terça-feira, 25 de março de 2025

 

 

 


Kara Zor-El, mais do que a prima do Superman ou a Maiden of Steel, foi alguém cujo sacrifício não só salvou a vida do seu primo (ela já o havia feito antes, quando enfrentou Darkseid sozinha em Legion of Super-Heroes #294, Vol 2, de 1982), como também contribuiu para evitar a destruição de todos os universos às mãos do Anti-Monitor. 

 

 

 

Já antes dessa batalha final, e com a onda de anti-matéria a avançar pelas diferentes realidades, tempos e espaços, a Supergirl encontrou-se com uma das suas melhores amigas, a Batgirl (Barbara Gordon), em Gotham. 

 

 

 

A Batgirl estava a ter uma crise de fé mediante aquilo que lhe parecia ser o fim dos tempos, mas a Supergirl vai acalmá-la e mostrar-lhe que se tiverem que ir, que seja a lutar e como heróis (uma atitude que curiosamente também veríamos espelhado em Ultraman, a cópia maléfica de Superman, aquando da destruição da Earth-3, em Crisis on Infinite Earths #1, Vol 1, de 1985). 

 

 

 

Dito isto, e usando a sua super visão, Kara voa para o espaço e resgata um astronauta cuja nave estava quase a ser consumida pela anti-matéria (Crisis on Infinte Earths #4, Vol 1, de 1985). 

Ainda antes de falar com a Batgirl, ela tinha parado uns meliantes cuja condução estava em colocar em risco outras pessoas em Metrópolis. 

 

 

 

Enquanto estava no espaço, a resgatar a nave, ela vai fazer team-up com o seu primo Kal e aproveita para investigar dois pequenos buracos negros que se estavam a fundir. 

 

 

Fruto dessa fusão vai-se dar o reaparecimento de uma das adversárias mais letais da Supergirl, a vilã cósmica chamada Blackstarr, que busca vingança pela luta derrota sofrida às mãos da heroína. 

Ela depressa se desenvencilha do homem de aço, concentrando os seus esforços em torturar Kara. 

 

 

 

Contudo, em vez de se tentar soltar, Kara pede a Blackstarr que pare a destruição que ela está a causar ao universo. 

Isto faz a vilã pausar e aperceber-se de toda a energia de anti-matéria à sua volta. 

Todavia, ela afirma não ser a responsável, até porque ela deseja conquistar o universo e não destruí-lo. 

 

 

 

Fazendo umas tréguas com a Supergirl para descobrir a origem do que está a acontecer, a vilã primeiro (e erroneamente) vai afirmar que o Superman é o responsável. 

Todavia, e depois de um breve confronto, ela percebe que tal não é o caso e que o universo está na verdade a encolher. 

 

 

 

Numa tentativa vã de parar esse encolhimento, a vilã irá despender todas as suas energias cósmicas, aparentemente sacrificando-se no processo (em DC Comics Presents #86, Vol 1, de 1985). 

 

 

  

 

 

 

Kara vai de seguida, ser forçada a enfrentar o Captain Marvel na Earth-S, controlado mentalmente pelo Psycho-Pirate, um dos aliados forçados do Anti-Monitor, e como consequência vai salvar a vida do Beast Boy, dos Titans (Crisis on Infinite Earths #6, Vol 1, 1985), antes de ser recrutada pela antiga emissária do agora falecido Monitor, Lyla (a.k.a Harbringer), para fazer parte de uma taskforce (da qual faz parte o seu primo, o Superman da Earth-1) cujo objectivo é levar a batalha directamente ao Anti-Monitor. 

As defesas da fortaleza do vilão conseguem deter grande parte dos heróis (sendo fortes o suficiente para ferir até mesmo o Superman, não apenas da Earth-1, mas também o da Earth-2). 

Kara usa tanto a sua visão de calor, como o seu super sopro para afastar/destruir os golems de pedra que constituem as tais defesas. 

 

 

 

Auxiliada pelos outros heróis, ela consegue abrir caminho para que o Superman e a Doctor Light (ambos da Earth-1) consigam encontrar a máquina que está provocar a compressão de todas as realidades. 

 

 

 

Porém, e assim que o Superman se preparvaa para destruir o dito mecanismo, ele é bombardeado com uma rajada poderosíssima, soltando um grito de agonia, que é captado por Kara, que se coloca logo a caminho para o ajudar. 

A Doctor Light mostra-se incapaz de lidar com o Anti-Monitor que procede a espancar violentamente o Superman. 

O vilão te-lo-ia matado, não fosse a chegada atempada da Supergirl.

 

 

 

Lutando ferozmente, não apenas pela vida do primo, mas também pela vida de todos os habitantes dos universos sobreviventes, assim como pela memória daqueles que já desapareceram às mãos do vilão, Kara consegue destruir a armadura do Anti-Monitor, mostrando a sua composição de pura anti-matéria. 

 

 

 

Temendo pela vida dos presentes, Kara pede à Doctor Light que pegue no ferido Superman e fuja, enquanto lança um ataque final que destrói a máquina do vilão e alta a destruição dos universos.

 

 

  


 

 

Contudo, o Anti-Monitor ainda tem energia o suficiente para matar Kara, com disparo através do peito, e para fugir, jurando que isto ainda não terminou. 

 

 

 

Kara morre, como uma verdadeira heroína, nos braços do seu primo (Crisis on Infinite Earths #7, Vol 1, de 1985). 

 

 

 

 

O funeral da heroína é feito logo a seguir, com uma cerimónia transmitida mundialmente a partir de Chicago e com Batgirl, a sua melhor amiga, a fazer a eulogia, perante os olhares pesarosos dos múltiplos heróis e heroínas presentes. 

 

 

 

O corpo, todavia é levado pelo seu primo, que faz uma cerimónia privada junto à Fortress of Solitude. 

 

 

 

Envolto numa capa, o corpo de Kara é transportado para o planeta Rokyn, onde a cidade kryptoniana de Kandor foi recolocada, e onde vivem os pais biológicos da Supergirl, Zor-El e Alura, que ficam devastados com a notícia (Superman #414, Vol 1, de 1985). 

Superman irá descobrir (precisamente no issue seguinte de Superman) que Kara tinha-se casado durante uma das suas aventuras no espaço. 

 

 

 

Deixada a flutuar no espaço e sem memória, Kara tinha sido salva por aquele que se tornaria no seu marido, Salkor. 

Ele leva-a para o seu planeta, Makkor, e trata dela. 

 

 

  

 

Ambos apaixonam-se e acabam por se casar, com Salkor a oferecer a Kara (a quem ele chama de Jasma) uma hokku (uma máquina que grava as lembranças dos dois amantes). 

Kara e Salkor vão proteger Makkor da ameaça do mercenário Naxx. 

Eventualmente, Kara recupera as memórias e parte rumo à Terra, levando a hokku consigo, mas partindo sem explicação. 

 

 

 

Ora, Salkor, seguindo o sinal da hokku, vai chegar à Terra, onde descobre que a sua esposa faleceu. 

Ele de seguida encaminha-se para a Fortress of Solitude para recuperar a hokku e encontra o Superman, a quem conta a sua história (ambos acabam por enfrentar Naxx, que procurava vingança). 

 

 

 

 

 

A hokku revela que Kara tinha tido uma espécie de premonição quanto à sua morte, pelo que ela deixou uma mensagem de despedida gravada para o seu marido e para o seu primo. 

 

 

 

Quem também faz o luto pela Supergirl, mas no distante século XXX é Brainiac 5, membro da Legion of Superheroes, grupo do qual Kara fazia parte regularmente, juntamente com a versão adolescente de Kal (Superboy). 

Ele e Kara partilhavam sentimentos de paixão, que nunca resolveram explorar. 

Brainiac pondera voltar atrás no tempo e impedir a morte de Kara, mas rapidamente percebe que isso é uma má ideia e dará origem a um perigoso paradoxo temporal (Legion of Superheroes #16, Vol 3, de 1985). 

Contudo, e com a fusão das cinco realidades sobreviventes em uma, no final da Crisis, ninguém se vai lembrar da Supergirl, nem do seu sacrifício. 

Nesta New Earth, ela nunca existiu. 

 

 

 

Ainda assim, ela é recordada no século XXX, pois uma estátua dela encontra-se lá, juntamente com as de outros legionários que caíram em batalha (inclusive uma versão alternativa do seu primo, o Superboy da Compact-Earth), conforme pode ser visto em Legion of Superheroes #38 (Vol 3, de 1987). 

Kal, pelo menos o da Earth-1, iria ver uma vez mais a sua prima. 

 

 

 

Uma versão mais nova que viajava no tempo com a Legion para entregar uma estatueta de homenagem ao homem de aço (e também uma pista para a sobrevivência de Kal), conforme pode ser visto em Superman #423 (Vol 1, de 1986). 

O legado da Supergirl continuará na New Earth, primeiro com a Matrix (a última sobrevivente da Compact-Earth) e mais tarde com a terrestre Linda Danvers. 

 

 

 

 

 

Contudo, a alma de Kara ainda vagueia por este novo universo, conforme pode ser constatado, quer pelo Deadman, quer pela própria Linda (ambos não sabem quem ela é ainda assim), em Christmas with Superheroes #2 (Vol 1, de 1989) e em Supergirl #49 (Vol 4, de 2000). 

Eventualmente, o seu espírito irá reencarnar na nova realidade, como uma nova versão de Kara Zor-El, em Superman/Batman #8 (Vol 1, de 2004). 

Entretanto, a versão Earth-1 de Kara vai esporadicamente surgir, retirada da sua zona temporal de origem. 

Em Supergirl #75-80 (Vol 4, de 2002-2003), um vilão chamado Fatalist vai desviar a nave de Kara, de forma a que esta não aterra na Earth-1 Pre-Crisis, mas antes na New Earth Post-Crisis. 

 

 

 

Uma vez lá Kara irá fazer team-up com a Linda Danver e Kon-El (Superboy) para enfrentar o vilão Mxyzptlk.

Pelo caminho, tentará contactar o Superman (em vão, uma vez que este não é o da Earth-1) e também irá lidar com um dos vilões de Linda, o ciborgue Rebel, assim como combate o próprio Xenon (que caça e mata Supergirls e é o patrão do Fatalist), e que acaba derrotado por Linda. 

Eventualmente, Kara tem que voltar à sua linha correcta, caso contrário, o Anti-monitor ganha (a memória de Kara destes acontecimentos é apagada, mas ela escolhe o nome Linda, a nível subconsciente, para ser o seu nome terráqueo). 

Outra ocasião em que Kara é transportada da Earth-1, desta feita para o futuro, acontecerá em Final Crisis: Legions of Three Worlds #5 (Vol 1, de 2009). 

Kara, que surge precisamente com o uniforme que usou na batalha com o Anti-Monitor, é convocada para ajudar na luta contra o Superboy Prime, a Legion of Super-Villains e o Time Trapper. 

A última vez que vemos a Kara Pre-Crisis será na companhia do seu primo e de toda a cidade de Gotham da Earth-1, que fora arrancada da sua realidade pelo Brainiac e pelo seu servo Telos. 

Com a cidade rodeada por um campo de forças, o duo tenta encontrar uma saída via a Phantom Zone.

Tal revela-se quase fatal para o Superman, mas felizmente a Supergirl consegue resgatá-lo a tempo e ambos regressam a Gotham. 

 

 

 

Durante a estadia na Phantom Zone, Kara irá descobrir o que lhe irá acontecer, assim que eles regressarem à realidade da Earth-1 Pre-Crisis, mas mesmo assim continua a lutar, derrotando os Ape-Man da Earth-AD que estavam a atacar a cidade (Convergence: Adventures of Superman #1-2, Vol  1, de 2015). 

Depois disto e visto que este mundo onde estão é um mosaico de cidades e locais das diferentes versões da Terra, que foram para ali trazidas para combaterem entre si, até só restar uma, o duo kryptoniano consegue deixar Gotham e decide levar a luta directamente ao seu captor. 

Entretanto, Deimos (um feiticeiro da New Earth Post-Crisis), com a ajuda das Wonders of the World (os heróis da Earth-2 Post Flashpoint) vai aparentemente banir Brainiac, derrotar Telos (ao quebrar o controlo que Brainiac detinha sobre ele) e absorver uma grande quantidade de energia temporal. 

Deimos pretende que as restantes cidades que restam (elas estavam a lutar entre si, por causa de Telos), se submetam a ele. 

Algumas fazem isso, mas outras não. 

Kara vai estar do lado dos heróis que se vão opor a Deimos, contando no recém liberto Telos um aliado inesperado. 

Ela irá enfrentar a Wonder Woman (Kingdom Come) e os Extremists (New Earth Post-Crisis), antes de ver Parallax (Hal Jordan da New Earh Post-Crisis) matar Deimos, e no processo libertar toda a força temporal que este continha em si. 

No final, Brainiac (Earths End) emerge e envia Kara, juntamente com Barry Allen, Kal e Lois (todos da Earth-1 Pre-Crisis), mais um Hal Jordan em busca de redenção (Parallax da New Earth Post-Crisis) para a primeira Crisis, onde estes conseguem salvar o multiverso, restaurando-o (se bem que com ligeiras modificações, conforme pode ser visto na mini-série Convergence #8 (Vol 1, de 2015) e em Superman: Lois and Clark #1 (Vol 1, de 2015). 

 

 

 

Todos eles sobreviveram ao confronto com o Anti-Monitor, com cada um deles a seguir o seu próprio caminho. 

Kal e Lois, juntamente com o seu filho Jon, vão parar à Earth-Prime Post-Flashpoint. 

Kara está agora viva, novamente e em busca do seu próprio lugar no Multiverso.





Posted on terça-feira, março 25, 2025 by Ivo Silva

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terça-feira, 11 de março de 2025

 

 

 


Victor Von Doom, o segundo, foi apresentado pelo Doctor Doom como sendo o seu filho. 
 
Um filho escondido, que seria o seu sucessor no trono da Latvéria. 
 
 
 
 
Na verdade, Doom II era um clone criado pelo cientista Gert Hauptmann, que faria a sua primeira aparição nas sombras de Fantastic Four #193 e 195 (Vol 1, de 1978) onde observa de perto Reed Richards e deleita-se em como o está a manipular para que ele pense que está a trabalhar com cientista em prol dos Estados Unidos, quando está na verdade a trabalhar em prol da Latvéria. 
 
 
 
Reed, que na altura tinha perdido os poderes, sofre uma lavagem cerebral intensiva que visa colocá-lo contra o resto dos Fantastic Four. 
 
 
 
Essa lavagem cerebral é feita por Gert, a mando de Doom II, usando elementos da tecnologia do vilão Psycho-Man (Fantastic Four #196). 
 
Não tarda a que Doom II envie Reed para Los Angeles, onde ele se irá encontrar com o resto dos Fantastic Four, com o intuito de os capturar e com isso dar início à chamada operação coroação. 
 
 
 
 
O trio fantástico é seguido, de perto por Reed, que ostenta o uniforme do Invincible Man, até a um restaurante. 
 
Lá ele começa por atormentá-los com visões de entes falecidos (no caso de Susan, o pai dela) e não só (no caso do Thing, é Alicia, a sua namorada, a tratá-lo como um monstro). 
 
 
 
Depressa, ele se revela ao trio directamente, após o Human Torch perceber que a Alicia Masters que tinham diante deles não podia ser real. 
 
 
 
Munido da tecnologia do Psycho-Man, Reed não tem dificuldade alguma em derrotar e capturar os heróis, levando-os depois de volta para Nova Iorque, para uma base escondida. 
 
 
 
Lá é revelado por Doom II (cuja identidade continua secreta para todos), ao trio aprisionado que o novo Invincible Man é Reed Richards. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Libertando Reed do seu controlo mental, Doom II (cuja face parece familiar a Reed) obriga-o a ajudá-lo a aperfeiçoar um enorme painel solar que visa "resolver" os problemas do mundo, em troca de devolver a Reed o seu poder de elasticidade e libertar a sua família*
 
 
 
O resto dos Fantastic Four entretanto conseguem escapar, contudo, acabam por ser facilmente apreendidos pelo Doctor Doom, o verdadeiro arquitecto deste plano. 
 
Em Fantastic Four #197, Doom II pretende recriar as condições originais do acidente que deu os poderes ao quarteto, como forma de os devolver a Reed (por motivos próprios). 
 
Enquanto, Reed embarca numa nave espacial e voa para o espaço na direcção dos raios cósmicos, o resto do quarteto está aprisionado no castelo do Doctor Doom, na Latvéria. 
 
Ele também capturou Alicia Masters para que esta faça uma estátua real sua (uma vez que ela é cega, ela não conseguirá ver a face desfigurada de Doom). 
 
Um presente para as Nações Unidas como agradecimento para  quando eles nomearem Doom como governante mundial, uma vez que este visava abdicar do seu trono na Latvéria em prol do seu filho.
 
 
 
Reed é bem sucedido na sua missão, mas tem o azar de  acidentalmente reconstituir as moléculas de outro dos seus inimigos mais antigos, o Red Ghost. 
 
 
 
A luta entre ambos é intensa, com o vilão a danificar a nave de forma a que esta se desfaça na reentrada na atmosfera. 
 
Usando os seus poderes de intangibilidade, o Red Ghost foge para o espaço sideral, deixando Reed entregue ao seu destino. 
 
Felizmente, Reed consegue guiar o que resta da nave e sobreviver à aterragem no meio do oceano. 
 
 
 
 
Resgatado pela S.H.I.E.L.D, Reed prepara-se agora para invadir a Latvéria, ciente de que apenas Doom seria capaz de engendrar tal plano. 
 

 
No issue seguinte, Reed infiltra-se na Latvéria, fazendo uma aliança com Zorba, líder da resistência latveriana e filho do falecido rei do país, Rudolfo. 
 
Junto com ele, Reed assalta o castelo e consegue capturar o cientista Gert, enquanto descobre o paradeiro do resto da equipa. 
 
Personificando Gert, através do uso da sua elasticidade, Reed encontra-os colocados numa máquina que visa transferir as suas habilidades para o corpo do filho do Doctor Doom. 
 
 
 
 
 
 

 
Porém, e antes que possa fazer algo para os soltar, Doom vê facilmente que aquele não é Gert mas Reed, e coloca-o nocaute com gás, juntando-o aos restantes na dita máquina. 
 
Em Fantastic Four #199, a transferência de poderes não é definitiva, uma vez que Reed consegue libertar-se e ao resto do grupo. 
 
 
 
 
 
Eles tentam novamente confrontar Doom, mas o facto dele ter Alicia na sua posse, faz com que se rendam. 
 
Será Zorba que, no dia da coroação de Doom II, irá libertar os Fantastic Four e mostrar os planos secretos de Doom a Reed. 
 
 
 
 
 
Com o quarteto e Zorba a atacarem a coroação, Doom II é revelado como sendo não o filho, mas o clone do Doctor Doom. 
 
 
 
 
Doom II, com toda aquela agitação, começa a manifestar os poderes dos Fantastic Four, embora num grau menor. 
 
Um acto que o deixa semelhante ao Thing a nível físico. 
 
 
 
Irritado por ver a face perfeita do seu clone arruínada, Doom ordena que este ataque os heróis (que entretanto combatem os muitos robots de Doom), algo que ele surpreendentemente se nega a fazer. 
 
 
 
Doom II ataca Doom, dizendo que não possuía a sua insanidade ou crueldade e que ele é o homem que Victor era antes do acidente que danificou a sua face. 
 
 
 
Confrontado pelas palavras do seu clone, Doom enfurece-se ao ponto de matá-lo com uma violenta descarga da sua armadura. 
 
 
 
Culpando-os pelo sucedido, Doom descarrega nos heróis e na população da Latvéria toda a sua frustração (Fantastic Four #200). 
 
Na sua fúria ele quase mata o Thing e afasta facilmente o resto dos heróis, antes de partir, com o corpo do seu clone nos braços. 
 
Doom não se demora a regressar à sua base em Nova Iorque, deixando o quarteto temporariamente preso na Latvéria. 
 
Uma vez mais, e com o auxílio de Zorba, o grupo consegue não só escapar, como também resgatar Alicia Masters. 
 
 
 
Entretanto, em Nova Iorque, Doom envia a sua estátua, que contém um dispositivo de controlo mental, para a assembleia das Nações Unidas, enquanto se prepara para o confronto final com Reed, que se separou do resto do quarteto para lidar pessoalmente com Doom. 
 

 
Preso na sua Murder Room, Reed não consegue evitar a activação da estátua, contudo, ainda vai a tempo de um showdown final com o vilão, no interior da sala que havia visitado, juntamente com Doom II, em issues anteriores. 
 
 
 
Repleta de espelhos solares, a sala deixa Doom parcialmente insano, quando Reed, num acto de desespero, consegue arrancar-lhe a placa facial. 
 
O vislumbre da sua face marcada em todos aqueles panéis levam-no à loucura. 
 
Isso permite a Reed desactivar a estátua que estava nas Nações Unidas e com isso cancelar o seu efeito (Doom pretendia que todos os governantes do planeta lhe cedessem o poder a ele). 
 
 
 
O grupo regressa à Latvéria para ver Doom preso num sanatório e Zorba como novo rei do país. 
 
 
 

*Nota: O porquê de Doom II não ter usado Reed sob controlo mental deveu-se não só à curta duração que este teria, assim como ao facto de Reed não poder pensar por si mesmo e por isso ser inútil para a concretização do projecto coroação. 

 


Posted on terça-feira, março 11, 2025 by Ivo Silva

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