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quinta-feira, 24 de agosto de 2017



 



Considerado por muitos (eu insiro-me nessa categoria) como o melhor dos Mortal Kombats clássicos, a segunda entrada na série, lançada para a Mega Drive em 1993, seria alvo de um port bastante interessante para a Master System nesse mesmo ano. 

A história do jogo é a mesma da versão 16 bits, com o tirano extra-dimensional Shao Khan a invadir a Terra após os eventos do primeiro Mortal Kombat. 

Uma vez mais, e perante este ataque massivo do Imperador do Outworld, cabe a Lui Kang assumir o papel do herói. 

Ele não estará sozinho nessa categoria, uma vez que Kitana, Jax e surpreendentemente Sub-Zero* (que era um vilão no jogo original) contam-se também entre os defensores da Terra. 

Graficamente, o jogo é excepcional, puxando a velhinha 8 bits da Sega para além dos seus limites. 

No entanto, a beleza gráfica advém do sacrifício que é feito no que diz respeito aos cenários e personagens disponíveis. 


 


Das doze personagens jogáveis disponíveis para a Mega Drive, apenas oito transitaram para a Master System. 

Aos já mencionados Lui Kang, Jax, Kitana e Sub-Zero, juntam-se ainda Mileena, Reptile, Shang Tsung e o inevitável Scorpion. 

Para além destas oito personagens temos ainda os dois bosses finais, na figura do monstruoso Kintaro e do temível Shao Kahn.

De salientar que Tsung é também ele um boss (o primeiro, surgindo antes de Kintaro), sendo no entanto o único dos bosses disponível para ser seleccionado pelo jogador. 

Apesar do reduzido, mas impressionante cast, convém referir que nenhuma das personagens presentes perdeu golpes ou fatalidades. 


 


As suas habilidades são idênticas às vistas na fantástica versão da Mega Drive. 

A questão dos cenários, referida acima, é que constitui uma das maiores perdas deste port, com apenas dois a estarem presentes, na figura do The Pit II e do Kombat Tomb. 

Ainda assim, foram boas escolhas, uma vez que são duas das mais icónicas localizações de MK II. 

Existe um cenário secreto, o Goro's Lair, que apenas pode ser acedido mediante a obtenção de um conjunto de resultados por parte do jogador. 

Com esse cenário vêm as duas personagens secretas do jogo. 


 


Ambos são ninjas, o que eleva para sete o número dos mesmos em Mortal Kombat II. 

São eles Jade e Smoke, apresentados aqui como sendo lutadores ocultos do primeiro Mortal Kombat e constituindo adversários de respeito. 

O Mortal Kombat II da Master System dispõe do já esperado modo história, no qual devemos derrotar adversário atrás de adversário de forma a progredirmos na torre. 

O tamanho da torre e o número de lutadores a enfrentar depende da escolha que o jogador fez relactivamente à dificuldade. 




A versão da Master System tem a particularidade de ser bastante mais fácil que a sua contra-parte 16 bits, independentemente da dificuldade escolhida. 

Ainda assim, as lutas contra Shao Kahn e Kintaro, exigem alguma ginástica por parte do jogador. 

A jogabilidade é um nadinha mais arrastada do que a da versão Mega Drive. 

Ainda assim, a habituação ao estilo de luta directo e mais lento deste port será rápida, pelo que até o mais inexperiente dos jogadores conseguirá chegar ao fim do jogo em normal (algo que não acontece na Mega Drive). 

O som é o que se poderia esperar de algo proveniente de uma consola 8 bits. 

Não é  brilhante, mas adequa-se ao tom sombrio do jogo em questão. 


 


Em suma, Mortal Kombat II é um jogo com algumas falhas e que dificilmente será jogado pelos detentores das versões SNES ou Mega Drive do título em questão. 

Contudo, é de salientar o esforço colocado pela Acclaim e pela Probe neste port, que nos surge como um dos melhores jogos de luta da Master System e um must have para os detentores da mesma.


*Nota: Este Sub-Zero é o irmão daquele que surge no primeiro Mortal Kombat.




Posted on quinta-feira, agosto 24, 2017 by Ivo Silva

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quarta-feira, 3 de junho de 2015






     Alex Kidd era a mascote original da Sega, antes de um tal ouriço azul, e havia surgido como resposta à popularidade crescente do Mario da Nintendo. 

     Com o sucesso avassalador que foi Super Mario Bros da NES, a Sega decidiu tentar a sua sorte e desenvolver o seu próprio jogo de plataformas para a Master System (a sua consola doméstica). 




     Lançado em 1986, Alex Kidd in Miracle World prometia oferecer tudo aquilo que Mario possuía e mais. 
A verdade é que, em certa medida, até o consegui... 

     Miracle Word não se limitou a ser um jogo de plataformas, uma mera cópia barata do fantástico título de uma empresa concorrente, mas antes procurou incorporar diferentes elementos que o fizeram sobressair.

      É certo que também aqui se quebram blocos como forma de obter sacos de dinheiro ou revelar caminhos escondidos, todavia, a forma como tal se faz difere da de Mario. 




     Alex usa os punhos para o fazer. 
Só através destes é que Alex consegue derrotar os inimigos que lhe surgem no percurso, se bem que existem alguns que nem assim se conseguem vencer e cuja melhor opção é mesmo fugir (estou a falar de vocês espectros). 

     Os já referidos sacos de dinheiro podem ser usados na compra de diferentes itens, vulgo power-ups, que visam aumentar a força e as capacidades de Kidd. 
Temos acesso à grande maioria dos itens via as diversas lojas espalhadas pelos níveis. 

     Para além das tradicionais vidas extras, podemos obter itens bastante interessantes como a Motorbike e o Peticopter, o que expande bastante o gameplay, ganhando este, ainda que temporariamente, certas características exclusivas dos jogos de corrida e shooters.  




     Os cenários são variados e coloridos, sendo os níveis "mistos" (água e terra) os mais interessantes de se jogar. A música vem complementar a temática do jogo na perfeição. 
Um aspecto particularmente bom em relação a Miracle World reside no mapa que detalha a nossa evolução no jogo propriamente dito.




      Isto pode parecer trivial nos dias que correrem, contudo era algo extremamente raro na década de 80 e dava ao jogador uma sensação de satisfação que não se podia igualar. 
O jogo em si tinha uma storyline que embora não fosse complexa, acabava por ser bastante mais elaborada do que a de muitos jogos do género. 

     A missão do jovem Alex para libertar o Mundo das garras do tenebroso Janken, O Grande, roçava a temática de muitos RPG's da altura como Dragon Quest e Final Fantasy, embora fosse, como é evidente, muito mais simplista. 




     Alex Kidd, contudo não é perfeito e tem alguns defeitos que poderão afastar alguns jogadores. Aqui reina a regra do One-Hit Kill, na qual qualquer passo mal calculado pelo jogador pode resultar na sua "morte".

      Neste aspecto a jogabilidade acaba por deixar um pouco a desejar.
 O salto de Alex é irregular. 
Em certas alturas o salto da personagem parece, à falta de melhor expressão, flutuante.

      Essa dificuldade demora um pouco a suplementar e exige prática de forma a se evitar mortes desnecessárias. 
A inexistência de uma opção de Save automático é outra das falhas de um jogo que era bastante extenso para os padrões dos títulos de plataformas da altura. 

     Os 17 níveis existentes não se podiam ultrapassar de uma assentada e as três vidas eram manifestamente insuficientes. 




     É certo que o Save podia ser comprado nas lojas existentes no jogo ou mesmo acedido via um truque no ecrã de Game Over, mas teria sido benéfica a inclusão dessa opção de início. 
Contudo, o grande ponto a desfavor de Miracle World são as "lutas" com os Bosses, no final dos níveis. 

     Ao contrário do que se passava noutros jogos desta altura, as batalhas com os Bosses não dependem da nossa perícia ou preparação, mas são antes totalmente deixadas à sorte. 
A única forma de se vencer os Bosses reside em derrotá-los em um jogo de Pedra-Papel-Tesoura. Uma opção no mínimo estranha. 

     Como nenhum deles joga da mesma maneira duas vezes, o desfecho não poderia ser mais aleatório. O resultado disto é a perda desnecessária de vias, bem como o aumento da frustração do jogador.



     Em suma, Alex Kidd, que gozou de grande popularidade na época e que viria a ser "Built In" com o segundo modelo da Master System, é um jogo de plataformas bastante interessante, que mistura muitas influências de outros géneros distintos. 

     A sua maior falha reside no controlo flutuante, mas sobretudo nas estranhíssimas batalhas de Bosses.

Se forem fãs de jogos de plataforma retro e tiverem bastante paciência, recomendo este título.




Posted on quarta-feira, junho 03, 2015 by Ivo Silva

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014




Nunca soube tão bem libertar a fúria nas ruas!

Versão da Mega Drive


Como se costuma dizer, o que um tem, o outro tem que ter também. Este foi o caso da Sega, com este título. Numa clara resposta ao Final Fight, um sucesso nos salões das arcadas que fazia a transição para SNES da Nintendo, a casa de Sonic não se deixaria ficar e assim, em 1991, era lançado para a Mega Drive, o frenético Streets of Rage.



A cidade encontra-se sobre o controlo do Sindicato do Crime, um bando de rufias liderados pelo infame Mr X! Fartos desta corrupção toda, surgem três jovens, de nome Axel, Blaze e Adam, que em um beat'em up de scrolling horizontal, irão limpar as ruas, subúrbios, pontes e praias daquela metrópole ao longo de oito níveis repletos de acção.
A corja, constituída por Punks, raparigas de chicote, wrestlers e até malabaristas, não serão adversidade para os nossos heróis, que apesar de terem só um botão para desferirem golpes e outro pra saltar, apresentam diferentes características nas repostas aos seus agressores. Como por exemplo, Blaze é a mais rápida, mas a mais frágil, enquanto Adam é o mais forte mas, em contrapartida, o mais lento. Por último, Axel que sendo o mais equilibrado, tem o salto mais débil. Tudo isto contando que todos têm estilos de combate diferentes, nomeadamente, Judo, Boxe e Artes Marciais!




Já vos falei dos controlos referentes aos botões B (acção) e C (salto), mas se bem se recordam, a 16 Bits da Sega, possui três inputs, ou seja, a falta do botão A, que demonstra o brilhantismo da equipa por detrás da programação; ao premir desta tecla, iremos chamar um par de amigos policiais, dos protagonistas, que, na sua viatura, prontamente irão libertar uma salva de munições (no caso do primeiro jogador, tiro de bazooka, no caso do segundo, tiro de metralhadora) sobre a escória. Por outras palavras, algo original e, se não me falha a memória, nunca mais visto, desde então, no género. No entanto, como toda a boa mecânica, existia um senão. Só poderíamos usar a ajuda da Polícia, uma vez por vida, ou, no caso de apanharmos um item que permitisse outra ronda de auxílio. E Beat'em up não é Beat'em up sem os vários items escondidos debaixo de cabines telefónicas, caixotes do lixo e afins, como maçãs e rolos de carne, que prontamente nos devolverão a energia necessária para trazer a justiça de volta aquelas ruas. Um facto curioso, na versão da Mega Drive, está no facto do vilão final, Mr X nos oferecer uma posição na sua organização criminosa. Daí resultará um final alternativo para o jogo. Não sendo propriamente difícil, Streets of Rage poderá apresentar dificuldades mais para a frente, principalmente na mansão do Mr. X, mas nada como ir treinando no modo mais fácil. (número menor de inimigos no ecrã e mais vidas)





Quanto a gráficos, o título da SNES pode ser mais vistoso, no entanto SOR consegue um maior equilíbrio, pois com personagens mais pequenas, existe mais espaço para mostrar cenários mais pormenorizados, coloridos e variados. Mesmo as personagens denotam uma sensualidade e atitude incomparáveis.
Em termos de som, posso garantir que terão uma das melhores bandas sonoras de jogos, de sempre. Yuzo Koshiro consegue tirar da placa de som MD simplesmente aquilo que eu chamo de magia auditiva. Utilizando um já ultrapassado ultrapassado hardware PC-8801, juntamente com uma linguagem de programação audio criada pelo próprio, o músico traria qualidade de música dance electrónica para os jogos de vídeo! Simplesmente genial e altamente aconselhado a ouvir no máximo!




Escusado será dizer que foi um sucesso retombante e com isso veio outra versão deste jogo para as 8 Bits da Sega, a Master System II, em 1993, e a portátil devoradora de pilhas, Game Gear, em 1992.
Na portátil, apesar de ter multiplayer como na MD, através do Cable Link, o título foi quase massacrado, mostrando maus gráficos, animações de personagens, juntamente com níveis (apenas 5) cortados e imagines-se só; Adam é excluído do trio de heróis!
Já a versão da MS II traria Adam de volta e um Boss diferente da versão 16 Bits, especificamente na fábrica (nível 6) da versão original. Tudo isto graças a um novo motor gráfico, em relação ao da GG, no entanto, a capacidade de jogar a dois seria cruamente sacrificada. O facto do botão de pausa ser na consola, vem tornar esta uma versão pouco convencional do jogo.



A versão original seria ainda transportada para as máquinas arcade e inserida em várias colectâneas que iriam acompanhar a MD. Estas colecções trariam outros clássicos da Sega como Golden Axe e Shinobi, no mítico Mega Games 2, que juntamente com Sonic viriam nem Sega Pack Mega Action da consola. Não seria a última colecção. Depois viria em Sega Classics Arcade Collection para a Mega CD e, novamente para a MD, o Mega 6 (composto por Streets of Rage, World Cup Italia 90, Columms, Super Monaco GP, Revenge of Shinobi e Sonic). O nível de sucesso de SOR é tão grande que, ainda hoje, o podem encontrar no serviço Virtual Console da Wii, X-Box Live Arcade, Steam e IOS.



Por esta altura encontra-se também disponível uma nova versão completamente refeita de raiz, para a 3DS, que, como podem imaginar, faz uso do efeito 3D estereoscópico da máquina. Pormenores fantásticos como o chão saindo fora do ecrã, com as personagens apresentadas em Pop Up, e a cidade no fundo, com as suas luzes brilhantes. Adicionando um novo modo Death Blow, em que com apenas um golpe conheceremos o criador, entre outras funcionalidades (como a possibilidade de se jogar a dois localmente), para trazer o jogo aos dias de hoje, tornam esta uma experiência obrigatória para os fãs da série. Esta versão está disponível na E-Shop da 3DS e está inserida na colecção 3D da Sega.


Conclusão:

Pouco mais há a dizer de Streets of Rage. Sem dúvida, um dos melhores jogos do género. Um clássico que todos os verdadeiros amantes dos videojogos devem experimentar um dia.




Escrito por Joel Sousa



Posted on sexta-feira, fevereiro 07, 2014 by Ivo Silva

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sexta-feira, 16 de agosto de 2013


Beach Games
Variados sistemas







O Verão está no seu auge, pelo que nada melhor do que apresentarmos algumas opções para vós, caros leitores e jogadores, sobre os jogos que melhor exemplificam esta estação. Ora bem, comecemos, então, por Cool Spot. Esta mascote da bebida 7Up surgiu em 1987, numa época em que as mascotes estavam em voga, e usava o seu visual radical e veraneante para conquistar os gamers da altura. Um jogo para a SNES e a Genesis, com esse mesmo nome, foi desenvolvido pela Virgin em 1993. Embora, não tivesse qualidade de outros jogos de plataformas da altura, Cool Spot era um título que se aguentava bem, por si só. O primeiro nível, na praia, repleto de crustáceos e areia, é um bom exemplo de como um jogo pode transpirar Verão pelos seus poros. Mas não é o único.






O único jogo de plataformas do Mário para a Game Cube, Mario Sunshine, é todo ele ambientado na premissa de que o canalizador, o Toad e a Princesa vão passar umas férias a uma ilha tropical repleta de habitantes coloridos e bastante bem dispostos. O problema é que Bowser e Júnior seguiram-nos e começam a causar distúrbios por lá. Em Sunshine, um Mário de mangas arregaçadas, usando a pistola de água chamada Fludd, vai tentar derrotar, mais uma vez, o seu némesis.




 Um dos melhores jogos de Verão é o spin-off da série da Tecmo, Dead or Alive. Os Extreme colocam as lutadoras do torneio numa ilha paradisíaca onde não fazem mais nada que não passear pela costa em bikini. Visto por muitos (e não erroneamente) como um jogo para voyeurs ou de simples fan-service, os diversos Extreme mantêm a nosso interesse pela sua componente de Volleyball de Praia e corridas em motos de água. Também, de Volleyball temos o jogo da Sega para a Game Cube, Beach Spikers. Neste fantástico título desportivo, escolhemos de entre inúmeros pares internacionais e procuramos conquistar a glória mundial. Excelente para jogar com amigos, sobretudo se os mesmos não apreciam ter areia nos calções, mas ainda assim, gostarem de uma boa sessão de volley.






Para aqueles mais retro, existe ainda a opção de jogar volley de praia na velhinha NES, através de Kings of the Beach. Neste jogo de 1987, ajudamos a dupla Smith e Stoklos a vencer as cinco principais praias do circuito mundial. (San Diego, Rio de Janeiro, Chicago, Waikiki e Australia) Mas não só de jogos de volley ou plataformas vivem os jogos de Verão. O exemplo mais directo disto mesmo é uma das séries mais antigas da Nintendo, o Wave Race. Assente nas corridas em motos de água, Wave Race, que estreou em 1992 no Game Boy, leva esse desporto a novas alturas, com a sua grande velocidade e controlos precisos.






De entre os três jogos do franchise, Wave Race 64 é, sem dúvida, o mais completo. Por último, e para quem gosta de fazer não um, mas diversos desportos na praia, sugiro que dêem uma olhadela em California Games, particularmente, o segundo para a Master System. Com um total de cinco desportos à disposição, (Skate, Snowboard, Handglide, Surf e Jet Ski) California Games 2 pode não ser o melhor dos jogos desta lista, mas é bastante divertido de se jogar, ainda assim.




Existem, ainda diversos jogos que têm níveis passados na praia. É o caso do 3 nível de Streets of Rage, da Mega Drive, com a sua praia repleta de punks e outros arruaceiros. Também, Link, em Link’s Awakening para o Game Boy, acorda sem armas numa praia, repleta de monstros. Em Super Mario Land 3, Wario tem que ultrapassar um primeiro mapa inteiramente passado na praia, e cujo último nível é passado a enfrentar uma tartaruga espinhosa, na zona costeira. São muitos os jogos do veloz Sonic, que são passados em zonas tropicais ou veraneantes. Quem não se lembra da perseguição da Orca, em Adventures? Outros jogos como Wind Waker, passado todo ele no mar ou em ilhas tropicais, ou Mario Kart, com a sua Koopa Beach, mostram que o Verão e a praia, portanto, são temas recorrentes nos jogos de vídeo, mesmo que seja apenas por via de DLC’s (Como o mapa da praia em Fire Emblem Awakening) ou do desbloquear de segredos. (Como o modo beach em Ghost Squad, da Wii) Bom Verão para todos!


Escrito por Ivo Silva


Posted on sexta-feira, agosto 16, 2013 by Ivo Silva

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