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terça-feira, 25 de junho de 2019



 


A nossa história começa com uma reportagem da Lois Lane acerca da criação de um combustível não poluidor pelas mãos da Professora Faulkner. 

A cientista acreditava ter encontrado a solução para o flagelo ambiental com o seu Bio-Energy Actualizer. 

Contudo, a experiência que ela estava a levar a cabo era tudo menos estável. 

Juntando a isso à intromissão de um dos colegas laboratoriais de Faulkner, um tal de Professor Thomas Moyers, e temos uma receita para o desastre. 

Uma violenta explosão arrasa com o laboratório e ameaça a cidade, não fosse a intervenção atempada de Superman. 


 


O nosso herói descobre uma estranha mulher dourada nos escombros da instalação. 

Esta reage mal ao Kryptoniano e ataca-o, pelo que Kal não tem escolha que não seja a de lutar para se defender.

Após ter conseguido aprisionar a estranha criatura, Superman encontra Moyers que lhe revela que a mesma é um resultado directo das energias que estiveram na origem da explosão e que poderá ser...Lois Lane.

Atordoado pela informação, Superman vê a criatura libertar-se da prisão de metal na qual ele lhe havia prendido. 

A mulher, com tamanho e força duplicados, tenta escapar para a cidade ao saltar para longe do alcance do homem de aço. 

Algo que consegue com facilidade, graças ao facto de Superman estar a ter dificuldades em a agarrar devido ao elevado grau de radiação que esta começa a emanar.

Apelidada de Rampage pela televisão, a criatura é bem sucedida no um a um com Superman, até ao momento em que a capitã da Polícia chega com a informação de que Rampage não é Lois Lane (entretanto encontrada com vida e bem nos escombros do laboratório), mas sim a cientista Kitty Faulkner. 

É nesse momento, e com uma Rampage que ficava cada vez mais forte a cada golpe, que Superman decide tentar uma abordagem diferente.


 


Uma vez que o seu próprio corpo absorvia energia solar, Superman decide tentar fazer o mesmo com a radiação de Rampage. 

Um procedimento perigoso, mas bem sucedido que termina com o homem de aço a absorver as bioenergias da vilã e a expeli-las para longe de Metrópolis. 

Como resultado das acções de Superman, Faulkner regressa ao normal (Superman #7, Vol 2, de 1987).

Um segundo round entre Superman e Rampage iria ocorrer nas páginas de Superman #24, no ano seguinte. 


 


Kitty ainda se encontrava hospitalizada devido aos efeitos secundários da sua exposição à radiação, quando vai receber a visita de Moyers. 

Este oferece a Kitty um tratamento experimental que visava melhorar a saúde da cientista. 

Embora recusando, de início, os avanços do seu antigo colega, Kitty acabará por ceder e ver-se-á transformada uma vez mais (e contra a sua vontade) na Rampage.

Desta feita, não temos uma Rampage irracional, mas antes uma criatura controlada por um colar desenvolvido por Moyers. 

O aparelho permitia ainda a Rampage libertar-se do excesso de radiação.


 


Moyers pretendia usar Kitty como arma contra o senador Herbert, um político corrupto sob a alçada de Lex Luthor.

É neste contexto que Rampage se volta a degladiar com Superman.

     Kal tenta acabar a luta servindo-se do seu truque de absorção, mas falha. 

Segue-se uma luta rápida e brutal, na qual Kal percebe que Rampage não controla as suas acções, mas antes que é o peão de outro. 

Superman não tarda então em libertar Rampage do seu jugo mental e a capturar Moyers. 

Kitty consegue manter a sua forma de Rampage sem perder o controlo e é ilibada de possíveis acusações.

Tudo acaba bem.






Posted on terça-feira, junho 25, 2019 by Ivo Silva

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segunda-feira, 13 de agosto de 2018



 


Com os níveis de força a se encontarem naqueles que Superman possuía na década de 40 do século XX (ou seja muito fracos), Kal tem que se haver, nas páginas de Superman#238 (Vol 1, de 1971), com um grupo de terroristas que usa uma arma energizada pelo próprio centro da Terra.

Incapaz de lidar com eles sozinho, Kal pede ajuda a Sand, algo que este se recusa a fazer. 

Sand explica a Kal que ao contrário dele, não tem qualquer paixão pela Terra ou pelos seus habitantes.


 


É um extremamente frustrado e enfraquecido Superman que após falhar em impedir o colapso de um edifício (Superman #240, Vol 1, de 1971) e ser ridicularizado pela população, pondera em deixar de ser um herói.

Ainda assim, Kal acaba por interceder durante uma assalto levado a cabo por um grupo de vilões com um nome muito curioso, Anti-Superman Gang. 

Superman é bem sucedido em pará-los, mas faz-lo com imensa dificuldade, permitindo a fuga dos três cabecilhas do grupo.

É perante este cenário de completo desânimo que Kal é contactado por I-Ching, o mentor da Wonder Woman, que se oferece para auxiliar o kryptoniano na aparente impossível missão de o restaurar à plena força. 


 


A cerimónia mística levada a cabo por I-Ching é interrompida precisamente pelos três chefes da Anti-Superman Gang, que aproveitam o facto de Kal estar vulnerável e sem poderes (ele encontrava-se em transe) para o golpear violentamente na cabeça. 

Como é evidente, Kal desperta e consegue lidar com a Gang, mesmo sem nenhum dos seus poderes. 

Para o bem da humanidade, que ainda precisa do Superman, I-Ching faz com que o espírito de Kal abandone o seu corpo e vá ter com o Sand Superman. 

Uma vez encontrado o alvo, a forma astral de Kal extrai à força os poderes que havia perdido, devolvendo o nosso herói à sua antiga glória e deixando Sand à beira da inexistência.





Todavia,  Kal começa a agir de forma errática e perigosa, fruto de uma lesão cerebral causada pelo golpe sofrido às mãos da Anti-Superman Gang (Superman #242-243, Vol 1, de 1971).

Kal começa a ver a população de Metrópolis como um bando de ingratos invejosos e até mesmo ameaça fisicamente I-Ching quando este o confronta acerca da questão da lesão cerebral.

Ciente do perigo de ter um Superman descontrolado, I-Ching contacta a Wonder Woman* para que esta o ajude a encontrar o Sand Superman, de forma a usá-lo para parar o agora insano Superman. 

O duo tem sucesso em encontrar a criatura, que lhes conta a sua origem e em como provém da dimensão de Quarrm. 


 


Com Sand a aceitar ajudar (até porque se não o fizer desaparece), I-Ching e a Wonder Woman têm agora a oportunidade de parar Kal e conseguir curar o seu dano cerebral.

Sem que nenhum dos três repare uma nova entidade energética escapa pelo portal fundindo-se com um monstro de papel chinês. 

O monstro semeia o caos em Metrópolis antes de ser interceptado por Superman, que estava a fugir de Sand (I-Ching e Diana tinham preparado uma armadilha para Kal). 

A contenda acaba antes de começar com Kal a desmaiar após a nova entidade a usurpar 2/3 das capacidades do nosso herói. 

O restante 1/3 já havia sido absorvido pelo Sand Superman. 


 


Este segundo habitante de Quarrm arrasta Kal até a um ferro-velho, onde o nosso herói é  espancado por dois vagabundos, Gemmi e Stewpot, que vêem no monstro uma oportunidade única para semear a destruição na cidade.

Kal é encontrado por Jimmy Olsen que o leva para o hospital onde ele é operado com sucesso à lesão cerebral.

Entretanto, Sand Superman falha em conseguir parar a segunda entidade de Quarrm. 

Esta, guiada por Steawpot e Gemmi, encaminha-se para o hospital com o intuito de colocar um ponto final na vida do kryptoniano. 

Felizmente, Superman recupera a tempo e consegue absorver parte das suas habilidades de volta. 

Fazendo team-up com Sand, o super duo consegue conter a criatura atraindo-a de volta para a fenda dimensional de onde ela veio. 

Com o inimigo comum vencido, os dois viram-se um contra o outro.

Só um Superman pode sobreviver. 


 


Contudo e como I-Ching demonstraria via hipnose, uma contenda entre ambos destruíria o planeta.

Não desejando isso e percebendo que não tem direito a usurpar a identidade de Superman, Sand abdica da sua própria vida, usando as habilidades do homem de aço para regressar a Quarrm através da tal fenda em Metrópolis. 

No processo, Sand fecha a mesma e por e simplesmente deixa de existir...


 


Após a Crisis, e com o reboot de que o Universo DC foi alvo, o Sand Superman surge pela primeira vez nas páginas de Superman Special #1 (de 1992), com a história a ser muito similar à da era Pré-Crisis. 

Novamente, o aparecimento da entidade de Quarmm ficou a dever-se a uma explosão laboratorial. 

Desta feita, o experimento não tinha propósitos tão benevolentes, sendo realizado por cientistas ao serviço de Lex Luthor.

Este pretendia criar kryptonite artificial para poder derrotar Superman, mas consegue melhor que isso na figura de Sand. 

Esta versão é muito mais violenta do que a de 1971, uma vez que procura não apenas absorver as habilidades de Kal, mas matá-lo quase de imediato (isto porque a mera existência de Kal provoca dor à entidade de Quarrm).


 


Inteligente, Lex direcciona o Sand contra Superman, ajudando a montar uma armadilha que permite ao primeiro roubar mais habilidades ao segundo.

Após ter logrado roubar a visão de calor, a entidade consegue tirar a capacidade de voar a Kal. 

Sand revela ser muito mais resistente do que o Sand Superman de 1971, uma vez que se reconstroí duas vezes, resistindo às tentativas de Kal em o destruir. 

Os dois, ao contrário do que acontecera em Superman #243 enfrentaram-se livremente, sem qualquer risco de destruição planetária. 

A isso ajudou o facto deste Superman ser consideravelmente menos poderoso que a sua contra-parte Silver Age. 


 


Quando Sand rouba a força de Superman tudo parecia estar perdido, não fosse a intervenção atempada de Jimmy Olsen e da Newsboy Legion, que usam a sofisticada Whiz Wagon para repelir temporariamente a entidade.

Kal aproveita para usar a Whiz Wagon e fugir, tentando atrair a enfurecida criatura para longe de Metrópolis. 

Sand intercepta Kal junta à Fortress of Solitude onde aparentemente o mata, absorvendo a sua essência vital. 

Contudo, a  vida de Superman traz consigo as memórias de uma promessa feita em Superman #22  (Vol 2, de 1987). 

A de que o Superman não voltaria a matar. 


 


Como resultado desse peso na sua consciência o Sand Superman pega no corpo inerte de Kal e numa explosão de energia devolve a vida a este último. 

Como consequência, Sand desaparece...para sempre**.


 
*Nota: Nesta época, Diana havia abdicado das suas habilidades amazonas de forma a poder permanecer na Terra, pois todas as suas irmãs haviam partido para outra dimensão. 

Diana manteve o nome de Wonder Woman, mas agora fazia-se valer do karaté que aprendeu de I-Ching para continuar a combater o crime.  


 


**Nota: Uma versão futura de Sand Superman pode ser vista nas páginas do one-shot de 2014, Action Comics: Future End. 

Aqui ele não é um antagonista, como em 1992, mas antes tenta fazer Kal regressar ao papel de Superman. 

A origem desta versão não é clara.




Posted on segunda-feira, agosto 13, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018



 


Após uma traumatizante estadia em Apokolips, onde foi corrompida por Darkseid e forçada a lutar contra o primo, Superman, Kara é trazida de volta à Terra onde assume a identidade de Supergirl, desejosa por começar uma nova vida no planeta que adoptou como casa após a destruição de Krypton. 

Como parte da praxe, Kara irá apresentar-se à restante comunidade heróica, procurando encontrar o seu próprio espaço na mesma. 

Contudo, tal apresentação irá revelar-se tudo menos pacífica. 

Nas páginas de Supergirl #1 (Vol 5, de 2005) Kara encontra a JSA, cujos membros estavam engalfinhados numa intensa luta contra o vilão Solomon Grundy. 

Inicialmente uma mera espectadora, Kara decide interferir quando vê que os poderes da integrante mais poderosa do grupo, a igualmente kryptoniana Power Girl, estão a falhar. 

Com um potente soco, Kara logra em conseguir aquilo que todos os presentes haviam falhado em fazer e derruba Grundy. 

O que se segue não poderia ser mais estranho. 

A enfraquecida Power Girl não só recupera a sua força como fica insana após apertar a mão da Supergirl e ataca esta com uma ferocidade terrível. 


 


Ambas são separadas pelo Green Lantern (Alan Scott), com Mister Terrific a explicar que devido às semelhanças entre as duas, elas por e simplesmente não podem estar próximas uma da outra. 

É como se a mesma pessoa estivesse a tentar ocupar o mesmo espaço*

Perante a iminência de voltar a estar sujeita a exames médicos, Power Girl abandona o local, o que faz Kara seguir-lhe o exemplo, desiludida por um encontro que apenas serviu para a alienar.





Procurando conforto e rostos familiares, Kara segue para Smallvile, mais concretamente para a quinta dos Kent. 

Será lá que ela se irá deparar com Kon-El, a.k.a Superboy. 

O encontro entre ambos que tem lugar em Supergirl #2 não corre nada bem. 

Embora Kara nada mais quisesse que amizade, Kon irá responder de forma bastante hostil, julgando que ela estava em Smallvile para o forçar a ser um herói novamente**

Sem querer ouvir as explicações de Kara e excessivamente agressivo para com ela, Kon irá forçar a nossa heroína a combate-lo. 

Dona de uma força brutal, Kara irá golpear Kon com tanta força que lhe deslocará a mandíbula. 

A contenda parecia encerrada não fosse a chegada dos Teen Titans, o grupo ao qual pertencia Kon.


 


Estes desconfiavam das intenções de Kara e não hesitaram em atacá-la. 

Kon é imobilizado pelo Beast Boy, enquanto os restantes Titans enfrentam a Supergirl. 

A rapariga de aço depressa revela ser poderosa demais para os jovens heróis. 

A sua raiva sobrecarrega o lasso da Wonder Girl, ao passo que o negro da sua alma faz o mesmo com a Raven. 

A luta finalmente acaba com a chegada da Starfire que recruta Kara para fazer um test-drive junto dos Outsiders. 


 


A formação dos Outsiders é liderada por Nightwing, o antigo parceiro do Batman, que testa Kara em combate, tentando perceber os limites da jovem kryptoniana (em Supergirl #3). 

Kara, mesmo sob o efeito de kryptonite, derrota Lightning e Rose, duas das integrantes da equipa. 

Procurando provar o seu valor junto de Nightwing (pelo qual havia ficado apaixonada), Kara decide enfrentar sozinha o perigoso Lex Luthor. 

A sua acção precipitada vai fazer com que Starfire seja ferida pelo vilão e que a própria Kara seja brutalmente espancada. 


 


Com uma armadura desenvolvida em Apokolips e com acesso a todos os tipos de kryptonite, Lex aparentemente fere mortalmente a nossa heroína ao expo-la a krytonite negra (Supergirl #4), quando esta falha em responder às perguntas do vilão acerca do paradeiro de Darkseid (que o Superman havia prendido na Source Wall). 

Contudo, este não é o fim de Kara. 

Do corpo inerte da nossa heroína emerge uma outra Kara, com uma variante negra e prateada do seu icónico uniforme. 

A Dark Supergirl, que em muito lembra o Kryton Man de 1990, mostra-se mais impiedosa que a Supergirl normal e rapidamente neutraliza a armadura de Lex (Supergirl #5). 

Temendo pela sua vida, o vilão tenta escapar, numa fuga que o leva até à Watchtower, a base lunar da JLA. 


 


Tal acção atrai a atenção da JLA, cujos membros são atacados pela Dark Supergirl. 

Esta não tem dificuldade em lidar com a JLA, usando força bruta para derrubar o Hawkman e a Black Canary, rapidez para roubar o anel de John Stewart e astúcia para enganar Wally West. 

Dark, cuja atenção já se havia desviado de Luthor (este fugiu aproveitando a confusão) estava prestes a matar o Martian Manhunter, não fosse a intervenção inesperada da Supergirl normal. 

A batalha entre ambas é violenta e culmina numa queda nas águas de Gotham. 


 


Lá o duo é brindado com a presença da trindade (Supergirl #5) que sem saber qual é a verdadeira Kara (Dark trocou o uniforme de ambas usando super velocidade) ataca ambas. 

O Superman e a Wonder Woman conseguem imobilizar as duas Karas tempo o suficiente para Diana usar o seu lasso no duo e fundi-las numa só. 

A Supergirl normal é restaurada, com a sua personna mais negra a desvanecer-se.



*Nota: Sem nenhum dos intervenientes saber, a Power Girl era na verdade uma versão alternativa mais velha da Supergirl, proveniente do velho multiverso pré-crise.

**Nota: Kon tinha-se exilado depois de ter atacado os Teen Titans sob o controlo mental de Lex Luthor.


 

Posted on segunda-feira, fevereiro 12, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 13 de novembro de 2017



 

Em Sensational She-Hulk #10 (Vol 1, de 1989), a golias verde é convidada para comparecer nos escritórios de uma destacada empresa chamada Pseudonix Inc. 

Após ter perdido o seu trabalho como advogada, Jen não vê mal em aceitar a proposta do bilionário Lexington Loopner, o dono da referida empresa que lida com realidade virtual. 

Talvez se trate de uma proposta de trabalho (pensa Jen). 




Lexington oferece os seus serviços de consultadoria de borla em troca de Jen salvar a sua vida que está a ser ameaçada por um cliente revoltado. 

Este último, servindo-se da inovadora tecnologia virtual da companhia, imagina-se imparável, um verdadeiro Superman. 

Na verdade, Clark Finark não passa de um homem normal vestido no mais aberrante dos uniformes, ostentando o nome de Pseudo-Man (um subtil nod a um certo Homem de Aço).


 


Obviamente a She-Hulk não leva tal oponente a sério e tenta encerrar a contenda rapidamente (Sensational She-Hulk #11, Vol 1, de 1990). 

Na verdade, Jen toma essa decisão após perceber que o Pseudo-Man não pretende apenas vingar-se de Loopner, mas também refazer o mundo à sua imagem tresloucada, servindo-se do elmo que lhe dá os poderes para esse efeito. 

No entanto, e embora o seu oponente seja aquilo a que podemos chamar de trinca espinhas, Jen é lançada no ar sem esforço, o que deixa Loopner vulnerável a ser atacado pelo Pseudo-Man. 


 


A surpresa She-Hulk não tarda a regressar e mesmo a tempo de destruir as máquinas de realidade virtual que atormentavam Loopner. 

Este último revela-lhe que o segredo para vencer Finark passa por destruir o elmo, condutor da tecnologia pseudónica.

Loopner revela ainda que o Finark nem sequer é humano, mas antes um alien proveniente do planeta Veegwal e que por mero acaso também é um candidato ao Senado norte-americano. 


 


Entretanto, Pseudo-Man usa o seu elmo para dar vida a formas gigantes do E.T, do Uncle Sam e do Ronald McDonald que usa para atacar o centro de Nova Iorque. 

Pelo meio, Pseudo-Man faz surgir a Enterprise, assim como modifica a estátua da liberdade, tornado-a menos própria para ser vista por menores, e transforma os ratos da cidade em versões distrocidas dos populares roedores da Disney. 

Jen tenta múltiplas investidas, com o objectivo de colocar um ponto final em toda esta loucura, no entanto, apenas logra em ser batida pelo Pseudo-Man uma e outra vez. 


 


Até o seu precioso carro voador é destruído pela visão especial de Pseudo-Man. 

É então que Jen decide inovar na sua ofensiva e literalmente atira lixo na cara do Pseudo-Man. 

Insultado, o vilão atira-se sobre Jen, o que levará a luta do duo para os subterrâneos da cidade. 


 


É lá que Jen usa inúmeros cabos de alta-voltagem para dar um curto-circuito no elmo, colocando um ponto final na breve carreira criminosa do Pseudo-Man e restaurando a cidade ao seu estado normal. 






Posted on segunda-feira, novembro 13, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 3 de abril de 2017






Como já referi num post anterior (ver Grandes Momentos DC# 27), a DC apostava na ideia do Superman como sendo o único sobrevivente de Krypton, após os eventos de Crisis on Infinite Earths, pelo que já havia arranjado maneira de "fazer desaparecer" o Superboy em Legion of Super-Heroes #38 (Vol 3). 

Por esse motivo não fez grande sentido quando a editora reapresentou aos fãs a Supergirl nas páginas de Superman #16 (Vol 2), em 1988.


 


Contudo, esta Supergirl não é a prima de Kal, mas antes uma criatura protoplasmática capaz de alterar o seu aspecto físico.

Ela provinha da mesma Terra Compacta que o Superboy que Kal havia defrontado em Action Comics # 591. 

Esta Supergirl, também conhecida por Matrix, foi criada por um jovem Lex Luthor, que na Terra Compacta não era um vilão, a partir do D.N.A dos falecidos Superboy e Lana Lang.

Criada para servir como a nova protectora do planeta e ao mesmo tempo homenagear Superboy, Matrix assumiu a identidade de Supergirl, adoptando um uniforme bastante semelhante ao do seu antecessor. 


 


Todavia, e embora possuísse uma vasta panóplia de poderes à sua disposição (telecinésia, voo, super-força, resistência e metamorfose), Supergirl vai ser incapaz de parar General Zod, Quex-Ul e Faora Hu-Ul, três vilões kryptonianos que haviam escapado da Phantom Zone daquela realidade. 

Com os criminosos a devastarem grande parte do planeta, sem encontrarem grande oposição, Lex decide enviar Supergirl à New Earth para pedir auxílio a Superman.

Matrix assim o faz, encontrando Superman pela primeira vez em Superman #21 (Vol 2) e dando início à chamada "Supergirl Saga", que englobaria ainda os nrsº 444 de Adventures of Superman e 22 de Superman.

Após a breve escaramuça da praxe, Superman acompanha Supergirl à Terra Compacta, onde confronta os três perigosos vilões. 

Mesmo com a ajuda de Supergirl, Kal tem dificuldades em lidar com os vilões e não consegue impedir que estes extingam toda vida sapiente da Terra Compacta. 

Com os vilões derrotados e um mundo arruinado à sua volta, Superman toma uma decisão tanto inesperada, como difícil.

Usando a kryptonite verde deixada pelo Superboy daquele mundo, Kal executa os vilões, ignorando os pedidos desesperados dos mesmos por clemência. 

Sem nada que o prenda ali, Superman parte, levando consigo Matrix, agora a última sobrevivente da Terra Compacta.





Superman vai deixar uma bastante ferida Matrix a recuperar junto dos seus pais adoptivos e da sua amiga de infância, Lana Lang, na pacífica Smallville da New Earth.

Durante os meses que vai passar com Lana e os Kents, Matrix vai estabelecer laços de forte empatia com eles, pelo que vai levar a sério o pedido de Superman em protege-los (quando Kal parte para o espaço). 

Usando as suas habilidades transmorfas, Matrix assume a identidade de Clark Kent, partindo para Metrópolis onde vai trabalhar com Lois Lane num caso relacionado com a perigosa Intergangue. 

Contudo, uma breve exposição a uma máquina kryptoniana que Kal havia trazido para a Terra após o seu exílio espacial, o Erradicator, deixa-a baralhada ao ponto de julgar ser mesmo Clark Kent. 


 


Tentando proteger os Kents e Lana não apenas das ameaças de Luthor e da Intergangue, mas também do que considerava como sendo um "falso" Superman, Matrix esconde-os numa mina abandonada. 

Como é óbvio, Kal depressa os descobre e não tarda a  que uma luta irrompa entre os dois Supermen. 

Mesmo manifestando novos poderes (visão energética e telepatia), o Superman Matrix não é tão forte como o Superman da New Earth. 


 


Após Lana ser acidentalmente ferida durante o conflito, Matrix ameaça matar Superman.  

O seu estado de loucura é tal que vê Zod e não Kal, enquanto está a combater.

Superman responde com uma simples pergunta "Does Superman kills?", o que faz Matrix recuperar os sentidos.

 Desolada por toda a destruição que causou à sua volta e temendo perder o controle novamente, Matrix (ainda com a forma de Superman) parte e tal como Kal fizera antes, exila-se no espaço.

Seria ainda com a forma de Superman que Matrix acabaria por enfrentar o alienígena Draaga no distante planeta de Kletus-4, nas páginas de Action Comics #674, em 1992.


 


Draaga, que tem contas a ajustar com o verdadeiro Homem de Aço, facilmente derrota Matrix, no entanto, depressa se apercebe do seu erro quando esta reverte para a sua forma "original" de Supergirl.

O duo seria transportado para o Warworld, onde seria forçado a lutar novamente, com Matrix (sob controle mental) a ser a clara vencedora desta vez. 

O misterioso líder do Warworld, ao contrário do que seria de esperar, é revelado como sendo Brainiac (o qual na sua versão Post-Crisis é orgânico e tem habilidades telepáticas), em vez de Mongul.


 


Com o vilão a controlar mentalmente Matrix e Draaga, dá-se o pontapé de saída para uma das sagas mais icónicas da década de 90, "Panic in the Sky", mas isso é uma história para outro dia...







Posted on segunda-feira, abril 03, 2017 by Ivo Silva

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quarta-feira, 12 de outubro de 2016


 


Superman Monster é outra comic, de 1999, pertencente à linha Elseworlds da DC Comics que, como já referi anteriormente, explora realidades diferentes das da linha principal do Universo DC.

 Esta história em particular, escrita por Dan Abnett e Andy Lanning, com o desenho de Anthony Williams, retira grande parte da sua inspiração do secular conto de horror de Mary Shelley, “Frankenstein”, misturando-o com personagens como Superman, Lois Lane ou Lex Luthor.

 A história propriamente dita começa na pequena cidade de Ingolstadt, na Suíça, no ano de 1883, com um brilhante e arrogante cientista, Vicktor Luthor. 

Este verá as suas pesquisas, as quais visavam a vitória da Humanidade sobre a Morte, serem alvo de um violento escrutínio por parte dos seus pares que viam-nas como blasfemas, verdadeiros atentados a Deus e à ordem natural das coisas. 


 


Cortado do seu financiamento e ridicularizado, Luthor vê no dote da sua noiva, a bela Eloise Edge, a forma de voltar ao jogo. 

Contudo, a sua falta de tacto ao abordar a questão junto do pai de Eloise, o Burgomaster Edge, irá enfurecer este último, cortando o acesso de Luthor ao dinheiro que poderia salvar a sua pesquisa. 

Furioso Luthor irá rumar sem destino pela propriedade de Edge, quando vislumbra algo de incrível a cair dos céus. 

Uma nave diferente de tudo o que já havia visto aterra violentamente no meio da floresta e Luthor não hesita em ir ao seu encontro.


 


 Nela, Luthor depara-se com os restos mortais de um ainda infante Kal-El, bem como com uma mensagem holográfica do pai deste, Jor-El, que os identifica como sendo provenientes do planeta Krypton. 

Excitado com a sua descoberta, Luthor transporta a nave para a sua propriedade, onde guiado pelo “fantasma” holográfico de Jor-El aprende a construir uma Matriz Regeneradora*.

Luthor mergulha um corpo ,que combina os restos mortais do bebé Kal-El com os de um humano do cemitério local, na Matriz Regeneradora e finalmente consegue atingir o seu objectivo.

 Kal-El renasce. 


 


Contudo a sua aparência não é a de um homem, mas a de um bizarro monstro. 

Horrorizado, Luthor acidentalmente deita fogo ao seu próprio laboratório e só não perde a vida no incidente porque a sua “criação” o salva. 

Com Luthor desmaiado, um ainda confuso Kal ruma à cidade, onde volta a salvar vidas, desta feita a de Eloise. 

Contudo, em vez do seu acto ser celebrado, Kal é atacado e apelidado de monstro pela populaça local. 

Ainda mais confuso e cansado, Kal encontra refúgio junto à família Kant, que havia perdido um filho recentemente.


 


 Kal é adoptado pelo idoso casal, apesar da sua aparência, e é com eles que aprende a ler e a escrever, São estes que lhe baptizam com  o nome de Klaus Kant. 

Todavia, Luthor regressa à vida de Klaus.

Convencido que o seu “Super-Man” nada mais é do que um monstro e não desejando ser ligado à criatura, Luthor lidera uma multidão enfurecida até à casa dos Kant, com resultados trágicos. 

Os Kant vão morrer e Kal dominado pela angústia e raiva, decide atacar Luthor durante a cerimónia de casamento deste com Eloise, o que irá resultar na morte acidental da última. 


 


Kal acaba capturado por Luthor, graças a um fragmento de kryptonite, sendo que este último decide repetir o processo que devolveu a Kal a sua vida, em Eloise, tendo Super-Man como testemunha. 

O processo é bem sucedido, mas Kal escapa, levando a ressuscitada, e agora metade kryptoniana, Eloise consigo. 


 


Passariam-se anos e Luthor usando o que restava do seu dinheiro continuava a tentar encontrar o casal. 

A sua última pista leva-o ao Ártico, onde acaba por falecer, vítima de pneumonia. 

É nesse instante que Kal reaparece e leva o corpo do seu criador rumo aquele que será o seu descanso final...





*Este aparelho funcionava basicamente como uma máquina de ressurreição para os Kryptonianos. 

Na continuidade normal do Universo DC, o Erradicator usa-a para ressuscitar Superman após a batalha com Doomsday e a Legion of Super-Heroes serve-se dela para fazer o mesmo a Kon-El, o Superboy, durante a Saga “Legion of Three Worlds”.








Posted on quarta-feira, outubro 12, 2016 by Ivo Silva

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016


 

Phoenix Gambit
Não vai ser precisa a intervenção de Batman para que o Suicide Squad se torne público ou para que Amanda seja presa. Tudo isso irá acontecer como uma consequência dos eventos de Suicide Squad #39 (Vol 1).

 

 Contudo e ironicamente será Batman que no número seguinte irá auxiliar Waller na reconstrução do Suicide Squad. Enquanto investigava a morte de Nikolas Varga, um homem forte da nação de Valtava, Batman enfrenta o meta-humano responsável pela mesma, um tal de Steel Wolf, um agente soviético membro da infame Red Shadows (black-ops russas).

 O vilão escapa, sendo que Batman é interrompido pelo Sargeant Steel, um operativo norte-americano, que o recruta para uma missão especial a pedido de uma Waller liberta por meio de um perdão presidencial. 

 

Com o risco de uma guerra civil em Valtava e com a ameaça de uma eventual intervenção da U.R.S.S, Batman decide ajudar Waller no recrutamento de candidatos para o novo Suicide Squad. 

Bats vai recrutar o primeiro dos membros no pequeno país da América do Sul, Puerto Verde. Sem grandes alternativas, Poison Ivy acede ao "pedido" do morcego. 

O próximo que Batman recruta é Ravan, um assassino de Kali. Batman destrói a base do vilão antes do o trazer à força (tudo isto nas páginas de Suicide Squad #41, Vol 1). 

Com o novo Suicide Squad montado, Batman parte, deixando Waller ciente de que tem a sua parte do acordo para cumprir (a qual passa por entregar-lhe o assassino de NikolasVarga).

 

 Enquanto o Suicide Squad trata de libertar Count Vertigo, o herdeiro do trono de Valtava, do controlo da Red Shadow, Batman vê-se ser capturado pelos mesmos em Gotham ... ou pelo menos é isso que eles pensam. 

Quem a Red Shadows capturou foi Captain Boomerang que se fez passar pelo Bats a mando de Waller.

 Sem ninguém saber (para além de Waller), o verdadeiro Batman ficou em Washighton onde consegue descobrir os verdadeiros cabecilhas por detrás de um plano que visava colocar americanos e russos uns contra os outros. 

 

Os responsáveis são dois nacionalistas, Heller e Zastrow, os quais são apreendidos por Batman e Deadshot. A conclusão desta aventura, em Suicide Squad #43 (Vol 1) marcará o princípio de uma relação de respeito mútuo entre Amanda e Wayne.

 

Esta nova confiança irá fazer com que Maxwell Lord recorra aos serviços de Amanda em Justice League of America #27 (Vol 2). Esta é chamada à Embaixada da JLA em Nova Iorque para tentar quebrar o controlo mental que a Queen Bee detinha sobre Blue Beetle.

Novos tempos, novos conflitos 

 

 Amanda, que na altura servia o Presidente Luthor, vai auxiliar no recrutamento de uma "JLA", liderada pelo Captain Atom (e que incluía Power Girl, Starfire, Katana, Black Lightning, John Stewart e Major Force), que visava capturar não apenas Batman, mas também Superman, vistos na época como inimigos públicos (Superman/Batman #4, Vol 1). 

 

Outro conflito viria em Superman/Batman #47, o duo que na altura procurava tornar o Mundo mais seguro para o Homem de Aço, livrando a Terra de toda a Krpytonite, descobre que um dos maiores reservatórios do minério não só está em Smallville, como é da pertença do governo norte-americano.

 Eis que surge Waller, a chefe da First Line, uma equipa militar de meta-humanos especialmente destacados para derrotar Superman. Contudo a maior surpresa de Waller vem na figura de um jovem soldado transformado, sem o seu consentimento, numa versão de Doomsday (repleto de kryptonite ). 

 

O "monstro" é lançado sobre Superman, que o enfrenta a custo, na cidade de Smallville. O conflito acaba, contudo, por terminar bem, uma vez que Batman consegue acalmar o novo Doomsday ao trazer a família deste para junto do mesmo. 

 

Para além disso, Bats consegue não só virar a First Line contra a sua criadora, como expor Waller não só como responsável moral da destruição de Smallville, mas também pela transformação de Josh.




Waller vai recuperar a sua posição como  chefe máximo do Suicide Squad e vai destacar a equipa para a apreensão de vilões fugitivos, os quais seriam depois aprisionados num planeta-prisão longe da Terra.

O assunto chega à atençao da JLA em Justice League of America #17 (vol 3) com diversos vilões, entre os quais Dr. Polaris e Key a pedirem asilo junto à equipa de heróis. 



Não tarda até que Waller envie o Suicide Squad até ao Hall of Justice buscar os tais vilões. O conflito é inevitável. 

Temos alguns "sobreviventes" daquele primeiro confronto entre ambas as equipas nos anos 80, são eles: Batman , Vixen e Black Canary do lado da JLA e Bronze Tiger do lado do Squad. 

Os "newcomers" são Wonder Woman, Red Arrow e Hawkgirl no que à JLA diz respeito, e Captain Boomerang II, General Eiling, Multiplex, Count Vertigo e Plastique do lado do Squad. 

 

A batalha é breve e termina com a JLA a receber autorização para viajar ao dito planeta-prisão, acompanhados de Flag, para verem as condições do mesmo.  

Contudo acabam por descobrir que os vilões não se encontram lá. O conquistador galáctico Kanjar Ro enviou-os para parte incerta. 

A JLA, mais precisamente Red Arrow, vence Kanjar, mas não fica mais perto de saber o paradeiro dos vilões agora desaparecidos...mas isso é uma história para outro dia.


Posted on quarta-feira, agosto 10, 2016 by Ivo Silva

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