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terça-feira, 10 de agosto de 2021

 

 

 

 

 

A nossa aventura começa da forma mais improvável com Ben Grimm, a.k.a Thing, a servir de modelo para a escultora cega, Alicia Masters (que também era sua namorada na altura). 

Posted on terça-feira, agosto 10, 2021 by Ivo Silva

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terça-feira, 6 de julho de 2021

   
 
 
 
 
Criado por Roy Thomas e John Buscema, Todd Arliss, a.k.a Tiger Shark, foi apresentado nas páginas de Sub-Mariner #5, Vol 1, em 1968. 
 

Posted on terça-feira, julho 06, 2021 by Ivo Silva

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terça-feira, 25 de junho de 2019



 


A nossa história começa com uma reportagem da Lois Lane acerca da criação de um combustível não poluidor pelas mãos da Professora Faulkner. 

A cientista acreditava ter encontrado a solução para o flagelo ambiental com o seu Bio-Energy Actualizer. 

Contudo, a experiência que ela estava a levar a cabo era tudo menos estável. 

Juntando a isso à intromissão de um dos colegas laboratoriais de Faulkner, um tal de Professor Thomas Moyers, e temos uma receita para o desastre. 

Uma violenta explosão arrasa com o laboratório e ameaça a cidade, não fosse a intervenção atempada de Superman. 


 


O nosso herói descobre uma estranha mulher dourada nos escombros da instalação. 

Esta reage mal ao Kryptoniano e ataca-o, pelo que Kal não tem escolha que não seja a de lutar para se defender.

Após ter conseguido aprisionar a estranha criatura, Superman encontra Moyers que lhe revela que a mesma é um resultado directo das energias que estiveram na origem da explosão e que poderá ser...Lois Lane.

Atordoado pela informação, Superman vê a criatura libertar-se da prisão de metal na qual ele lhe havia prendido. 

A mulher, com tamanho e força duplicados, tenta escapar para a cidade ao saltar para longe do alcance do homem de aço. 

Algo que consegue com facilidade, graças ao facto de Superman estar a ter dificuldades em a agarrar devido ao elevado grau de radiação que esta começa a emanar.

Apelidada de Rampage pela televisão, a criatura é bem sucedida no um a um com Superman, até ao momento em que a capitã da Polícia chega com a informação de que Rampage não é Lois Lane (entretanto encontrada com vida e bem nos escombros do laboratório), mas sim a cientista Kitty Faulkner. 

É nesse momento, e com uma Rampage que ficava cada vez mais forte a cada golpe, que Superman decide tentar uma abordagem diferente.


 


Uma vez que o seu próprio corpo absorvia energia solar, Superman decide tentar fazer o mesmo com a radiação de Rampage. 

Um procedimento perigoso, mas bem sucedido que termina com o homem de aço a absorver as bioenergias da vilã e a expeli-las para longe de Metrópolis. 

Como resultado das acções de Superman, Faulkner regressa ao normal (Superman #7, Vol 2, de 1987).

Um segundo round entre Superman e Rampage iria ocorrer nas páginas de Superman #24, no ano seguinte. 


 


Kitty ainda se encontrava hospitalizada devido aos efeitos secundários da sua exposição à radiação, quando vai receber a visita de Moyers. 

Este oferece a Kitty um tratamento experimental que visava melhorar a saúde da cientista. 

Embora recusando, de início, os avanços do seu antigo colega, Kitty acabará por ceder e ver-se-á transformada uma vez mais (e contra a sua vontade) na Rampage.

Desta feita, não temos uma Rampage irracional, mas antes uma criatura controlada por um colar desenvolvido por Moyers. 

O aparelho permitia ainda a Rampage libertar-se do excesso de radiação.


 


Moyers pretendia usar Kitty como arma contra o senador Herbert, um político corrupto sob a alçada de Lex Luthor.

É neste contexto que Rampage se volta a degladiar com Superman.

     Kal tenta acabar a luta servindo-se do seu truque de absorção, mas falha. 

Segue-se uma luta rápida e brutal, na qual Kal percebe que Rampage não controla as suas acções, mas antes que é o peão de outro. 

Superman não tarda então em libertar Rampage do seu jugo mental e a capturar Moyers. 

Kitty consegue manter a sua forma de Rampage sem perder o controlo e é ilibada de possíveis acusações.

Tudo acaba bem.






Posted on terça-feira, junho 25, 2019 by Ivo Silva

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terça-feira, 21 de maio de 2019





Também conhecido pela nomenclatura de Marvel Super Heroes in the War of Gems, este foi mais um jogo desenvolvido pela Capcom, baseado na popular saga da Marvel Comics dos anos 90, a Infinity Gauntlet. 

Para ser mais correcto, o jogo mistura elementos da história da sequela conhecida pelo termo de Infinity War. 

Nesta última, o vilão não é Thanos, mas antes Magus, que nada mais, nada menos é senão a contraparte maligna do benevolente herói cósmico Adam Warlock. 

Contudo, e com a mistura das storylines, War of Gems obriga-nos a ter que enfrentar Thanos também. 

Cabe então a um grupo de heróis, reunidos por Warlock, a tarefa de impedirem que tanto Magus, como Thanos se apoderem das joias do infinito e se sirvam das mesmas para se tornarem em deuses e semearem o caos no universo.


 


O rol de heróis é menor do que aquele que seria apresentado em Marvel Super Heroes, consistindo em apenas 5 heróis, nomeadamente: Spider-Man, Iron Man, Hulk, Wolverine e Captain America.

Lançado no continente europeu em 1996, em exclusivo para a SNES, War of Gems não é um jogo de luta como o Marvel Super Heroes, mas antes um beat'em up com muitos elementos de plataformas.

Como se sucede com outro título da Capcom da época (X-Men: Mutant Apocalypse),também aqui temos níveis mais adequados a esta ou aquela personagem.

Alguns exigem a capacidade de escalar de Wolverine e Spidey, ao passo que outros serão mais fáceis se recorrermos ao poder de voo do Iron Man. 

Em todos eles o objectivo é o contudo o mesmo. 

Derrotar todos os oponentes que nos forem surgindo pela frente e evitar as muitas armadilhas de forma a conseguirmos progredir no nível e alcançar o boss final do mesmo.


 


Num jogo no qual o contra-relógio é inexistente, War of Gems tem certos níveis onde o próprio design do mesmo acaba por funcionar como tempo limite. 

Falo do nível mais infame de War of Gems, o do Aquário.

Neste para além da nossa personagem ir progressivamente perdendo o ar (representado pela barra de energia que diminui vertiginosamente), temos que lidar com o facto da mesma, seja ela qual for, se mover em câmara lenta à la níveis de água dos velhinhos jogos do Sonic da Mega Drive. 

O jogo em si, embora não seja de todo longo, com seis níveis iniciais e um último final, está repleto de dificuldades que passam pelos múltiplos hazards e inimigos que os nossos heróis irão encontrar. 

Para além das plataformas colocadas em sítios inconvenientes, ou mesmo invisíveis como no Castelo Doom, temos ainda gases venenosos, múltiplos aparelhos de segurança e inúmeras paredes a travar o nosso progresso.


 


O rol de adversários, embora vá repetindo de longe a longe, é bastante fresco e busca inspiração no material de origem. 

Na categoria de adversários normais temos os Doombots, androides ao serviço do infame Doctor Doom, assim com Dopplegangers, criados por Magus, que representam outros heróis da Marvel, nomeadamente: Puck, She-Hulk, Vision, Iron Man, Wolverine, Daredevil, Hulk, Sasquatch, Thing, entre muitos outros.

Muitas destas versões malignas dos nossos aliados servirão ainda como bosses intermédios e finais de alguns dos níveis.

Para além destes temos ainda os grandes bosses do jogo na figura do Doctor Doom (que defrontaremos duas vezes), Blackheart, Magus e Nebula, uma espécie de aquecimento antes do verdadeiro boss final, Thanos.

Como em Marvel Super Heroes também aqui as joias desempenham um papel muito importante, ao permitirem-nos melhorar as nossas personagens ao usa-las. 

Se nos 4 níveis iniciais apenas podemos usar duas, isso muda com os três últimos níveis. 

O jogador pode, como em qualquer beat'em up servir-se ainda de itens de saúde existentes nos níveis como forma de restaurar a sua barra de energia se tal se mostrar necessário.


 


A música não poderia ser mais dinâmica e o visual é deveras atraente, embora o level design possa pecar por repetitivo. 

De todos os níveis apresentados, que levam as nossas personagens titulares aos quatro cantos do globo e mais além, o da Latvéria e o do Asteróide da Morte são os mais impressionantes para os fãs das comics.

As belas cutscenes ajudam também a estabelecer o ambiente, numa época em que as full motion ainda não eram assim tão comuns.

Dono de uma dificuldade mediana, o jogo depende muito da personagem escolhida. 

As melhores em termos gerais serão a dos dois Avengers. 

O Cap pelo seu escudo, que funciona como um projétil deveras eficaz, e pelo facto de ser o mais balanceado dos heróis em termos de força e agilidade. 

O Iron Man pela sua rapidez, duplo salto e poder de voo.


 


Com apenas um modo de jogo, War of Gems conta com uma curiosidade na figura de um nível treino no Avengers Compound, que tenta tornar o jogo num de luta ao estilo do seu irmão mais velho, o Marvel Super Heroes.

Em suma, War of Gems é um jogo interessante, que dá uma perspectiva diferente à história que é contada em Super Heroes na Saturn.








Posted on terça-feira, maio 21, 2019 by Ivo Silva

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segunda-feira, 20 de agosto de 2018



 


Tanto uma como outra fizeram as suas estreias nas páginas de uma comic ostentando muito pouca indumentária. 

A princessa de Tamaran, Koriand'r, fez a sua primeira aparição num preview dos New Teen Titans apresentado nas páginas de DC Comics Presents #26 (Vol 1, de 1980). 


 


O seu uniforme original já era bastante revelador, mas Starfire vai mesmo assim experimentar um bikini pela primeira vez numa festa dos ainda recém-formados novos Titans em The New Teen Titans #2 (Vol 1, de 1980). 

Essa história seria revisitada pelo Booster Gold numa das suas muitas aventuras temporais.

Starfire iria repetir esse experimento inúmeras vezes. 

As mais recentes ocorreriam durante o New 52, nas páginas de Red Hood and The Outlaws (Vol 1, de 2011) e em Superman Annual #1 (Vol 3, de 2012), sendo que em ambos Koriand'r disfrutava de um belo dia de Sol na praia.


 


O primeiro, bastante controverso, na companhia de Jason Todd (Red Hood) e Roy Harper (Arsenal) e o segundo sozinha. 

Neste último, o sossego da poderosa guerreira foi interrompido por um Daemonite. 

Por vezes, ela nem precisa de bikini, como pode ser visto em Titans #1 (Vol 2, de 2008). 

Nessa história, que marcaria o regresso dos Titans dos anos 80, Starfire está na piscina, totalmente ao natural, quando é atacada por um dos demónios de Trigon. 


 


E estas não foram as únicas vezes que veríamos Starfire neste género de trajes (ou falta deles).

Contudo, o tempo urge e é chegada a altura de irmos até ao Universo Marvel dar uma vista de olhos numa heroína cujo primeiro uniforme não é de todo um uniforme, mas antes uma camisa esfarrapada, ao bom estilo do seu famoso primo, o Hulk. 


 


A advogada Jennifer Walters fez a sua estreia nas comics no mesmo ano que Starfire, com The Savage She-Hulk #1 (Vol 1). 

A primeira vez que vemos Jen aproveitar o Sol vai ser em Fantastic Four #275 (Vol 1, de 1985).

Uma primeira vez que iria sair caro a Jen, uma vez que ela é apanhada pelas objectivas dos sempre incómodos paparazzi.


 


Seria em Sensasional She-Hulk que veríamos mais de Jen em modo veraneante, nomeadamente nos issues 8, 18, 25 ( nos três ela sonha com Hércules, uma das suas grandes paixões), 33, 34 (um merecido descanso rapidamente interrompido pela ameaça do Black Talon e dos seus zombies mutantes), 50 (na companhia da Wasp) e 56 (atacada pelo War Zone quando estava a gravar um comercial).


 


She-Hulk foi umas das muitas heroínas e heroís a participar no Marvel Swimsuit Special de 1992, assim como marcaria presença em três capas da revista Marvel Age (uma delas na companhia dos X-Men e outra com a presença dos West Coast Avengers). 


 




Em tempos mais recentes, Jen não tem tido assim tantas oportunidades de estar na praia ou numa piscina, pois muitas são as peripécias pelas quais tem passado (desde boxe intergaláctico contra o Elder of the Universe chamado Challenger, até um encontro quase fatal com Thanos). 

Agora a decisão é vossa, caros leitores e leitoras.

Qual destas duas heroínas merece levar para casa o prémio de melhor personagem fictícia a usar um bikini? 

E não, não falem na Leia.

Ela pertence a um outro Universo muito distante e o seu bikini não foi usado por vontade própria ou sequer perto de algo semelhante a uma praia ou piscina.

Stay Tunned!




Posted on segunda-feira, agosto 20, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 13 de novembro de 2017



 

Em Sensational She-Hulk #10 (Vol 1, de 1989), a golias verde é convidada para comparecer nos escritórios de uma destacada empresa chamada Pseudonix Inc. 

Após ter perdido o seu trabalho como advogada, Jen não vê mal em aceitar a proposta do bilionário Lexington Loopner, o dono da referida empresa que lida com realidade virtual. 

Talvez se trate de uma proposta de trabalho (pensa Jen). 




Lexington oferece os seus serviços de consultadoria de borla em troca de Jen salvar a sua vida que está a ser ameaçada por um cliente revoltado. 

Este último, servindo-se da inovadora tecnologia virtual da companhia, imagina-se imparável, um verdadeiro Superman. 

Na verdade, Clark Finark não passa de um homem normal vestido no mais aberrante dos uniformes, ostentando o nome de Pseudo-Man (um subtil nod a um certo Homem de Aço).


 


Obviamente a She-Hulk não leva tal oponente a sério e tenta encerrar a contenda rapidamente (Sensational She-Hulk #11, Vol 1, de 1990). 

Na verdade, Jen toma essa decisão após perceber que o Pseudo-Man não pretende apenas vingar-se de Loopner, mas também refazer o mundo à sua imagem tresloucada, servindo-se do elmo que lhe dá os poderes para esse efeito. 

No entanto, e embora o seu oponente seja aquilo a que podemos chamar de trinca espinhas, Jen é lançada no ar sem esforço, o que deixa Loopner vulnerável a ser atacado pelo Pseudo-Man. 


 


A surpresa She-Hulk não tarda a regressar e mesmo a tempo de destruir as máquinas de realidade virtual que atormentavam Loopner. 

Este último revela-lhe que o segredo para vencer Finark passa por destruir o elmo, condutor da tecnologia pseudónica.

Loopner revela ainda que o Finark nem sequer é humano, mas antes um alien proveniente do planeta Veegwal e que por mero acaso também é um candidato ao Senado norte-americano. 


 


Entretanto, Pseudo-Man usa o seu elmo para dar vida a formas gigantes do E.T, do Uncle Sam e do Ronald McDonald que usa para atacar o centro de Nova Iorque. 

Pelo meio, Pseudo-Man faz surgir a Enterprise, assim como modifica a estátua da liberdade, tornado-a menos própria para ser vista por menores, e transforma os ratos da cidade em versões distrocidas dos populares roedores da Disney. 

Jen tenta múltiplas investidas, com o objectivo de colocar um ponto final em toda esta loucura, no entanto, apenas logra em ser batida pelo Pseudo-Man uma e outra vez. 


 


Até o seu precioso carro voador é destruído pela visão especial de Pseudo-Man. 

É então que Jen decide inovar na sua ofensiva e literalmente atira lixo na cara do Pseudo-Man. 

Insultado, o vilão atira-se sobre Jen, o que levará a luta do duo para os subterrâneos da cidade. 


 


É lá que Jen usa inúmeros cabos de alta-voltagem para dar um curto-circuito no elmo, colocando um ponto final na breve carreira criminosa do Pseudo-Man e restaurando a cidade ao seu estado normal. 






Posted on segunda-feira, novembro 13, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 13 de março de 2017







No início da sua carreira, Peter Parker tentou juntar-se a tudo o que era super-equipa da Marvel na expectativa de com isso ganhar um dinheirito extra para poder ajudar a tia May nas despesas.

 O aranhiço não teria sorte, recusando juntar-se ao Fantastic Four no início de Amazing Spider-Man #1 (Vol 1), em 1963, depois de descobrir que não lhe seria pago um salário. 



 



Apesar disso, Spidey iria tornar-se um dos aliados mais frequentes dos Fantastic Four e um dos melhores amigos do seu membro mais novo, Johnny Storm. 

Parker tentaria a sua sorte junto dos heróis das poderosos do planeta, os Avengers, três anos mais tarde nas páginas de The Amazing Spider-Man Annual #3 (Vol 1). 



 



Os Avengers reúnem-se na Mansão para discutir um possível ingresso de Spidey na equipa. Com as opiniões internas a dividirem-se, o grupo pede a opinião de um outro herói (o qual recusou por mais de uma vez um lugar nos Avengers), o respeitado Daredevil.

 Matt vai dar o seu aval à presença de Peter nos Avengers. 

Spider-Man vai ser então formalmente convidado para se juntar à equipa.
  
Com Peter a ponderar os prós e contras de ser um Avenger, eis que Iron Man lhe propõe um teste às suas habilidades. O dito teste passa por algo tão simples como capturar...o Hulk. 

 Com o golias verde a rondar Nova Iorque, os Avengers pedem a Peter a simples tarefa de atrair o Hulk para a Mansão, de forma a que o resto da equipa o possa capturar. 

Spidey inicia a sua perseguição ao Hulk, acabando por envolver numa batalha física com o mesmo. Com um golpe de sorte, Hulk reverte para Bruce Banner, que explica a sua origem a Peter. 

Peter não vê Hulk como um vilão, mas antes um homem atormentado, pelo que depois de derrubar o golias verde com um soco bem colocado (Hulk tinha acabado de se transformar e ainda estava fraco), Spidey deixa-o ir em paz, perdendo com isso a sua oportunidade de ser um Avenger. 



 




Curiosamente, e embora este seja visto como sendo o primeiro encontro entre os Avengers e Spider-Man, ambos já se haviam cruzado em The Avengers #11 (Vol 1), de 1964. 

Após ter auxiliado Captain America na apreensão de um grupo de assaltantes, Spidey vai ser convidado a ir à Mansão dos Avengers discutir um possível ingresso na equipa. 

Contudo, os restantes membros, particularmente Thor (que lhe chega a atirar o Mjolnir), têm uma reacção bastante negativa à presença do aranhiço nas suas instalações. 

O que os Avengers desconhecem é que este Spidey não é o verdadeiro, mas antes um robot criado por Kang com o objectivo de aniquilar os Avengers. 


 


Com isso em mente, o falso Spidey atrai os Avengers para o interior do Templo de Tirod, no México, onde os derrota com facilidade. 

Ironicamente, o verdadeiro Peter Parker seguiu o grupo e consegue destruir o robot, libertando os Avengers no processo. 

Ainda assim, isto não seria o suficiente para os Avengers o adicionarem ao conjunto.

 


Passariam anos até Spidey voltar a tentar juntar-se aos Avengers.

 Mais uma vez com o objectivo de ganhar mais algum dinheiro*, Peter “invade” a Mansão, em Avengers #236 (Vol 1), de 1983. 

A sua apresentação não corre pelo melhor, pois para além de destruir parte do equipamento de defesa da Mansão, Parker tece alguns comentários mais jocosos na direcção da She-Hulk e de Starfox, quando Captain America lhe sugere que a possibilidade de ficar como membro reserva. 

A sua visita torna-se ainda mais curta, quando o alarme da Mansão dispara, alertando os Avengers para a existência de uma nova missão.


 


Apesar de claramente indesejado, Spidey insiste e discretamente apanha boleia no Quinjet da equipa. É evidente que não demorará muito para que Parker seja descoberto.

 Apesar de inicialmente bastante aborrecido com a presença de Spider-Man naquilo que é uma missão oficial dos Avengers, Captain America acaba por permitir que o herói os acompanhe. 

Seria uma espécie de teste, semelhante aquele de 1966. 

Contudo, mais uma vez as coisas não correm bem, pois devido à sua natureza solitária, Spider-Man falha em seguir à risca as ordens de Steve Rogers, durante a luta contra os Lava Men (uma das muitas raças subterrâneas do Universo Marvel).

 A chegada tardia da Capitã Marvel, a.k.a Monica Rambeau, acaba por salvar o dia. 

A heroína coloca, com um pouco de diplomacia, um ponto final no ataque dos Lava Men ao Projecto Pegasus.


 


A aventura no Projecto Pegasus prossegue em Avengers #237 (Vol 1), com Spider-Man a ser admitido pela Wasp como um membro reserva, na condição que aprender a seguir ordens.

 Depois de tratarem dos Lava Men, os Avengers e Spider-Man enfrentam uma incarnação dos Masters of Evil liderada por Moonstone. 

O combate não dura muito e não tarda até que os Avengers tenham nas mãos problemas bem maiores que lidar com um grupo de vilões. 

Antes de por em fuga, Moonstone coloca em marcha o objectivo do seu ataque.

 O de destruir o Projecto Pegasus. 


 


Com o reactor, que fornece toda a energia ao local gravemente danificado, a única coisa que pode impedir a total aniquilação do sítio é, ironicamente, Spider-Man. 

Fazendo uso da sua formação académica, Peter guia Captain Marvel e ambos evitam o que seria um desastroso meltdow.

 Infelizmente, e apesar de ter sido aceite pelos membros como reserva, Spider-Man vai ver a sua candidatura recusada por um oficial da Segurança Nacional dos E.U.A*, que considerava o aranhiço como um fora da lei.


* Os membros dos Avengers eram ainda remunerados nesta altura, através da Fundação Maria Stark e tinham uma ligação directa ao governo norte-americano.








Posted on segunda-feira, março 13, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 27 de junho de 2016



     Muito antes de um certo Wade Wilson quebrar a quarta dimensão já Jennifer Walters, a.k.a She-Hulk, o fazia faz muito. Nas páginas da sua comic, The Sensational She-Hulk, tivemos oportunidade de ler e ver algumas das histórias mais estranhas e hilariantes que alguma vez tiveram lugar na continuidade regular do Universo Marvel. 


     Uma dessas aventuras teve lugar em The Sensational She-Hulk #9, publicada a Dezembro de 1989.
A história propriamente dita começa de uma maneira algo invulgar. 

     Uma irritadíssima Jennifer está ao telefone com...o editor da sua própria comic, um tal de Bobbie Chase. Walters protesta com Chase acerca da qualidade duvidosa do trabalho da equipa criativa. Aparentemente, Walters acha que não só não está bem desenhada, como o apartamento no qual se encontra nem sequer é o seu. A heroína questiona se tanto o desenhista como o argumentista se deram ao trabalho de pesquisarem antes de começarem a elaborar a comic propriamente dita.

     Um desesperado Chase pede desculpa e diz que o assunto será resolvido, contudo basta She-Hulk colocar um pé fora do seu apartamento para notar que nem sequer está em Nova Iorque (a cidade onde mora), mas antes em Londres...

 

     Enquanto todo este caos inicial se abate sobre sobre a nossa heroína, um vilão conspira não para conquistar o Mundo, mas antes para roubar o protagonismo da She-Hulk e tornar sua a comic dela. 

     O vilão em questão é um velho inimigo do Captain America de  nome Madcap. Com um factor de cura invejável e um elevado grau de insanidade, Madcap não perde tempo em atacar She-Hulk, que nesta altura passeia-se por um parque de diversões. 

     Chamando a atenção de Walters ao efectuar um salto mortal, Madcap consegue, com a sua já referida insanidade, alterar a percepção que os outros têm da realidade, pelo que não tarda até que as pessoas no parque, incluindo a She-Hulk, sejam afectadas. 


     Desde sentir que caminha sobre gomas até rodopiar uma baleia, She-Hulk só desperta deste "Mundo louco" quando é forçada a combater com a "guarda pessoal" do vilão (meras crianças sobre a sua influência e que Walters tem dificuldade em controlar) e este a obriga a comer lixo. 

 

     Enojada, Walters sente que já aturou o suficiente. Arrastando Madcap para longe, ela golpeia-o com tanta força que quase lhe arranca a cabeça dos ombros. 

     Contudo, Madcap é literalmente imortal pelo que não há como o parar (para aborrecimento de Jennifer) ou haverá? Com Madcap a ameaçar assumir controlo da comic, Walters decide recorrer a medidas drásticas. 

     She-Hulk rasga a vinheta na qual Madcap está e perante os protestos abafados do vilão atira-o para um cesto no lixo, procedendo de seguida à sua incineração.

     Com a paz reposta e sem Madcap no horizonte, Jen sente que pode finalmente relaxar (até porque já está na última página da comic), contudo a equipa criativa discorda e o desenhista trata de lançar um rinoceronte no caminho da She-Hulk.

     Não há paz para a nossa heroína verde favorita.



Posted on segunda-feira, junho 27, 2016 by Ivo Silva

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013


Os Grandes Momentos Marvel, deste mês, traz aos seus leitores algumas das melhores e mais caricatas estórias natalícias, passadas em um universo polvilhado de heróis em collants. Espero que apreciem esta pequena selecção imbuída de espírito natalício.



She-Hulk e o Pai Natal

Durante o período em que John Byrne escreveu e desenhou as suas estórias, a prima do Incrível Hulk viveu algumas das suas mais mirabolantes e estranhas aventuras. Partindo da premissa de que sabendo quem fez o bem e quem fez o mal, Byrne vai presentear-nos, nas páginas do número 8 de Sensational She-Hulk, com uma versão detectivesca de São Nicolau. Com o nome de Nick St. Christopher, o Pai Natal vai ajudar Jennifer Walters a apanhar um serial killer.




Santa Hydra

A Hydra funciona, no universo ficcional da Marvel, como a contraparte terrorista da Shield. Como tal, a Hydra possui um vastíssimo arsenal de armas de destruição massiva. Uma delas, ironicamente, é um robot gigantesco do Pai Natal, com o verde a substituir o vermelho. (verde é a cor da Hydra) Surgindo nas páginas da mini-série de Fing Fang Foom, este “Pai Natal mau” vai semear o caos e anarquia por Nova Iorque, em plena véspera de Natal.




Santrom

Continuando na temática das versões robóticas do Pai Natal, nas páginas do Marvel Holiday Special, de 2005, os New Avengers vão ter que se haver com um Ultron 6 modificado para agir como São Nicolau. Alterado numa cave, por uma jovem para quem o Natal era tudo, o “Santron” deveria levar alegria e bem-estar a todas as crianças, no entanto, a programação assassina de Ultron vem ao de cima, e ele ataca os Avengers.




Oh Santa, Santa

Certa vez, o nosso amigo aracnídeo, Spider-Man, vai ver-se no olho da rua, em plena véspera de Natal. Juntamente com a esposa, Mary Jane, Peter vivia em um dos condomínios mais luxuosos da Grande Maçã, contudo, os atrasos no pagamento da renda vai levar a que o aranhiço seja despejado. O que vale, e a essência da estória em si, é que os amigos e família vão estar lá para os acolher e ajudar.



Vésperas de Natal na Mansão X

O Natal é sempre animado para os mutantes do Professor Xavier, nas páginas de Uncanny X-men ou de X-Factor, já vimos a forma “violenta” como este dia lhes chega. Kitty Pryde teve que sobreviver a um encontro com um membro da raça dos N’Garai, em uma luta que arrasou com parte da Mansão. Jean e Scott enfrentaram um enxame de sentinelas que lhes veio interromper um, até então, tranquilo banquete de Natal. Cannonball defrontou e venceu, em Times Square, um infinitamente mais poderoso Gladiator, dos Shiars. Por último, tanto Iceman, como Archangel, tiveram as suas lutas com o homicida Sabretooth, em uma Nova Iorque repleta pela neve.





Escrito por Ivo Silva

Posted on quarta-feira, dezembro 25, 2013 by Ivo Silva

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