gear, que domina o submundo de Metro City. 

Como forma de tentar controlar o mayor da cidade, o antigo wrestler e street fighter Mike Haggar, Belger vai raptar a filha deste. 

 

 

 

Contudo, e em vez da esperada obediência, o chefe criminoso vai ter que se haver com a fúria de Haggar, Cody e Guy, num confronto que o fará ser projectado da janela do seu próprio edifício. 

Embora seja perfeitamente capaz de se mover sem o auxílio dela, Belger gosta de usar uma cadeira de rodas motorizada, talvez por lhe permitir uma deslocação mais rápida. 

 

 

 

Para além disso, serve-se de uma besta para atacar os seus oponentes à distância. 

Apesar ter morrido canonicamente no final do jogo, Belger reaparece muitas vezes como figurante em determinados cenários e finais do Street Fighter. 

 

 

 

A personagem voltaria a aparecer em Mighty Final Fight (1993, NES), num jogo com uma história ligeiramente alterada, mas que não deixa de ser um remake chibi do primeiro Final Fight. 

Em Mighty, Belger, agora um cyborg (em todo o seu lado direito) rapta Jessica Haggar, a filha de Mike, por estar apaixonado por ela. 

 

 

 

O resultado é o mesmo que no primeiro jogo, a sua derrota. 

Desta feita, o vilão não cairá para a sua morte, mas antes irá explodir. 

De salientar que neste jogo, no qual ele também é o boss final, Belger não usa uma cadeira de rodas, nem uma  besta, atacando antes fazendo uso do canhão que tem embutido no seu braço biónico, à la Mega Man. 

 

 

 

Belger irá regressar, também como boss final, em Final Fight Revenge (1999, Arcade). 

Surgindo aqui como um zombie, que se serve das suas próprias entranhas para atacar, Belger procura vingar-se do trio de heróis que provocou a sua morte em 1989. 

 

 

 

O nível no qual ele luta não podia ser mais diferente ou macabro em relação à sua mansão no original. 

Aqui Belger luta no cemitério, ou não fosse ele um zombie, como já foi dito acima. 

 

 

 

Tirando a sua aparição no desenho-animado do Street Fighter (1995-1997), Belger não faria mais nenhuma aparição relevante em novos jogos da Capcom, embora o seu irmão, Bella, surja como o boss final numa das sequelas de Final Fight, nomeadamente, Final Fight Streetwise (PS2 e XBox, 2006). 

Belger tem a particularidade de ter um percurso muito similar ao de Geese Howard, o vilão principal do Fatal Fury. 

Ambos são líderes de um quartel criminoso e foram projectados do topo dos seus respectivos edifícios no final do primeiro jogo no qual apareceram. 

Geese também voltará numa figura zombificada, o chamado Nightmare Geese, após a sua aparente morte em Fatal Fury 1 (embora a primeira aparição deste Nightmare, em Fatal Fury Special, não tenha essa aparência tenebrosa). 

Também Geese tem um irmão, Wolfgang Krauser, que surge mais tarde como boss final noutro jogo da série. 

 

 

 

Posted on terça-feira, novembro 21, 2023 by Ivo Silva

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014



Seja qual for a cultura, seja qual for o país, todos eles partilham, no seu fascínio pelo oculto, da existência de casas assombradas por espíritos que já partiram deste plano terreno de existência. O termo “casa assombrada” não é exactamente o mais correcto. Local é, contudo, o mais adequado. 
 
Ora, é partindo desta premissa que, a poucos dias da celebração de mais um Halloween, vos pretendo mostrar, caros leitores, em como esta temática das assombrações influenciou o mundo dos jogos de vídeo. 


 



 A primeira incursão na cena das casas-fantasma, ocorreu no distante ano de 1972. Inserido num mash-up de jogos, Haunted House, veio com aquela que é considerada como a primeria consola doméstica, a MagnaVox Odyssey. 
Com personagens que não eram mais que dots luminosos e sem gráficos propriamente ditos, Haunted House era uma aventura na qual um detective tentava resolver um crime, evitando, simultaneamente, o fantasma que habitava o local. 
A característica mais interessante do título em si, e que era compartilhada pelos restantes jogos da consola, era o facto de os tais “gráficos” não serem mais que um mero plástico desenhado que se colocava no visor do televisor. 


 



 1982 trouxe-nos outro jogo intitulado Haunted House. Este era um stand alone, ao contrário do anterior e possuia gráficos, embora rudimentares. 
Lançado para a Atari 2600, consistia em tentar escapar da casa, propriamente dita, com a urna do Sr. Graves. Para isso, o jogador deve evitar, nos três cenários disponiveis, ser tocado pela tarântula, pelo morcego ou pelo espírito do próprio Sr. Graves.
 Ao fim de nove toques, o jogo terminaria. 


 




Mais elaborado, seria Ghost House, desenvolvido pela Sega em 1986, para a sua consola 8 Bits, a Master System. 
Parcialmente baseado em um éxito das arcades de 82, Monster Bash, este jogo conta a história do jovem Mick enquanto tentava derrotar cinco “Dráculas” (este é o nome que o manual dá aos vampiros). 
Cada nível tem, para além do inimigo vampiresco, inúmeros objectos inanimados que voam para acabarem com a vida da nossa personagem. Embora não muito memorável, este título foi um dos poucos a serem lançados na forma de Sega Cards (embora, mais tarde, fossem transportados para formato cartucho).



 


 Para a Famicon chegaria, em 1989, pelas mãos da Capcom, aquele que é considerado com o primeiro Survival Horror, o percursor de Resident Evil, Sweet Home.
Baseado em um filme nipónico com o mesmo nome, Sweet Home permitia-nos jogar, ao mesmo tempo, com diferentes personagens, ao estilo RPG, que estavam unidas por um objectivo comum, a fuga de uma mansão assombrada por todo o tipo de criaturas paranormais. O jogo, agora de culto, permaneceu desconhecido do público ocidental durante anos e só recentemente foi tornado disponível através da tradução levada a cabo por alguns entusiastas do género.


 


 Em 1993, a Konami lançou Zombies ate my Neighbors. Este título multiplataforma é uma ode aos filmes de horror dos anos 50 e 60. Como tal, a presença da tal casa assombrada faz-se sentir, via algo maior...um castelo. 
É lá que teremos o showdown final com o cientista louco, responsável pela libertação das criaturas sobre a populaça.

 

 



 Em 2002, na Gamecube, seria a Nintendo a lançar o seu próprio take no tema, que já havia explorado ao de leve.
 Colocando o protagonismo no medroso Luigi e tirando inspiração em filmes como Ghostbusters, a Nintendo vai desenvolver Luigi's Mansion. 
Um jogo que consistia em colocar o canalizador verde a capturar fantasmas com o seu Poltergeist 3000. Tal foi o sucesso do título que, em 2013, ganharia, finalmente, uma sequela.
 Dark Moon seria lançado para a 3DS, conseguindo muito boas reviews pelo caminho.


 






Com o passar dos anos a ideia de casa assombrada seria explorada em muitos outros jogos e serviria de temática principal em muitos deles. Super Mario World trairia as ditas casas para o universo do canalizador, com os seus hilariantes e assustadiços Boos e Big Boos, que já tinham feito uma aparição nas fortalezas de Super Mario Bros 3.
 Resident Evil explora a ideia de uma mansão repleta de segredos e criaturas sobrenaturais, nos títulos iniciais da série, 0 e 1. 
Séries como Splatterhouse, Castlevania, Alone in the Dark, Ghostbusters, Clock Tower ou Fatal Frame jogam com essa ideia também, de uma maneira ou de outra.
Quer seja castelo, quer sejam vampiros, fantasmas ou demónios, existe sempre algo de sobrenatural para lutar e tentar fugir de...


Escrito por Ivo Silva

Posted on quinta-feira, outubro 30, 2014 by Ivo Silva

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013





Sangue Romeno

Em plena Segunda Guerra, em um castelo oculto nas profundezas da Transilvânia, um distinto Conde ergue-se, após um longo período de dormência. Ao despertar, verifica que os seus leais súbditos não se encontram a seu lado para o saudar. Descontente com a situação, o Conde, vai descobrir que seus servos estão a ser colocados em campos de concentração pelas forças invasoras alemãs. Ao mesmo tempo, o Sargento Nicholas Fury é destacado, pelo governo norte-americano, para uma missão especial, precisamente nessa área da Roménia. Fury e os seus Howling Comandos vão-se encontrar aliados com o temível Conde. Juntos irão colocar um ponto final nas actividades nazis, naquela área.




A Guerra dos Duendes

David Michelinie e Todd McFarlane deram o pontapé de saída para uma estória das mais memoráveis de Spider-Man. Numa altura em que o Hobgoblin original, Ned Leeds, estava há muito falecido, o mercenário Jason Macendale procurava assegurar essa mesmíssima posição. Desprovido do soro de duende que concedia a Ned a sua força sobre-humana, Macendale vai ameaçar Harry Osborn, o herdeiro do Green Goblin. No entanto, a ameaça à sua família, leva Harry a assumir a identidade de Green Goblin e a iniciar uma feroz batalha aérea com Macendale, sobre os céus de Manhathan. Humilhado por uma derrota improvável, Macendale vai encaminhar-se para o Empire State Building, numa altura em que Nova Iorque estava a sofrer uma invasão demoníaca vinda de um lugar chamado Limbo. Fazendo um acordo com o líder da horda, Nastirth, para obter mais poder, Macendale vai ser enganado. A sua alma é possuída por um demónio menor. Hobgoblin torna-se, realmente, um verdadeiro duende.




Praga Zombie

Esta versão alternativa da Terra era igual a muitas outras do Universo Marvel, com os seus heróis e vilões envolvidos nas suas contendas habituais. Tudo mudou quando, vindo de outra realidade, caiu dos céus Bob Reynolds, também conhecido como Sentry. O guardião dourado trazia consigo uma praga, que depressa se espalhou por toda a Terra, transformando os seus habitantes em zombies comedores de miolos. Alguns mantiveram a sua inteligência, outros regrediram para os seus instintos mais básicos. Spider-man consumiu a carne da sua própria mulher e vive, agora, com o remorso constante de o ter feito. Reed, dos Fantastic Four, contagiou-se a si e aos seus voluntariamente, para satisfazer a sua própria curiosidade científica. Os poucos não convertidos, com o Black Panther, passaram a servir de “carne embalada”, para ser consumida pelos zombies quando lhe aprouver. Este é o mundo de Marvel Zombies.




Night Screams

Como já foi referido anteriormente, os X-Men foram o grupo que mais vezes se encontrou com Drácula. O primeiro de seus encontros ocorreu em Nova Iorque, no número 159 de Uncanny. O Conde tentou tomar Ororo como uma das suas noivas, no entanto, a humanidade de Kitty Pryde salvou a mutante. Esta despertou do olhar hipnótico do vampiro a tempo de ajudar os seus colegas a derrotá-lo. Drácula ressurgiria, uns anos mais tarde, tentando usar Storm e os X-Men como meios de frustrar os planos da sua filha renegada, Lilith. Pelo Meio, o castelo do Conde desmorona-se, com o vampiro preso no seu anterior, mas como bem sabemos, esta não será a última vez que ele assombrará a vida dos mutantes mais famosos do planeta.




Lembrança e ameaça


Sabem como a organização terrorista HYDRA consegui o seu equipamento avançado? Precisamente, do mesmo local de onde surgiu o da Shield. Ambos os lados foram munidos de tecnologia oferecida por benevolentes aliens surgidos em plena Segunda Guerra. O seu azar foi o de se cruzarem com o carniceiro nazi, Von Strucker. Com uma crueldade só abaixo da do Red Skull, Strucker assassinou grande parte dos aliens pacifistas e a união mental que estabeleceu com a rainha destes, deixou-a enlouquecida. O resultado foi o surgimento de aliens malignos que procuravam instigar o ódio e a criação de um quarto Reich. 


Escrito por Ivo Silva

Posted on quinta-feira, outubro 31, 2013 by Ivo Silva

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terça-feira, 29 de outubro de 2013





X-Vampiros

Os X-Men são, muito provavelmente, os heróis da Marvel que mais vezes defrontaram o Conde Drácula. Geralmente, os confrontos entre ambos acabam sem consequências de maior para os mutantes. Todavia, em uma das suas múltiplas realidades alternativas, este não foi o caso. Nas páginas de What If?, Uatu vislumbrou um mundo no qual Drácula, não apenas venceu os mutantes, como os converteu em vampiros. Neste mundo, Logan foi um dos convertidos, contudo, e talvez devido à sua natureza bestial, Wolverine desafiou o controlo de Drácula sobre ele. Dominado por uma selvagaria e maldade que anteriormente não possui-a, Logan vai decapitar Drácula e auto-proclamar-se novo senhor dos vampiros. Iniciando um reinado de horror sobre Nova Iorque, heróis e vilões, sem distinção, vão ser convertidos. É Strange, morto por um vampiresco Juggernaut, mas cujo espírito subsiste, que vai guiar Frank Castle rumo ao Darkhold, um livro místico capaz de destruir todos os vampiros de uma vez só. A batalha entre Castle e Logan é sangrenta, e termina com a morte de Punisher. Todavia, e depois de ter visto Pryde a morrer diante dos seus olhos, o lado humano de Logan vai vir ao de cima, e ele próprio vai ler a fórmula de Montesi, que coloca um ponto final na horda vampiresca que assolava a cidade.




















O Mosca

O décimo anual de Amazing Spider-Man vai trazer-nos uma estória que presta um pouco homenagem ao filme “The Fly”. Porquê? É simples. A dita estória começa com Peter a tentar acabar com uma situação de reféns. O líder dos criminosos, um tal Rick Deacon, acaba alvejado pela polícia e o seu corpo cai no rio. Sem, nem os agentes da autoridade, nem o Aranha desconfiarem, Deacon sobrevive. Arrastando a sua caraça ferida, Rick ouve Jameson a discutir com um cientista a possibilidade de criar um ser capaz de vencer Spider-Man em combate. Para Deacon esta é a oportunidade de ouro, e ameaçando o dito cientista, que acaba por matar, Rick recebe os poderes de…..uma Mosca.  Chamando-se The Fly, Deacon tenta extorquir dinheiro de Jameson, mas acaba vencido no seu segundo encontro com o aranhiço.



























Pesadelo subterrâneo
Nas páginas de X-Factor 54, Marvel Girl é raptada por alguém exactamente igual a si, enquanto visitava uma Mansão X totalmente arrasada. Banshee e Forge, que procuravam os restantes membros dos X-Men, desaparecidos na época, vão visualizar o ataque e decidem tentar salvar Jean. Entrando nos escuros e húmidos túneis dos Morlocks, os dois X-Man vão ser surpresos por inimigos que tinham a cara dos conhecidos mutantes, mas ostentavam, também, corpos desfigurados e monstruosos. Forge é o único que consegue escapar e, mais tarde, descobrir que o vilão Masque, é quem está por detrás destas atrocidades. Junto com Colossus, Callisto, Jean e Banshee, o índio coloca um ponto final nesta casa dos horrores.





A marca de Carrion


O número 149 de Spectacular Spider-Man traz à vida de Parker algo que ele já há muito julgava ter deixado para trás. Tendo visto o clone da sua amada Gwen Stacy, Peter decide voltar ao laboratório de Miles Warren,
seu antigo professor e o criador do dito clone. Warren que assumiu a identidade do Chacal conta, no seu diário, como criou os seus diferentes clones e como o seu ódio por Parker era grande. Sem Peter saber, um dos seus colegas, Malcom Mcbride, vai segui-lo, na esperança de encontrar algo valioso. O que Malcom encontra é os restos do vírus que o vai tronar na criatura cadavérica de Carrion. Julgando ser o clone de Miles Warren, o novo Carrion vai atrair Peter para uma batalha que termina no cemitério de Nova Iorque. Culpando o aranhiço pela morte de Stacy, Carrion só vai parar quando descobrir que Warren também está morto. Aproveitando a confusão do seu mortífero inimigo, Parker vai dar-lhe o golpe final.







Marvel Zombies


































Durante alguns meses, o Projecto Pegasus albergou os maiores heróis de outra Terra, o Squadron Supreme. Nesse espaço de tempo, os cientistas locais tomaram a liberdade de clonar os seus convidados. Depois que estes partiram, descobriu-se que os clones eram imperfeitos e mais se assemelhavam a …..zombies. Sedentos por carne humana, os zombies do Squadron tentaram por todos os meios fugir do complexo, no entanto, graças a heróis como Battlestar e Jack of Hearts, falharam. Mesmo Hyperion que consegui alcançar a superfície, acabou por ser vítima da doença das vacas loucas, que lhe arrasou o cérebro.



Escrito por Ivo Silva


  

Posted on terça-feira, outubro 29, 2013 by Ivo Silva

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Blackest Night



Como algo tirado de um filme de George Romero, a Blackest Night veio envolver, com a sua negritude, todo o universo DC. Tudo começou quando Black Hand, um dos vilões de Hal Jordan, sentiu, literalmente, o chamado do avatar da Morte, o cadavérico Nekrom. Instigado ao suicídio, Hand libertou-se das amarras da vida e tornou-se no primeiro de muitos futuros Black Lanterns. Cuspindo inúmeros anéis negros, capazes de reanimar corpos e dar-lhes um semblante de vida. Os ressuscitados zombificados começaram a espalhar o caos, não apenas na Terra, mas por todo o cosmo. Aparentemente indestrutíveis, apenas a intensa luz branca os poderá deter definitivamente… 






Soldados caídos...

No Memorial para os soldados caídos em combate, Wonder Woman viu-se confrontada com um homem que fora forçada a matar, para salvar a vida de Superman. O antigo aliado, tornado inimigo da Justice League, Maxwell Lord foi um dos contemplados com o tal anel. Usando as suas habilidades psíquicas, Lord fez um exército de soldados falecidos erguerem-se dos seus túmulos, muito para a indignação de Diana. Esta não hesitou em decapitar Lord e colocar os soldados de volta à terra. Lord reapareceria em Coast City para a batalha final entre os heróis e Nekrom.





Terror em Gotham!

 Por sua vez, em Gotham o caos irrompeu quando múltiplos vilões do morcego fugiram da morgue da esquadra local. Caçando os vivos em busca dos seus corações, os vilões mortos só foram parados, temporariamente, pelo efeito purificador das chamas. É que, como se não bastasse, Dick Grayson, que era o Batman nesta altura, teve que lidar com os seus próprios pais versão zombie. Com o auxílio de Tim Drake, o Red Robin, do fantasma Deadman e de Damian Wayne, Robin, o novo cavaleiro das trevas vai escapar ao toque mortal dos não vivos, por muito, muito pouco...





Superman Zombie!!!

 Em Smallville, o Superman da Terra 2 levanta-se do seu túmulo e enquanto a sua Lois tenta consumir a Ma Kent, o seu antigo inimigo, Psycho Pirate usa as suas habilidades para transformar a pequena cidade em um matadouro. Kal e Conner, juntamente com Krypto conseguem colocar os sentimentos de parte, e salvam Smallville destes superpoderosos zombies. Entretanto, em Nova Krypton, Kara tem que destruir o seu próprio pai, antes que o mesmo mate a sua mãe, ainda viva. Terminada a batalha de Smallville apenas a Black Lantern Lois 2 escapa e dirige-se para Nova Iorque…





O ataque dos Mortos-Vivos

Na grande maçã, a sede da ilustre SJA é atacada pelos seus próprios membros caídos, agora zombies sem coração. Divididos entre amor e pena, os membros actuais, em muitos casos, como os de Damage, Power Girl e Jesse Quick, têm que lidar com os próprios familiares falecidos. No final, todavia, e graças ao engenho de Mister Incredible, a SJA consegue, projectando um feixe de luz branca, destruir todos os zombies, inclusive o poderoso Superman 2, que fora ressuscitado pela sua Lois.





Luz de Esperança

Entretanto, em Central City, algo incomum acontece, quando os membros dos Rogues de Flash, liderados pelo Captain Cold têm que se haver com os seus compatriotas falecidos. Mesmo confrontado com a irmã falecida e quando tudo parecia perdido, Cold mostra como é, de facto, desprovido de sentimentos, e destrói o corpo que outrora albergou a alma da sua mana. Os Rogues vivos triunfam, ao mesmo tempo que Barry Allen se torna um Blue Lantern e com o poder da esperança liberta Bart, o Kid Flash, dos efeitos do anel negro. Depois é Flashes vs Reverse Flash. Em um duelo de velocidade, os vivos triunfam sobre os mortos.






Velha Liga, nova Liga

Na antiga base da JLA, esta é atacada por falecidos membros e inimigos. Zatanna vence o pai, Zatara, mas o confronto impossibilita-lhe de auxiliar os companheiros. Doctor Light tem que resistir à investida da sua contraparte criminosa. Por sua vez, Steel e Vibro, dois falecidos membros da Liga Detroit, atacam os restantes integrantes. Plastic man e Vixen ficam gravemente feridos, enquanto o Red Tornado é destruído. Gypsy tenta, a todo o custo, resistir, mas será Kimiyo que, levada ao limite pela ameaça feita à vida das suas crianças, vai, em um raio de luz pura, devastar os três Black Lanterns restantes.  





Escrito por Ivo Silva


Posted on terça-feira, outubro 29, 2013 by Ivo Silva

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