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terça-feira, 14 de outubro de 2025

 

 

 

Em 2003, pelas mãos da Konami, sairia aquela que se tornaria numa das minhas entradas favoritas em uma das minhas séries de eleição. 

Falo do lançamento de Castlevania Aria of Sorrow para o GBA. 

O terceiro título da série a gracejar a consola 32 bits portátil da Nintendo, Aria é de longe o mais polido dos três, sobretudo no que aos gráficos e gameplay diz respeito. 

 

Posted on terça-feira, outubro 14, 2025 by Ivo Silva

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quinta-feira, 31 de outubro de 2024


 

 

Desenvolvido pela Konami e lançado em exclusivo para a portátil da Nintendo, o Game Boy, corria o ano de 1998, Castlevania Legends seria a terceira e última entrada da série para a velhinha consola 8 bits. 

Antecedida por dois Castlevania's Adventures, protagonizados por Christopher Belmont, Legends não será uma sequela deles, mas antes uma prequela para toda a série. 

 

 

 

Em Legends seguimos os passos de Sonia Belmont, que procura livrar a sua terra do mal representado por Drácula. 

 

 

 

Neste jogo é indicado que não só Sonia nasceu com certas aptidões (denotadas pela sua proficiência quer no campo da magia, quer a nível físico), como também seria a primeira Belmont a usar o Vampire Killer (nome do famoso chicote) para enfrentar o maléfico vampiro. 

 

 

 

Sonia é também a primeira dos Belmonts a encontrar-se com o filho renegado do conde, Alucard (cuja aparência aqui está de acordo com o seu visual em Symphony of the Night, embora com o cabelo roxo e cor de pele azul clara). 

 

Posted on quinta-feira, outubro 31, 2024 by Ivo Silva

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segunda-feira, 28 de outubro de 2024

 

 

 

A vampira que dá pelo nome de Rosa, pode ser encontrada num jardim de rosas localizado no interior da Villa de J.A.Oldrey, anteriormente um dos homens mais abastados da região, mas agora nada mais que um vampiro, servo de Drácula. 

 

 

 

Será lá que ela irá encontrar os dois protagonistas de Castlevania 64 (lançado para a N64 em 1999), não tentando impedir o progresso nem de Reinhardt, nem de Carrie, mas avisando para os perigos que espreitam a ambos, se não abandonarem aquele local. 

 

 

 

Rosa tem um comportamento bastante distinto dos restantes vampiros da mansão. 

Um ser pacífico, Rosa procura livrar-se do seu vampirismo e tenta fazê-lo, inicialmente, expondo-se à luz solar que banha, todas as manhãs,  o interior de uma das grutas nos subterrâneos por debaixo da Villa.

Reinhardt irá salvá-la desse triste destino, tomando como seu objectivo pessoal encontrar uma cura para a aflição de Rosa. 

 

 

 

No entanto, mais tarde, ela será forçada, pelo espectro da Morte, a enfrentar Reinhardt, no centro do castelo (surgindo como boss exclusivo do caçador) do conde.

 

 

 

Rosa usa, como suas armas de eleição, uma rapier e as rosas de que tanto gosta.

Contudo, ela não consegue matar Reinhardt, sacrificando-se no encontro seguinte entre ambos por ele, durante o desafio deste último com o espectro da Morte. 

Felizmente, e graças muito provavelmente à sua morte altruísta, Rosa é ressuscitada no final do jogo (isto se chegarmos ao fim com Reinhardt). 

 

 

 

 

Essa ressurreição trá-la de volta como uma humana novamente, com o jogo a terminar com ela e Reinhardt juntos a verem os escombros do que outrora fora o castelo do senhor dos vampiros. 

Rosa regressa no remake/prequela do Castlevania 64, com basicamente a mesma história e desfecho (Castlevania Legacy of Darkness, para a N64, em 2000). 

Infelizmente a personagem, como muitos outros elementos dos jogos da série para a N64, não irá regressar novamente.






Posted on segunda-feira, outubro 28, 2024 by Ivo Silva

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sábado, 29 de outubro de 2022

 

 

 

REVENGE OF THE VAMPIRE






O infame conde Heydrich está de volta. Após ter sido abatido, juntamente com a sua maléfica irmã Katrina, o conde regressa da sua breve estadia no além, mais poderoso que nunca. 

Desta feita, a batalha não se irá travar na sua pátria de Mortvania, mas nas distantes terras de Shamutanti Hills. Infelizmente, para o jogador, o dito conde, que já era uma figura que imponha respeito e medo, está ainda mais poderoso. 

Há quem diga mesmo, invulnerável. 

 

 

 

Nesta aventura fantástica de 1995, escrita por Keith Martin e maravilhosamente ilustrada por Martin McKenna, cabe ao jogador (neste caso o leitor) a tarefa de encontrar o conde e colocar um ponto final na sua ameaça. 

Algo que não começa por ser uma missão sua, mas algo que lhe é passado para as mãos após a morte do velho Henrik van der Termlen, na cidade do Old World, conhecida como Gummport. 

Henrik era um caçador de vampiros proveniente da Mauristatia (zona à qual pertence a província de Mortvania) e vinha a esta distante terra para se encontrar com os monges do lago Libra. 

Contudo, não vai ter oportunidade de o fazer.  

 

 

 

Revenge of the Vampire é, um jogo em forma de livro, parte de uma série desenvolvida por Ian Livingstone e Steve Jackson, conhecida mundialmente como Fighting Fantasy Gamebooks. 

Munidos de um lápis e um conjunto de dados, o jogador escolhe o caminho a seguir, nesta aventura não linear. 

Sequela directa de Vault of the Vampire (conhecido em Portugal como a Maldição do Vampiro), Revenge usa muitas das tropes comuns à série e ao seu antecessor. 

Também aqui o jogador deve usar os dados para determinar a sua perícia, força, sorte e fé. A perícia representa a nossa habilidade e quanto maior for (não irá ultrapassar o valor de 12) melhor será para nós, pois não apenas isso aumenta a nossa capacidade de combate (nos duelos com as muitas criaturas sinistras que iremos encontrar), como também pode ser benéfico para realizar outros actos no decorrer da aventura (quando formos chamados a testá-la). 

 

 

 

A força simboliza, na falta de um termo melhor, a nossa força vital durante o jogo. Chegando a zero, será game over. A mesma pode ser restabelecida através do descanso (quando a situação se colocar) ou via o consumo de uma das 12 provisões que temos à nossa disposição no início da aventura. 

De salientar que ao contrário de outros títulos da série fighting fantasy, aqui não podemos ter mais do que as 12 provisões iniciais. 

 

 

 

A sorte simboliza precisamente isso. A sorte que teremos em situações específicas nas quais o livro nos pede para a testar. A mesma também pode ser usada livremente em combates, numa tentativa de evitar um golpe fatal ou de o dar, mas tal deve ser evitado, uma vez que o valor inicial da sorte diminui a cada uso, pelo que cada lançamento se torna mais e mais perigoso. 

 

 

 

A fé, que ao contrário dos outros stats pode exceder o seu valor inicial, será de particular relevância nesta aventura (como de resto já a foi em Vault of the Vampire), não apenas para conseguir superar os muitos perigos sobrenaturais, mas também como forma de aceder a certos itens abençoados. 

Também presente na sequela estão as chamadas afflictions (maldições). Estas podem surgir a qualquer altura e deixar o jogador extremamente debilitado, podendo ir de problemas nos pulmões, envenenamento ou mesmo licantropia. Felizmente, as mesmas podem ser tratadas, com a obtenção de certas poções ou via um curandeiro. O grande problema será em encontrar ambos. 

 

 

 

Uma das grandes novidades de Revenge reside nos Blood Points. Estes simbolizam a força do conde e vão variando no decorrer da aventura. Dependendo das nossas acções (nomeadamente o tempo demorado na busca pelo vampiro ou a destruição de um ou mais dos seus caixões, por exemplo), podemos encontrar um boss final acessível ou totalmente intransponível. 

De salientar que o nosso encontro com o conde pode ocorrer bem cedo...se bem que tal deve ser evitado a todo o custo. Revenge, ao contrário de Vault, não cinge a sua acção à floresta e castelo do conde, mas antes deixa-nos explorar mosteiros, estalagens, pequenas vilas, antes de seguirmos para a nova moradia do vilão. 

O objectivo é reunir o maior número de itens religiosos que conseguirmos e descobrir o máximo possível de informação antes do embate final com Heydrich.  

Nesta aventura estaremos maioritariamente sozinhos, contudo volta e meia e em algo que me remete para outros fighting fantasy (nomeadamente, Trial of Champions) poderemos contar com o auxílio de um segundo guerreiro (embora esse seja um npc e temporário). 

 

 

 

É agradável ver a arte melancólica e gótica de Martin, assim como rever vilões icónicos como o conde Heydrich e a sua irmã, a condessa Katrina, e alguns dos seus servos (como o corcel demoníaco), numa sequela maravilhosa do primeiro livro.  

 

 

 

 

CASTLEVANIA: THE BATTLE OF THE OLD CASTLE

 

 

 

Este ano tive a sorte de poder jogar, ainda que tenha sido numa versão digital, o primeiro dos dois gamebooks do Castlevania. Esta aventura foi publicada originalmente pela editora Futabasha, corria o distante ano de 1987, e nunca teve uma tradução oficial para outra língua que não a japonesa. Pelo menos até ao esforço conjunto de um grupo de fãs terem feito a conversão do texto para inglês. 

Em The Battle of the Old Castle, assumimos o controlo de um dos descendentes de Simon Belmont, numa nova tentativa de banir Drácula de volta para a sepultura. 

O protagonista da aventura, também ele chamado Simon, era um actor que representava precisamente o seu antepassado numa versão ficcionada da vida deste. 

 

 

 

O filme, chamado Castlevania, era gravado precisamente nas ruínas do velho castelo do Drácula, que por esta altura (este jogo passa-se durante dos anos 50 do século XX) já se encontrava na posse da família Belmont há mais de 200 anos. 

Juntamente com Simon temos ainda a sua namorada e colega de profissão, Lucy Lane, que faz de Mina, e Cristopher Bee, que faz de conde Drácula. 

 

 

 

Todo decorria normalmente até uma estranha porta, bem no interior do castelo parcialmente abandonado, ter sido aberta. Atrás desta porta estava o verdadeiro conde, aprisionado pelos Belmont no chamado Dark World. 

Drácula está de volta e sedento por vingança contra os Belmont, pelo que procede a raptar a jovem Lucy, transformar o cast do filme em zombies (incluindo Bee) e enchendo o castelo com diversas criaturas sinistras sobre o seu comando. 

Cabe então a Simon (o actor) resgatar Lucy e fazer aquilo que os seus antepassados fizeram séculos antes, banir novamente o conde. 

 

 

 

Nesta aventura fantástica, teremos que lançar alguns dados de início, para acessar a força e resistência do nosso herói, mas elementos como a energia vital ou os corações (usados aqui como elemento monetário) começarão sempre a 10. Estes últimos podem aumentar ou diminuir conforme o decorrer da aventura, via certos caminhos tomados ou acções realizadas. 

A energia vital é particularmente importante, uma vez que sem que ela esteja a níveis elevados (ou se chegar a zero) dificilmente conseguiremos defrontar o conde. 

Contudo e antes de chegarmos ao Drácula, devemos ultrapassar alguns dos seus mais poderosos servos. O monstro de Frankenstein, a princessa fantasma, a múmia do além, o grim reaper, o lobisomen (que faz a sua primeira aparição de sempre no franchise), as sedentas vampiras ou o morcego gigante são obstáculos que devem ser batidos não apenas com mera força, mas usando sobretudo a astúcia e certos itens encontrados (ou comprados) pelo caminho. 

 

 

 

Após serem derrotados, esses bosses deixam ficar para trás orbes. As mesmas devem ser recolhidas, de forma a podermos defrontar o conde (devemos ter todas). 

Para acedermos aos bosses devemos ter chaves para entrar nas suas salas. Estas podem ser encontradas no castelo ou na zona circundante fora dele, pelo que a exploração (embora muitas vezes seja feita de forma circular, pela existência de muito backtracking) é fundamental neste jogo. 

Por conseguinte para conseguirmos derrotar os muitos monstros que iremos encontrar devemos não apenas usar o nossos chicote inicial (que pode sofrer upgrades mais para a frente), mas também inúmeras armas e objectos que iremos encontrar. 

Machado, crucifixo, água benta, faca, corda, lamparina, entre muitos outros objectos, podem tornar a nossa aventura muito mais fácil quando devidamente usados. 

 

 

 

Old Castle é maravilhosamente ilustrado, sendo no seu âmago uma espécie de remake do jogo de vídeo original da série, uma vez que recupera grande parte do seu cenário, inimigos e acção. 

Ainda assim apresenta algumas mudanças na figura de Gregoriano IV e a sua filha (ambos fantasmas amaldiçoados por Drácula), o demónio mercador (que não surge na versão do jogo da NES), a donzela em apuros ou uma espécie de versão zombificada do conde (na figura do actor Bee). 

Este livro conta com finais múltiplos, que podem ou não ver Simon resgatar a sua amada. Uma pequena pérola escondida do franchise. 

 

 

 

 

Posted on sábado, outubro 29, 2022 by Ivo Silva

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terça-feira, 25 de outubro de 2022

 

 

 

Um dos meus monstros e bosses favoritos do Castlevania, os chamados Dead Nobles são mais um conjunto de personagens do que uma em concreto. 

Como o próprio nome indica estamos a lidar com elementos da nobreza já falecidos, que surgem como obstáculos no caminho dos Belmont, normalmente na figura de fantasmas. 

 

 

 

A primeira aparição deste género de adversários deu-se em Super Castlevania IV (SNES, 1992), de três maneiras. Primeiramente na figura de dois adversários menores. Os dançantes Dead Nobleman e  Dead Noblewoman. 

 

 

 

Ambos surgem no sexto nível do jogo, os Halls, e servem como aperitivo para um terceiro e mais poderoso inimigo, que é precisamente a combinação de ambos, o chamado Ghost Dancers. 

Ora o boss desse nível, chamado de Dancing Specters (individualmente o duo chama-se Fred Askare e Paula Abghoul), é uma versão powered up dos Ghost Dancers, que ataca o jogador através de simplesmente dançar na direcção deste. 

 

 

 

Ocasionalmente o duo, que se encontra mascarado (ao estilo do Vega ou dos Shy Guys) podem atacar fazendo uso de afiados sabres. 

A área onde Simon Belmont defronta o duo está adornada por duas estátuas demoníacas bastante detalhadas. 

 

 

 

Esse elegante duo repete a aparição, embora relegado agora para o papel de inimigo secundário em subsequentes jogos portáteis da série, nomeadamente Aria of Sorrow, Dawn of Sorrow e Portrait of Ruin, lançados para o GBA e a DS entre 2003 e 2007.  

 

 

 

Em Aria, o protagonista Soma lida com alguns desses fantasmas nas áreas da capela e do salão de dança. 

O seu método de ataque não difere muito daquele visto em Castlevania IV, e a sua resistência às armas de Soma não é propriamente grande. 

Em Dawn, Soma volta a encontrar este tipo de dançarinos em duas áreas distintas do jogo, nomeadamente na Dark Chapel e na Demon Guest House. 

Por último, em Portrait estes surgem na 13th Street. 

 

 

 

A última vez que veríamos um desses fantasmas dançantes seria em Lament of Innocence (PS2, 2003), representados num dos quadros existentes no Ghostly Theatre. 

Nobres singulares, ostentando sabres como arma primária, também podem ser enfrentados como inimigos comuns no jogo de 2006, intitulado Curse of Darkness. 

Lá teremos que lidar com duas versões do chamado Dead Fencer e do Dead Baron, assim como o muito mais letal, mas felizmente menos comum, Duke Mirage. 

Estes espadachins podem ser encontrados em diferentes áreas do jogo, desde o templo de Garibaldi e a cidade de Cordova, até às torres da eternidade e de Evermore. 

 

 

 

Posted on terça-feira, outubro 25, 2022 by Ivo Silva

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terça-feira, 6 de setembro de 2022



Lançado em 1993 para a SNES pela acção conjunta dos estúdios da Konami e da Palcom Software (esta última apenas na Europa), Pop'n Twinbee é um shoot'em up, ou antes um cute'em up, ao estilo de jogos como Parodius e Cottom, que é jogado de forma vertical, por um ou dois jogadores (estes em simultâneo). 

 

 

 

O sexto jogo da série Twin Bee, e o primeiro a ser lançado na 16 bits da Nintendo, Pop'n Twinbee vê o jogador (ou jogadores) assumir o controlo de Light e da sua nave azul, a Twinbee, ou então Pastel e a sua nave rosa, a Winbee. 

O duo de heróicos pilotos seguiam em patrulha pelos céus da ilha de Donburi, quando recebem um sinal de socorro vindo de uma rapariga chamada Madoka. 

Dona de um café na ilha, melhor amiga de Pastel e o interesse romântico de Light, é também a neta do cientista maligno, Mardock. 

Este fora um bom homem até ao dia em que uma forte pancada na cabeça o fez virar-se para o mal (numa situação inversa ao que aconteceu com o Son Goku, da série Dragon Ball, por exemplo).

 

 

 

Madoka alerta o duo de que o seu avô criou um grupo de humanóides subservientes chamados de Acorn Crew, e com eles pretende dominar toda a ilha. 

Cabe aos nossos heróis garantir que tal não aconteça. 

Twinbee e Winbee partilham as mesmas características, no que ao gameplay diz respeito, sendo que a única diferença entre ambas as naves reside meramente na, já referida acima, coloração.

Ambas as naves contam com pequenas naves de apoio, cuja formação pode ser escolhida pelo jogador, podendo este optar pelo voo normal (as pequenas a seguirem a nave mãe), surround (estas andam à volta) ou engulf (com estas a rodear). 

Tal escolha é feita logo no início do jogo, aquando da escolha do nome que o jogador pretende usar. 

 

 

 

O jogador, que começa com três vidas e um número limitado de continuas, dispõe do chamado Chibi  Blast, um disparo regular, que pode e deve ser usado em auto-fire, e que será a sua principal arma ofensiva durante o jogo. 

Para lidar com adversários mais próximos da nave, o jogador pode usar o punch e socá-los violentamente. 

Por sua vez, os inimigos que nos atacam a partir do solo, podem ser despachados com o recurso à chamada Bomb. 

No caso de estarmos a jogar a dois, existe a possibilidade de efectuar um quarto ataque na forma do Throw, que permite efectuar uma espécie de fastball special (ao estilo daquilo que o Colossus ou a Rogue fazem com o Wolverine nas páginas dos X-Men). 

 

 

 

O modo em conjunto, chamado de Modo Couple faz com que os disparos dos inimigos se concentrem na Twinbee, libertando a Winbee de manobras evasivas e tornando o jogo considerávelmente mais fácil para o segundo jogador. 

Novos e mais potentes tipos de disparos podem ser obtidos através dos muitos sinos deixados para trás por adversários destruídos ou escondidos nas nuvens espalhadas pelos níveis.

Estes variam na coloração, a qual pode ser alterada se forem atingidos por disparos. 

O sino bronze dá pontos, útil não apenas para o score final, mas sobretudo para restaurar a barra de energia das naves. 

Esta barra representa a quantidade de dano que a Twinbee e a Winbee podem sofrer antes do jogador perder uma vida. 

O sino rosa concede um escudo protector, que irá proteger as nossas naves durante algum tempo. 

O verde dá-nos um Minibee de apoio (podem ser quatro no total). 

O azul permite à nossa nave subir um nível, tornando-a efectivamente mais rápida na sua movimentação. 

O púrpura traz consigo o spreader, o disparo com mais range de todo o jogo, ao passo que o prateado traz o cannon, numa versão mais larga, mas de igual poder, do Chibi Blast. 

O sino brilhante concede um disparo extra ao Chibi Blast. 

 

 

 

Munidos com todas estas armas, o jogador tem pela frente uma data de caricatos adversários, sendo que o destaque tem que ir para os membros da Acorn Crew. 

Estes são piratas que surgem não apenas como inimigos comuns no jogo, mas também comandando, sob a liderança do Captain Acorn, os inúmeros mecha bosses do jogo. 

Estes bosses finalizam os níveis, que contam ainda com outros adversários na figura de naves uva, ananazes andantes (Toko-Toko) e cachorro-quentes rastejantes, entre muitos outros. 

De salientar que cada nível conta com o seu próprio arsenal de adversários. 

O jogo conta tem sete níveis magnificamente coloridos e animados, bastante variados na sua temática. 

O primeiro passa-se na cidade de Dandelion, terminando com um embate com o canhão voador chamado Bronco. 

 

 

 

O segundo é passado nas profundezas do oceano, num local chamado Aquapark (no pun intended), numa área que faz lembrar a cidade submersa da Atlântida, e é guardada por um polvo robótico chamado Ikachudo. 

O terceiro nível vê o jogador regressar à superfície e vaguear pelas nuvens, sobrevoando as ruínas budistas de Oolong. 

No final terá que enfrentar Furogga, um robot que em muito faz lembrar um sapo. 

O quarto nível é passado na base aérea da Acorn Crew, e culmina num embate com a nave Haipata Ketombo. 

Este nível tem a particularidade de ser o mais longo do jogo e de marcar a aparição do BaronBee, uma nave muito similar à Twin e Win, mas com uma coloração púrpura e garras, em vez de luvas. 

O BaronBee não tem piloto, sendo uma nave andróide, e surge como uma espécie de mini-boss nesta área, repetindo essa função nas restantes daqui em diante. 

 

 

 

O quinto nível passa-se sobre a bela zona do Dragonfly Lake, com o jogador a ter que lidar com o navio pirata Donguri Besu. 

O sexto e penúltimo nível, vê o jogador aventurar-se pelos campos de rocha e magma nos quais se situa a base inimiga e enfrentar um mecha gigantesco feito à imagem do antagonista principal do jogo, Mardock. 

Concluída essa zona, resta apenas o laboratório do próprio doutor, no qual este se encontra à espera dos heróis, a bordo do Super Twinbee Devil. 

Batido este último obstáculo, o jogo chega ao fim com um final que pode diferir conforme o nível de dificuldade escolhido no início da partida. 

 

 

 

A acompanhar os belos sprites e os cenários coloridos e animados, temos uma banda sonora de natureza bastante nipónica e animada, que nos dá ainda mais vontade em prosseguir com a aventura em questão. 

Este foi um dos primeiros cute'em ups que tive oportunidade de jogar e o segundo shoot'em up que experimentei na SNES, e posso dizer que se revelou numa experiência bastante animada e relaxante. 

Um magnífico título para ser jogado sozinho ou com um parceiro. 

 

 

 


Posted on terça-feira, setembro 06, 2022 by Ivo Silva

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segunda-feira, 29 de outubro de 2018



 


Um dos mais comuns representantes do género de horror (e também fantasia) nos jogos de vídeo são os lobisomens.

Humanos amaldiçoados a tornarem-se em selváticas criaturas canídeas com o mero vislumbre da Lua cheia.

Tais seres têm sido apresentados de diversas maneiras nos jogos de vídeo. 

Desde heróis relutantes, até vilões impiedosos.

Temos de tudo um pouco. 

Com o Halloween quase a terminar, eis que vos apresento a minha lista dos 10 lobisomens mais relevantes nos jogos de vídeo. 

De salientar, que desta lista fazem apenas parte personagens lupinas, pelo que felídeos como a Werecat  Felicia (do jogo Darkstalkers) estão desde já excluídos.

Dito isto, vamos lá avançar para o Top propriamente dito.

Boa leitura!



Menções Honrosas:

Kelger


 


De entre os muitos lobisomens existentes na série Final Fantasy, o nobre cavaleiro Kelger é sem dúvida o mais relevante.

Membro da heróica Warriors of Dawn, Kelger não é uma personagem jogável em Final Fantasy V, mas morre para ajudar os protagonistas da Warriors of Light (esses sim jogáveis) na batalha final com Exdeath.

Kelger é a primeira personagem bestial a assumir-se como um herói na série.



Centurion


 


O herói escolhido por Zeus para resgatar a sua filha, a deusa Athena, do demoníaco Zeff. 

Este humano é ressuscitado e dotado por Zeus de uma variedade de poderes e habilidades que incluem (entre muitas outras formas) a sua transformação num lobisomem capaz de atacar a alta velocidade. 

Centurion é o protagonista de um dos maiores clássicos da Sega, Altered Beast (1988).



Link


 


É estranho ver o lendário herói numa lista de lobisomens, mas tal se deve somente devido aos eventos do jogo Twilight Princess, no qual o nobre Link assume a forma de um lobo negro.

Tal transformação deve-se aos efeitos que Twilight, a.k.a World of Shadows, tem sobre o Reino de Hyrule. 

Nesta forma, Link ganha novas habilidades, uma vez que todos os seus sentidos se tornam muito mais apurados. 

Curiosamente, esta ideia já havia sido brevemente explorada nas páginas duma manga dedicada ao jogo da SNES, A Link to the Past.



Sonic


 


O amado ouriço azul da Sega passou por uma das suas mais bizarras transformações em 2008, com o lançamento do jogo Unleashed. 

Sonic viu-se, do dia para a noite, transformado num Werehog.

Facto que o tornava mais lento (mas mais forte) e que lhe dava a habilidade de baloiçar e projectar-se pelo ar usando os seus longos braços (tal e qual como o Ristar).





10 - Blue Moon Crescent


 


Também conhecido como Cornell, este licantropo faz parte da Man Beast Tribe e é um dos muitos lobisomens heróicos que fazem parte desta nossa lista. 

Cornell fez a sua primeira aparição no jogo Castlevania: Legacy of Darkness, lançado para a N64 corria o ano de 2000. 

Cornell conseguiria evitar o sacrifício da sua irmã adoptiva, Ada, ao vencer Drácula e os seus servos. 

Uma vitória que lhe permitiria também livrar-se da sua maldição licantropa. 

Cornell reapareceria em Castlevania: Judgment, lançado para a Wii cerca de nove anos mais tarde.

Novamente um lobisomem, se bem que desta feita, com um aspecto bastante mais mecanizado.





9 - Zylo




O primeiro lobisomem a marcar presença numa das mais antigas séries da Sega, Zylo fez a sua primeira aparição no jogo Shining Force: Legacy of Great Intention (lançado em 1992 para a Mega Drive). 

Membro de uma raça chamada Wolflings, Zylo ajudou o protagonista Max na sua luta contra o terrífico Dark Dragon. 

Como muitos nesta lista, Zylo serve-se das suas garras como arma primária de ataque, contudo estas não são a sua única opção de ataque.

O nobre lobisomem é capaz de usar certos tipos de magia e inclusive invocar espíritos de lobos para o auxiliar nas batalhas.

De todos os Wolflings, Zylo é o único a ter marcado presença em dois jogos da série Shining Force (se bem que um é um remake).


 
8 - Yugo




O protagonista da série de luta Bloody Roar é um lobisomem kickboxer de nome Yugo Ogami. 

Aquando das suas investigações acerca da morte do pai, Yugo irá descobrir que não é um humano normal, mas antes um Zoanthrop, capaz de assumir a forma de um lobo. 

Pelo meio, descobrirá também que a empresa Tylon está por detrás da morte do pai, pelo que jura vingança contra a malévola companhia. 

Será com esse desejo em mente que Yugo faz a sua estreia no primeiro Bloody Roar (Playstation, 1998). 

Depois disso, Yugo tornar-se-á num boxista profissional e eventualmente no presidente de uma O.N.G chamada World of Co-existence. 



7 -  Brad Fang


 


Um supersoldado criado com recurso a manipulação genética e tecnologia cyborg, Brad Fang fez a sua primeira aparição na figura de uma das quatro personagens seleccionáveis em Contra: Hard Corps (Mega Drive, 1994). 

Um lobisomem munido com uma gigantesca metralhadora a substituir o seu braço direito, Brad é o mais poderoso dos quatro operativos da Hard Corps e também (curiosamente) o mais calmo deles.

Extremamente ágil, o braço esquerdo de Brad é totalmente metálico, o que lhe aumenta exponencialmente a força.

Brad Fang, um perito na luta corpo a corpo, marcou presença em mais três outros jogos da Konami (o último dos quais, Contra: Return, lançado em exclusivo na China em 2017).



6 - Aela


 


Integrante do bando conhecido como The Companions, Aela é uma ladra hábil e uma lobisomem extremamente feroz. 

Esta arqueira nórdica fez a sua primeira aparição no jogo Skyrim. 

Aela é uma das poucas personagens nesta lista que disfruta do seu estado lupino, estando em perfeita comunhão com o mesmo. 

Inicialmente um NPC, Aela pode tornar-se numa das nossas aliadas à medida que formos progredindo no jogo, embora ela não obedeça a todas as nossas ordens (nomeadamente aquelas que considera imorais, como o ataque a inocentes).



5 - Nailah


 

Rainha da nação perdida de Hatari, Nailah é uma poderosa licantropa capaz de assumir a forma de um lobo branco sempre que o desejar (ao contrário de grande parte dos restantes laguz do jogo). 

Nailah é uma das mais nobres e confiáveis personagens do jogo Fire Emblem: Radiant Dawn.

Devido a essa característica, ela tornar-se-á grande amiga do princípe heron Rafiel e da maga  Micaiah (chegando mesmo a enviar o seu servo Volug para servir de guarda desta última). 

Junto com Tibarn, ela é um dos laguz mais capazes em todo o jogo.



4 - Sabrewulf




Konrad Von Sabrewulf era um aristocrata alemão antes da maldição da Lua cheia o transformar num lobisomem de cor púrpura. 

Umas das personagens originais da popular série de jogos de luta Killer Instinct, Sabrewulf ganhará alguns implantes cibernéticos mais adiante e o seu pêlo assumirá uma cor mais azulada. 

Conflituoso e atormentado, Sabrewulf está numa busca constante por uma cura. 

Uma busca que se revelará interminável. 

Um dos seus golpes mais eficazes é o Double Sabre-Spin.



3 - Jon Talbain


 


Este lobisomem britânico nunca conheceu os pais (a mãe foi morta por servos do demónio Jedah e o pai, também ele um lobisomem, nunca soube do seu nascimento). 

Criado junto de outros bastardos e aprendendo a arte do Kung-Fu como forma de se defender, Jon irá despertar o seu lado animalesco pela primeira vez após a morte do seu mestre às mãos de uns rufias. 

Agora e para sempre um Darkstalker, Jon estará entre aqueles que se irão opor ao poderoso alienígena Pyron (em Darkstalkers: The Nigh Warriors, lançado em 1996 para a Playstation). 

Jon é um dos poucos desta lista que teve que se haver com o seu próprio lado negro, o chamado Dark Talbain.

O seu ataque mais característico é o extremamente rápido Beast Cannon. 



2 - Vicar Amelia


 


Um dos muitos bosses do jogo Bloodborne, Vicar era uma sacerdotiza, integrante da Healing Church, antes de se ver transformada num monstruoso e fantasmagórico lobisomem. 

Poderosa e gigantesca, Vicar é, como os restantes Beasts dos quais faz parte, vulnerável ao fogo. 

Ela usa um item, o Gold Pendant, como forma de se curar, mostrando uma inteligência que por vezes escapa aos licantropos.



1 - Cornell


 


O senhor de todos os lobisomens em Castlevania: Lords of Shadow, Cornell é a forma física e corrumpida de um valoroso cavaleiro.

Ela seria deixada para trás quando a sua alma ascendeu aos céus após a vitória sobre um poderoso demónio chamado Forgotten One. 

A forma carnal do outrora fundador da Brotherhood of Light domina com punho de ferro a cidade de Agharta, aceitando todos os desafios à sua pessoa. 

Embora seja incrivelmente poderoso (talvez o lobisomem mais poderoso de sempre em jogos de vídeo), Cornell será finalmente vencido pelo cavaleiro Gabriel, o homem que se tornará no famigerado Drácula.




Posted on segunda-feira, outubro 29, 2018 by Ivo Silva

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