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terça-feira, 21 de abril de 2020



 


O Yeti recluso que vive nas profundezas das minas de Narshe, fez a sua estreia no fabuloso Final Fantasy VI lançado em 1994 para a SNES.




Apenas recrutável na segunda parte do jogo, o World of Ruin, Umaro é bastante limitado no que à fala diz respeito e é incapaz de conjurar ataques mágicos como as restantes personagens, mas compensa tudo isso sendo um verdadeiro tanque do ponte de vista físico. 

De longe a personagem da party mais forte fisicamente, Umaro é um Berserker que apenas segue as ordens do diminuto Mog.
Surgindo como boss na chamada Yeti's Cave, Umaro é recrutável após a vitória da party sobre ele, mas apenas se Mog estiver presente na mesma durante o decurso do referido conflito. 

Houve planos para o usar como inimigo na primeira parte do jogo, o World of Balance, mas não passaram disso mesmo.


 

Após esta sua aparição em Final Fantasy VI, Umaro surgiria como personagem jogável em dois spin-offs da série original, assim como na forma de carta para ser usada em trading card games do Final Fantasy como Triple Triad ou FF Trading Card Game.

Ocasionalmente, também assumiria o papel de summon, como de resto pode ser observado em Final Fantasy Airborne Brigade de 2012.
Para além destas suas presenças em jogos menores da série e em inúmeros ports de FFVI, Umaro é ainda uma das muitas personagens de FFVI que pode ser vista na multidão que assiste à luta dos gladiadores de Antiqua, noutro jogo da Square, Secret of Evermore. 


 

Posted on terça-feira, abril 21, 2020 by Ivo Silva

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017



 


Lançado pela Square Enix e desenvolvido pela Tri-Ace em 2009 para a DS, Covenant of the Plume é o terceiro título da série Valkyrie Profile. 

O protagonista deste rpg de estratégia é um jovem soturno e consumido pela raiva chamado Wylfred. 

O pai, Thyodor faleceu em combate, tendo o seu espírito sido levado pela valquíria Lenneth que o recrutou para ser um dos guerreiros espectrais de Odin. 

As consequências da ausência de Thyodor não poderiam ser mais desastrosas para a sua família. 


 


A irmã de Wylfred seria levada pela fome e a mãe, não aguentando tamanha dor, endoidece, com a sua mente a retroceder para tempos mais felizes.

Perante todo este cenário trágico e culpando Lenneth pelos infortúnios que se abateram sobre a sua família, Wylfred segue as passadas do pai e torna-se num guerreiro. 
Um guerreiro em busca de vingança. 

Munido da sua espada, da pluma deixada por Lenneth e na companhia do melhor amigo, Ancel, o nosso herói vai-se ver envolvido numa violenta escaramuça junto ao forte de Aullewyn. 

Mortalmente ferido na batalha, Wylfred é salvo pela rainha demoníaca Hel em troca deste a servir e de levar a sua vingança até ao fim, custo o que custar.


 


Wylfred aceita e nesse momento a pluma que transportava consigo (e que pertencia a Lenneth) activa-se, com o protagonista a servir-se da magia da mesma para aumentar vertiginosamente o seu poder, mas com um custo elevadíssimo que implica nada mais, nada menos que o sacrifício de uma alma a Hel.

Para sobreviver a um novo ataque à fortaleza, Wylfred faz o impensável e sacrifica o seu melhor amigo, cuja alma é arrastada para o reino infernal de Hel. 

Ancel é prontamente substituído por Ailyth, uma das servas de Hel, que procurará fazer com que Wylfred volte a usar a pluma corrompida. 


 


Tudo isto no meio de um país arrasado pela guerra civil, no qual os príncipes de Artolia lutam entre si pelo direito de serem o novo rei.

O uso ou não da referida pluma, chamada de Destiny Plume, tem um papel fulcral na conclusão da história e no gameplay. 

Esta facilita bastante os combates, mas faz-lo à custa das personagens escolhidas para a usarem. 

Num jogo com morte definitiva, onde cada passo pode ser o último, o uso excessivo da Destiny Plume pode resultar numa derrota prematura nos capítulos mais avançados, quanto mais não seja devido ao facto de termos uma party reduzida.




Covenant dá-nos a possibilidade de escolhermos entre as três diferentes facções que se degladiam em Artolia, sendo de constatar que tais escolhas são feitas com o decorrer do jogo.

Por um lado temos os rebeldes, liderados pelo cavaleiro Earnest e pela aldeã Natalia, por outro temos os mercenários Darius e Gwendal e por último surgem-nos as forças do velho comandante Heugoe. 

Qualquer que seja a nossa escolha, tal não trará consequências no que ao gameplay diz respeito, mas afectará as personagens às quais teremos acesso. 

Com visão isométrica da acção (ao estilo do brilhante Final Fantasy Tactics), Covenant é um rpg táctico onde as personagens podem atacar individualmente (um ponto de exclamação indica se estão em posição para o fazer ou não) ou em conjunto. 

O chamado Mutual Assist System será bastante útil nas batalhas finais, onde ataques combinados farão imensa mossa na oposição. 


 


De salientar que para além do ataque normal, cada personagem tem um Soul Crush, um movimento que fica disponível assim que os nossos hit points cheguem ao cem. 

A juntar a tudo isso temos a possibilidade de atacar de diferentes lados o que aliado às vantagens de terreno pode permitir-nos causar danos extra no inimigo. 

Convém referir que a cada uma das personagens é atribuído um botão para que esta possa de facto atacar.
Contudo, a nossa party peca por escassa, uma vez que apenas podemos usar quatro personagens por batalha. 

As classes seriam aquilo que poderíamos esperar de um jogo de fantasia medieval, com feiticeiros, arqueiros, guerreiros, cavaleiros, entre muitos outros. 

Existem inúmeros itens que podem ser usados para aumentar o status das nossas personagens ou curá-las. 

Tais podem ser encontrados no campo de batalha (deixados para trás por adversários vencidos) ou comprados nas lojas que existem nas cidades e aldeias que estão à nossa disposição para serem visitadas. 

É nestas últimas que iremos encontrar as tabernas, locais de conversação onde reunimos informações úteis para a história e possivelmente também, desbloqueámos novas áreas alternativas para combater.
 
Com três fins distintos e dois bosses finais diferentes com que lutar, mediante o final obtido, Covenant é um dos jogos mais difíceis que tive oportunidade de jogar na DS. 

Até diria que é possivelmente o mais difícil da série. 


 


A música, composta por Motoi Sakuraba, teve direito a um álbum próprio aquando do lançamento do jogo. 

É uma música épica, mas pesada, bem de acordo com o ambiente soturno do jogo e com a sua negra história. 

O jogo conta ainda com uma introdução bastante boa em fmv logo no início da aventura.

Embora seja muitas vezes visto como a ovelha negra desta popular série de rpgs, Covenant of the Plume é uma excelente adição para o franchise, afigurando-se como um desafio colossal para todos os amantes de rpgs tácticos.






Posted on segunda-feira, dezembro 11, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017



 

 
Bruxas e feiticeiras estão presentes desde que os primeiros jogos de aventura foram criados. 

Surgindo ora como antagonistas, ora como adjuvantes, elas são sempre uma força a ter em consideração. 

Feita agora esta breve introdução, vejamos quais são as dez melhores bruxas e feiticeiras presentes em jogos de vídeo. 

Boa leitura!



Menções Honrosas: 



Veran




Conhecida com a Sorceress of Shadows, Veran é a principal antagonista de The Legend of Zelda: Oracle of Ages, lançado para o Game Boy Color em 2001. 

Capaz de possuir as mentes daqueles que desejar, Veran vai dar uso a essa habilidade para controlar Impa e Naryu, e através destas manipular Link de forma a este ajudá-la a atingir os seus propósitos nefastos. 

Eventualmente o herói triunfa sobre a vilã que será revelada com tendo sido manipulada pelo duo de bruxas conhecidas como Twinrova. 



Lady Elvira Grey


 


Uma das mais sedutoras mulheres a gracejar a série Fable, Elvira Grey matou a própria irmã para conseguir tornar-se na mayor da cidade de Bowestone. 

Embora não seja a mais poderosa das feiticeiras desta lista, Elvira consegue, fruto da sua beleza física e do seu carisma magnético, fazer guerreiros lutarem entre si só pela honra de estarem na sua presença. 

Elvira será condenada à morte após um julgamento por bruxaria de que será alvo. 

No entanto, nem a morte será o suficiente para a parar, uma vez que ela será ressuscitada em Fable II como uma bruxa zombie.



 Lulu


 



A feiticeira negra que fez parte do grupo responsável pela vitória sobre o monstruoso Sin, no final de Final Fantasy X, Lulu é uma talentosa maga, sendo capaz de manipular com facilidade diferentes tipos de magia e de fazer doublecast (usar dois feitiços ao mesmo tempo). 

Depois de ter sido mãe, Lulu assentou, tornando-se mayor de Besaid.  


 
Jeanne




Rival de Bayonetta e também ela parte das Umbra Witches, Jeanne é capaz de convocar demónios e atrasar o tempo, tal e qual como a Bayonetta. 

Tal como esta, também Jeanne está armada com pistolas capazes de aniquilar anjos e demónios sem distinção. 

Segunda apenas para Bayonetta, Jeanne é uma bruxa cheia de recursos e manha, que já logrou escapar à morte inúmeras vezes.



 Celia Fortner


 


Líder de um culto religioso cujo objectivo é proporcionar o nascimento de um novo senhor das trevas, Celia testa três indivíduos que acha capazes de ocuparem tal posição. 

Um deles é Soma Cruz, o protagonista de Castlevania: Dawn of Sorrow. 

Todavia, a manipulativa e astuta Celia acaba morta, como parte de um sacrifício feito por outro dos candidatos de forma a obter mais poder.



Cia/Lana


 


Feiticeira responsável por vigiar o equilíbrio dentro da Triforce, Cia irá fazer a sua estreia em Hyrule Warriors. Inicialmente uma força para o bem, esta guardiã irá pagar bem caro por uma mera distracção. 

Possuída por um espírito maligno, Cia irá iniciar uma campanha de conquista de Hyrule. 

Curiosamente, a sua oposição vai incluir Lana, uma feiticeira branca que é na realidade o lado bom de Cia manifestado em forma física.





10 - Twinrova




Koume e Koutake são dois dos bosses mais reconhecíveis da série Zelda. 

Surgindo pela primeira vez como opositores em Ocarina of Time, as duas irmãs, que representam o fogo e o gelo respectivamente, marcariam presença em mais quatro títulos da série nipónica. 

Apenas em Majora's Mask, o duo não aparece na condição de adversários. Servas leais de Ganon, as Twinrova são capazes de se fundir, criando uma versão mais poderosa desta personagem. 





9 - Tharja


 


Uma das bruxas mais recentes do nosso Top, Tharja fez a sua estreia no jogo Fire Emblem Awakening, lançado para a 3DS em  2012. 

Proveniente de Plegia, Tharja tem um humor bastante negro e sarcástico, surgindo-nos inicialmente como uma adversária bastante relutante. 

Juntando-se ao batalhão dos heróis Tharja mostra-se bastante destemida quando em combate. 

Tharja adora lançar maus olhados sobre os inimigos (e não só!).






8 - Gruntilda


 


A antagonista principal da série Banjo-Kazooie cujo objectivo não poderia ser mais simples. Como a vilã do filme Snow White, também Gruntilda sonha com a ideia de ser a mais formosa de todas. 

Com uma aparência horrenda, Gruntilda espera roubar a beleza de outras mulheres (motivo pelo qual rapta a irmã de Banjo) para conseguir atingir esse propósito. 

Uma bruxa que fala em rimas, Gruntilda passa por muito com o avançar da série, sendo inclusive forçada a ter que habitar um corpo robótico (Mecha-Grunty), quando se viu reduzida a um estado fantasmagórico.





7 - Sylpha Belnades


 


Uma das quatro personagens jogáveis do jogo Castlevania III, Sylpha é das sacerdotisas mais antigas presentes neste Top, tendo feito a sua estreia em 1989. 

Transformada em pedra depois de ter falhado na sua missão de derrotar o Drácula, Sylpha vai ser resgatada pelo caçador de vampiros, Trevor Belmont. 

Será na companhia deste e de Grant e Alucard, que a feiticeira irá finalmente bater o senhor das trevas. 

Futuras gerações de Belnades e Belmonts irão usufruir do seu poder sagrado.  





6 - Sindel


 


A rainha-feiticeira de Edenia serviu como antagonista e aliada desde o advento do jogo Mortal Kombat III. 

Com uma voz digna da mítica Banshee, Sindel passou por inúmeras provações, sendo aprisionada por Shao Khan (que a dominou mentalmente) e por Onaga (que a aprisionou fisicamente). 

Para além da já referida voz e da habilidade de levitar, Sindel é uma lutadora bastante capaz no que diz respeito não apenas ao combate desarmado, mas também ao armado.

Sindel é uma das poucas, nesta lista a ter tido direito a uma versão cinematográfica no segundo filme do Mortal Kombat em 1995.





5 - I-no


 


A Boss final do jogo Guilty Gear X Plus, I-no é uma das personagens mais difíceis de bater em toda a série, devido aos seus ataques devastadores. 

Um dos seus overdrives (golpe final), de nome Last Will and Testament, é particularmente aterrador. 

Rápida, feroz e amoral, I-no é um bruxa rockeira com a habilidade de viajar no tempo, o que a torna ainda mais perigosa e virtualmente imbatível. 






4 - Morrigan


 


Uma das mais poderosas magas do universo Dragon Age, Morrigan tem a habilidade extremamente útil de mudar de forma, podendo assumir a aparência e habilidades de animais como aranhas, abelhas ou ursos. 

Especialista no uso de ervas para criar poções e venenos, Morrigan conta ainda com um vasto arraial de magias ofensivas, que incluem os típicos feitiços de gelo e fogo. 





3 - Shizel 


 


A trágica vilã de Tales of Eternia é uma das mais poderosas praticantes de magia presentes nesta lista, uma vez que canaliza o poder de Nereid, o Deus da Destruição. 
 
Um dos seus ataques mais poderosos, o Eternal Finality, é capaz de causar dano massivo a inúmeros alvos. 
 
Quando totalmente dominada pelo espírito de Nereid, Shizel vê o seu corpo modificar-se, ganhando uma força e resistência descomunais. 
 
 
 
 
 
2- Ultimecia




A vilã principal do jogo Final Fantasy VIII, Ultimecia deseja obter domínio planetário absoluto. 

Um domínio que não se fica apenas pelo seu período temporal (ela vem do futuro), mas antes em todos os outros, uma vez que Ultimecia pretende unificar o Tempo. 

Embora limitada pelo facto de não estar no seu próprio corpo, Ultimecia serve-se do seu vasto poder para dominar outros feiticeiros, usando-os para atingir os seus objectivos. 

A juntar ao seu arsenal mágico, Ultimecia tem ainda uma forma bestial que lhe duplica o poder. 





1 - Bayonetta





A protagonista heróica da série de jogos que ostenta o seu nome, Bayonetta surgiu a primeira vez nos ecrãs corria o ano de 2010. 

Uma bruxa capaz de convocar demónios (e de bani-los usando uma quantidade bastante versátil de armas), atrasar o tempo e detentora de uma agilidade e força fenomenais, Bayonetta é uma adversária de respeito para qualquer oponente. 

Esta bruxa, que tem a particularidade dos seus fatos serem feitos a partir do seu cabelo, é uma das figuras mais populares do gaming actual. 

Para além de ter a sua própria série, que conta com dois títulos, já marcou presença em mais quatro outros jogos, como convidada (Destaque para o Super Smash Bros da Wii U e da 3DS).










Posted on segunda-feira, outubro 30, 2017 by Ivo Silva

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016


Convém referir que este Final Fantasy III foi o terceiro a ser lançado nos E.U.A, mas o sexto a sair no Japão.


Estes diminutos seres felpudos fizeram a sua estreia na maior série de rpgs da Square, em Final Fantasy III, lançado em 1990 para a Famicom, no Japão.

Desde essa altura, os Moogles têm estado presentes em todos os subsequentes jogos da série, excepção feita a FFIV. 

Curiosamente, a sua estreia poderia ter ocorrido mais cedo, em FFII, não fosse o facto de a Square tê-los substituído pelos Beavers. 

Os primeiros Moogles pareciam ser uma mistura de um gato com um urso bébé, com pequenas asas de morcego a surgirem-lhes nas costas e um pompom vermelho suspenso sobre a cabeça.


 


A importância dos Moogles dentro dos diferentes universos que constituem a série Final Fantasy varia. 

Em FF III, os Moogles surgem como guarda-costas do feiticeiro Doga. 

É nesta aventura que é estabelecida a grande propensão das criaturas para a magia. De igual forma, é também aqui que surge um dos primeiros maiores protagonistas dentro da raça Moogle. 

Falo de Mog, um Moogle branco com asas roxas (normalmente) que teria grande destaque em FF VI e nos spin-offs Crystal Chronicles. 
 
A próxima aparição dos Moogles dar-se-ia em FF V, com estes a disporem da sua própria aldeia, situada no mundo de Galuf. 

FF VI marcaria a estreia de um Moogle no papel de personagem jogável (o já referido Mog). 

De salientar que para além de Mog, FF VI acrescentava ao papel de personagens jogáveis, ainda que de forma temporária, outros dez Moogles.


 


Os Moogles perderiam alguma relevância nos jogos seguintes, sendo remetidos para cameos na forma de bonecos de neve (FF VII), invocações (FF VII) ou peluches (FF X e X-2).

Em FF IX, os Moogles surgem com uma nova aparência, mais próxima da de um koala, e com uma participação muito maior no jogo em geral. 

Os Moogles, que na sua maioria habitam a vila de Madain Sari, servem como save points e mercadores, fazendo-se a distinção, pela primeira vez entre macho e fêmea (as fêmeas usam um casaco roxo). 


 


De destacar a introdução de outros dois Moogles, os quais se tornariam bastante famosos nas lides de Final Fantasy.

 Refiro-me a um tal de Stiltzkin e ao extremamente púrpura Artemicion.  

Esse papel mais operacional mantém-se em FF XI, com as simpáticas criaturas a servirem de responsáveis pelo armazenamento de itens, protecção da casa, gestão dos mini-jogos e mudanças de classe. 


 


Com o advento do popular spin-off Final Fantasy Tactics, a relevância dos Moogles voltaria a aumentar consideravelmente. O mais importante, de entre eles, seria Montblanc.

 Personagem jogável em Tactics, este Moogle serve como líder do Clan Centurios, uma guilda de guerreiros situada na cidade de Rabanastre em FF XII. 


 


Para além de Montblanc, outros Moogles iriam ascender ao estrelato graças a esta sub-série conhecida como Ivalice Alliance, sendo eles Gurdy, dirigente de um estábulo de chocobos, Nono, mecânico-chefe abordo da nave Strahl, e o trio Hurdy, Sorbet e Horde, responsáveis pelas gestão dos portais de teleportação entre cidades.

 Em FF XII, os Moogles são apresentados como sendo uma raça altamente inventiva e sofisticada. 

A sua aparência aproxima-se mais de coelhos.  Pela primeira vez, os Moogles surgem totalmente vestidos. 

É também na sub-série Ivalice Alliance que podemos ver os Moogles na categoria de oponentes. 



 


Em jogos mais recentes, os Moogles têm surgido de diferentes maneiras, alternado entre participações mais activas na história e meras cameos na forma de itens e summons.

O papel dos Moogles nos spin-offs de Final Fantasy também vai variar, de personagem jogável nos Tactics, a conselheiro em Crystal Chronicles. 

De salientar que é nesta última série que nos é apresentado um grupo muito especial de Moogles, os Moogle Brothers.


 



Para além das suas presenças em FF, os Moogles apareceriam ainda na série Kingdom Hearts, Dragon Quest (só no X), Mana e em alguns jogos desportivos do Super Mário, entre outros. 

Desde a sua estreia em 1990, os icónicos seres apenas falharam meia dúzia de títulos da série Final Fantasy, estando fora de somente dois jogos da "linha principal".


 




Posted on quarta-feira, novembro 16, 2016 by Ivo Silva

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quarta-feira, 9 de novembro de 2016







Dragon Quest VI era apenas mais um dos fantásticos rpgs da Super Famicon (SNES) a nunca alcançar as nossas costas quando em Maio de 2011 é adaptado para a portátil da Nintendo da época, a DS. 

Encarregue de fazer a conversão, o estúdio da ArtePiazza fez um excelente trabalho, logrando em manter intacta toda a magia deste jogo de 1995.


 


O título começa forte, com o jogador a ver-se diante daquilo que parece ser o Boss Final. A acompanhá-lo estão uma misteriosa mulher e um homem extremamente musculado. 

A primeira convoca um dragão dourado, o qual serve de meio de transporte para o grupo seguir rumo à fortaleza do senhor das trevas, Murdaw. 

Lá os heróis confrontam Murdaw e falham miseravelmente... 

Um a um, cada um dos membros do trio é morto. 


 


A esperança parece de todo perdida e o jogo acabado mesmo antes de começar. Contudo, tal pensamento não poderia ser mais erróneo. 

O nosso protagonista, o típico herói silencioso, acorda na sua casa, em Weaver's Peak, como se nada se tivesse passado. 

Sem pensar muito no sucedido, o herói segue com a sua vida, até que por um acto do destino cai numa fenda que o conduz a um mundo distinto do seu, se bem que tremendamente familiar.

 Será neste Dream World que o herói irá reencontrar os seus companheiros iniciais, amnésicos.  

O grupo irá então lutar, uma vez mais, para salvar não apenas um, mas dois mundos (o Real e o Dream Worlds) do terrível fado que Murdaw lhes pretende impor.


 


 Dragon Quest VI, como referi acima, tem dois mundos distintos, o Real World e o Dream World, cuja geografia é similar. 

Para progredir na história o jogador deve ir alternando entre ambos os mundos, completando tarefas que irão desbloquear novos caminhos nos dois locais. 

A somar a isto temos ainda a influência da passagem do dia e noite no decorrer da aventura, ao jeito de Castlevania II. 


 


Em Dragon Quest não são tanto os inimigos que são diferentes, conforme a hora, mas antes certas sidequests. 

Como exemplo, existe uma personagem que só se poderá recrutar se antes enfrentarmos um poderoso monstro que aterroriza a cidade onde esta vive.  

E esta é apenas uma das inúmeras sidequests que o jogo possui. 

Entre as mais interessantes temos a Slime Arena, na qual os Slimes da nossa party poderão encetar em lutas gladiatoriais de forma a obterem valiosos prémios, os Casinos, espalhados pelas diferentes cidades e repletos de jogos de sorte e azar e o Beauty Contest, onde veremos quem é o mais bonito de todos! 


 


Como podem ver, há de tudo um pouco. 

Para além das história extremamente cativante e das suas inúmeras sidequests, Dragon Quest tem uma grande variedade no que aos adversários e cenários diz respeito. 

Tanto um como outro não poderiam ser mais exóticos e coloridos. 

Relactivamente aos cenários, a nossa party viajará para as mais diferentes localizações, desde florestas sombrias e íngremes montanhas, até (imagine-se) o fundo do oceano. 


 


Inicialmente, a party movimenta-se, como já seria de esperar, a pé. Contudo, e com o avançar da história, a mesma ganhará outros meios de deslocação que serão visualmente distintos, embora com funcionalidade similar, nos diferentes mundos. 

 No caso dos inimigos estes variam desde o comum Slime azulado, até aos gigantescos monólitos animados. 

É possível capturar alguns dos adversários e usá-los como aliados em combates, recorrendo a uma classe específica, a do Monster Master.

  Relactivamente ao sistema de classes, este encontra-se dividido em duas etapas. 

A primeira, com as nove classes primárias (Warrior, Mage, Priest, Martial Artist, Merchant, Dancer, Monster Master, Thief e Gadabout), encontra-se disponível logo de início. 

A forma de aceder à segunda etapa, a das classes avançadas, que são sete, é feita através dos pontos de experiência recolhidos durante as lutas que travamos. 


 


Ao fim de um tempo ser-nos-à atribuída uma estrela. Quando alcançarmos as oito, teremos dominado a classe escolhida e poderemos passar para outra, dentro das primárias, ou para uma das avançadas. 

Cada classe tem as suas respectivas forças e fraquezas, com diferentes feitiços e movimentos para aprender. 

Convém salientar que não existem classes específicas para cada uma das personagens. Estas são comuns a todos.

As lutas em Dragon Quest VI seguem o mesmo molde de aventuras anteriores, assentando no tradicional turn based de combates aleatórios. 

A maioria dos combates aleatórios dar-se-à aquando da exploração de uma masmorra, mas também não é incomum isso acontecer no mapa-mundo. 

Uma forma de evitar a sucessão rápida de encontros passa por recorrer a certos itens e magias, que retardam bastante a ocorrência dos mesmos.


 


 Isto permite que ao jogador "respirar" um pouco. Contudo, convém referir que as lutas em Dragon Quest VI, quando travadas com inimigos de força superior, não são de todo enfadonhas ou repetitivas, exigindo um grande nível de planeamento e adaptação de forma a se alcançar a vitória. 

Apesar de ser enorme, é muito improvável para o jogador perder-se no jogo. Este não o "permite" ao possibilitar ao jogador fazer sempre um ponto da situação, normalmente junto de uma bruxa bastante prestável. 

Para além disso e como falamos da DS, o mapa-mundo estará sempre presente no ecrã superior, com a acção a passar-se no inferior. 

Dragon Quest VI deixa ainda fazer save em qualquer lugar no mapa, excepção feita às masmorras, e permite curar todas as personagens em simultâneo, via o Heal All. 


 


Para facilitar a gestão da party temos a Wagon, que permite mudar os elementos da mesma, mantendo de reserva os que não estão a lutar no momento. 

Seguem-se a Bag e o Bank. A primeira serve para guardar o excesso de itens, enquanto que o segundo faz o mesmo relactivamente ao dinheiro.

 Em relação ao original da SNES, este remake introduz algumas novidades que passam por um mini-jogo, o Slime Curling e o modo Tag, o qual permite transferência de dados entre duas DS´s. 

Graficamente o jogo é muito bonito, sendo que a isso alia-se um score musical memorável que fica na memória de todos aqueles que jogarem este título. 

O único ponto negativo de Dragon Quest VI está no facto de ser difícil a entrada a novos jogadores inexperientes nas lides dos rpgs, tal o seu grau de complexidade. 

 Este é também um jogo bastante longo, tal é a quantidade de coisas para se ver e fazer.

Um ponto positivo para a maioria, mas que poderá afastar os menos pacientes. 


 


Ainda assim esta é uma "falha" menor, pois este é, sem sombra de dúvida, um dos melhores rpgs de sempre. 

Um título que irá agarrar 90% dos gamers. 

Extremamente recomendável. 









Posted on quarta-feira, novembro 09, 2016 by Ivo Silva

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sexta-feira, 30 de outubro de 2015




     De entre todas as criaturas da noite que existem, os vampiros são, sem sombra de dúvida, os mais assustadores. 
Por essa razão, não é surpresa que sejam tão usados, quer como vilões, quer como heróis, no mundo dos jogos de vídeo. 

     Com mais um Halloween prestes a nos deixar, fiquem com um novo TOP 10 dos maiores, melhores e mais influentes vampiros neste universo electrónico. 
Boa leitura!








10 - Midnight



     Um bioquímico que trabalhava para a CIA, o homem que se tornaria conhecido como Midnight, acabou vítima do seu próprio trabalho. 
O vírus que ajudou a criar, transformou-o numa criatura sedenta de sangue.

      Após a sua morte às mãos de um caçador em 2010, Midnight seria ressuscitado para participar no torneio de artes marciais conhecido como Eternal Champions. 
Midnight é um dos combatentes mais habilidosos e versáteis deste jogo da Sega de 1993. 







9 - Therese/Jeanette Voerman




     Uma infância difícil tornaram estas vampiras em um ser muito complicado. 
Com duas personalidades a ocuparem o mesmo corpo, as irmãs Voerman ascenderam rapidamente ao topo da hierarquia da sociedade vampira que habita em Vampire : The Masquerade. 

     Therese ostenta mesmo o título de Baronesa e, junto com a irmã, gerem um clube nocturno conhecido ironicamente por The Asylum. 







8 - Vamp




     Sobrevivente de um bombardeamento na sua terra natal da Roménia, o homem que viria a ser conhecido como Vamp é um dos pouco vampiros desta lista com uma origem mais "realista" e menos virada para misticismos. 

     O seu tempo como vampiro começou apartir do momento em que se viu soterrado e teve que beber o sangue da família, falecida, para sobreviver. 
Talentoso com facas, Vamp seria recrutado para integrar os mercenários da Dead Cell, que iriam "completar" a sua transformação ao injectarem-lhe nano nas veias. 

     A nano iria permitir-lhe curar-se quase instantaneamente de quase todo o tipo de lesões e doenças. Vamp surgiria pela primeira vez em Metal Gear Solid 2, de 2001, e tornar-se-ia no principal antagonista do heroico Raiden.







7 - Rayne



     Protagonista da série Bloodrayne, esta vampira combate a sua própria espécie. 
Nascida do relacionamento que a sua mãe humana teve com um vampiro, Rayne é a primeira desta lista a não ser totalmente vampira. 

     Uma damphir que se juntou à Brimstone Society com o intuito de vingar-se dos assassinos da família, Rayne é forte, rápida e mortífera. 

     Além disso das habilidades vampirescas, Rayne possui duas enormes espadas, as Blades, que usa como a sua forma primária de ataque.







6 - Vincent Valentine



     Uma das personagens mais populares de Final Fantasy VII, Vincent é uma criatura da noite que deve a sua origem a experimentos levados a cabo por um tal de professor Hojo. 

     Agora uma espécie de vampiro imortal, Vincent decidiu usar as suas habilidades para ajudar os outros, juntando-se a Cloud e Tifa.

      Protagonista do seu próprio jogo, Dirge of Cerebrus, Vincent é o típico herói trágico e sombrio.







5 - Raziel



     Mais um vampiro heroico a juntar-se à nossa lista, Raziel começou como serviçal de um vampiro mais poderoso. 
Servente de Kain, Raziel "ousou" ultrapassar-lhe em relevância e como castigo foi destruído. 

     O seu corpo, depositado no Lake of The Dead, renasceu. 
Agora um misto de vampiro e fantasma, mas muito mais poderoso que ambos, Raziel caça os seus antigos aliados. 

     Raziel é protagonista em diversos jogos da série Legacy of Kain e foi criado em 1999.







4 - Demitri Maximoff




     Proveniente da dimensão paralela de Makai, este nobre ousou desafiar o seu governante, o demónio Belial, pelo controlo da mesma.
Falhando em vencê-lo no confronto directo, Demitri viu-se exilado na Terra.

     Demoraram 100 anos até Maximoff estar pronto para tentar novamente.
 Nesse período, no qual esteve a recuperar dos seus ferimentos, Demitri reuniu um séquito de escravos vampirescos para o ajudar.

     O vampiro mais poderoso da série de jogos de luta da Capcom, Darkstalkers, tem em Donovan e Morrigan, os seus rivais mais persistentes.







3 - Carmilla





     Carmilla é uma jovem vampira, servente de Dracula.
A personagem fez sua primeira aparição no jogo de 1987, Castlevania II, na condição de Boss, facto que iria repetir numerosas vezes.

     Fazendo tudo pelo seu senhor, Carmilla tentaria, contudo, atingir algum grau de autonomia, como veríamos em Judgement.

     A vampira submissa ao Conde sofreria um reboot à sua personalidade aquando do lançamento de Lords of Shadow.
Em um jogo que reconstrui o universo de Castlevania, Carmilla aparece como o vampiro maioral, a Queen of Vampires, e parte integrante dos demoníacos Lords of Shadow.







2 - Alucard




     O filho bastardo de Dracula, é um meio-vampiro com uma forte inclinação para a luz.
A sua primeira aparição, em Castlevania III, viu-o unir esforços com o clã de caçadores Belmont na árdua tarefa de eliminar a ameaça do pai para sempre.

     Mais memorável seria a sua participação em Symphony of The Night como protagonista principal. O reboot da série, em 2010 com Lords of Shadow, manteve a sua origem como filho do conde, mas aumentou ainda mais os laços com a família Belmont, ao revelar Alucard como tendo sido, enquanto vivo, Trevor Belmont.







1 - Dracula





     O vampiro mais conhecido de todos os tempos e o vilão principal da popular série Castlevania, Dracula é o nosso merecido número um.

     Este abominável Conde fez a sua estreia em 1986 e desde aí que tem aterrorizado jogadores por esse mundo afora.
Quase sempre o Boss final da série, ser-lhe-ia dada alguns contornos heróicos em jogos como Kid Dracula ou Aria of Sorrow, contudo, as verdadeiras alterações chegariam em 2010, quando foi revelado como tendo sido Gabriel Belmont, o patriarca do famoso clã de caçadores.

     Com um estatuto que vai de vilão temível, a herói trágico, Dracula é, também, imensamente poderoso.
Até a própria Morte se curva para o servir.


Posted on sexta-feira, outubro 30, 2015 by Ivo Silva

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