Mostrar mensagens com a etiqueta Darkseid. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Darkseid. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 30 de julho de 2018



 


Desenvolvido pela Acclaim através da Condor e da Sunsoft, Justice League Taskforce foi o primeiro jogo de luta a dar-nos a possibilidade de escolhermos de entre alguns dos mais populares heróis do universo DC.

Este jogo de luta de 1995 seria um dos últimos lançamentos para a Mega Drive (e não só) e tinha uma história que assentava em mais um plano do sinistro Darkseid para conquistar a Terra. 


 


A auxiliar o governante de Apokolips estavam ainda os vilões Despero e a Cheetah. 

Darseid abre as hostilidades com ataques a bases militares. 

Um facto que como é evidente atrai a atenção da JLA.

Daí em diante cabe ao jogador escolher um dos heróis, de entre seis (Batman, Superman, Wonder Woman, Flash, Aquaman e Green Arrow), e iniciar o Hero Mode, que o vê enfrentar não apenas os três vilões referidos acima (com Darkseid a ser o Boss final), mas também os seus companheiros da JLA que estão sob a influência mental do New God.


 


O jogo é parco em modos, uma vez que apenas existem dois. 

Temos o já falado Hero Mode, que basicamente é o modo história, e o VS Mode, que nos permite enfrentar um amigo num um contra um. 

Nem Time Attack, nem Team Battle Mode, nem Survival, se encontram presentes aqui.

Isto numa altura em que outros jogos de luta anteriores já os tinham.

O roster é curto, como o jogo em si, mas as personagens foram bem seleccionadas, representando o melhor do universo DC (só é pena não haver nenhum Green Lantern por aqui).


 


Os níveis tiram inspiração do material base, com cada herói a ter a sua própria cidade ou área característica, Superman luta em Metropolis, junto ao Daily Planet. 

Batman em Gotham, à noite, com  o Bat-Signal a marcar a sua presença nos céus.

Aquaman tem a Atlântida e o Flash o seu próprio museu em Central City. 

A Wonder Woman combate perante as suas pares amazonas na Paradise Island e o Green Arrow faz o mesmo em Star City (o que de resto é o cenário mais básico do jogo).


 


Justice League Taskforce é um jogo rápido no que à jogabilidade diz respeito, com todas as personagens a demonstrarem golpes característicos (ex: o tornado do Flash ou as setas do Green Arrow) da sua pessoa.

Existe ainda um super-golpe à disposição do jogador. 

Tal é bastante poderoso e pode virar a contenda a nosso favor, se bem que na maioria das vezes não é necessário, uma vez que este não é de todo um jogo difícil.


 


Muito pelo contrário.

A banda sonora não é má, especialmente os temas da Wonder Woman e da Cheetah.


 


Em suma, um jogo de luta bastante mediano que surgirá como um must have para os fãs da Justice League dada a escassez de jogos relacionados com o grupo para a 16 bits da Sega.





Posted on segunda-feira, julho 30, 2018 by Ivo Silva

No comments

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018



 


Após uma traumatizante estadia em Apokolips, onde foi corrompida por Darkseid e forçada a lutar contra o primo, Superman, Kara é trazida de volta à Terra onde assume a identidade de Supergirl, desejosa por começar uma nova vida no planeta que adoptou como casa após a destruição de Krypton. 

Como parte da praxe, Kara irá apresentar-se à restante comunidade heróica, procurando encontrar o seu próprio espaço na mesma. 

Contudo, tal apresentação irá revelar-se tudo menos pacífica. 

Nas páginas de Supergirl #1 (Vol 5, de 2005) Kara encontra a JSA, cujos membros estavam engalfinhados numa intensa luta contra o vilão Solomon Grundy. 

Inicialmente uma mera espectadora, Kara decide interferir quando vê que os poderes da integrante mais poderosa do grupo, a igualmente kryptoniana Power Girl, estão a falhar. 

Com um potente soco, Kara logra em conseguir aquilo que todos os presentes haviam falhado em fazer e derruba Grundy. 

O que se segue não poderia ser mais estranho. 

A enfraquecida Power Girl não só recupera a sua força como fica insana após apertar a mão da Supergirl e ataca esta com uma ferocidade terrível. 


 


Ambas são separadas pelo Green Lantern (Alan Scott), com Mister Terrific a explicar que devido às semelhanças entre as duas, elas por e simplesmente não podem estar próximas uma da outra. 

É como se a mesma pessoa estivesse a tentar ocupar o mesmo espaço*

Perante a iminência de voltar a estar sujeita a exames médicos, Power Girl abandona o local, o que faz Kara seguir-lhe o exemplo, desiludida por um encontro que apenas serviu para a alienar.





Procurando conforto e rostos familiares, Kara segue para Smallvile, mais concretamente para a quinta dos Kent. 

Será lá que ela se irá deparar com Kon-El, a.k.a Superboy. 

O encontro entre ambos que tem lugar em Supergirl #2 não corre nada bem. 

Embora Kara nada mais quisesse que amizade, Kon irá responder de forma bastante hostil, julgando que ela estava em Smallvile para o forçar a ser um herói novamente**

Sem querer ouvir as explicações de Kara e excessivamente agressivo para com ela, Kon irá forçar a nossa heroína a combate-lo. 

Dona de uma força brutal, Kara irá golpear Kon com tanta força que lhe deslocará a mandíbula. 

A contenda parecia encerrada não fosse a chegada dos Teen Titans, o grupo ao qual pertencia Kon.


 


Estes desconfiavam das intenções de Kara e não hesitaram em atacá-la. 

Kon é imobilizado pelo Beast Boy, enquanto os restantes Titans enfrentam a Supergirl. 

A rapariga de aço depressa revela ser poderosa demais para os jovens heróis. 

A sua raiva sobrecarrega o lasso da Wonder Girl, ao passo que o negro da sua alma faz o mesmo com a Raven. 

A luta finalmente acaba com a chegada da Starfire que recruta Kara para fazer um test-drive junto dos Outsiders. 


 


A formação dos Outsiders é liderada por Nightwing, o antigo parceiro do Batman, que testa Kara em combate, tentando perceber os limites da jovem kryptoniana (em Supergirl #3). 

Kara, mesmo sob o efeito de kryptonite, derrota Lightning e Rose, duas das integrantes da equipa. 

Procurando provar o seu valor junto de Nightwing (pelo qual havia ficado apaixonada), Kara decide enfrentar sozinha o perigoso Lex Luthor. 

A sua acção precipitada vai fazer com que Starfire seja ferida pelo vilão e que a própria Kara seja brutalmente espancada. 


 


Com uma armadura desenvolvida em Apokolips e com acesso a todos os tipos de kryptonite, Lex aparentemente fere mortalmente a nossa heroína ao expo-la a krytonite negra (Supergirl #4), quando esta falha em responder às perguntas do vilão acerca do paradeiro de Darkseid (que o Superman havia prendido na Source Wall). 

Contudo, este não é o fim de Kara. 

Do corpo inerte da nossa heroína emerge uma outra Kara, com uma variante negra e prateada do seu icónico uniforme. 

A Dark Supergirl, que em muito lembra o Kryton Man de 1990, mostra-se mais impiedosa que a Supergirl normal e rapidamente neutraliza a armadura de Lex (Supergirl #5). 

Temendo pela sua vida, o vilão tenta escapar, numa fuga que o leva até à Watchtower, a base lunar da JLA. 


 


Tal acção atrai a atenção da JLA, cujos membros são atacados pela Dark Supergirl. 

Esta não tem dificuldade em lidar com a JLA, usando força bruta para derrubar o Hawkman e a Black Canary, rapidez para roubar o anel de John Stewart e astúcia para enganar Wally West. 

Dark, cuja atenção já se havia desviado de Luthor (este fugiu aproveitando a confusão) estava prestes a matar o Martian Manhunter, não fosse a intervenção inesperada da Supergirl normal. 

A batalha entre ambas é violenta e culmina numa queda nas águas de Gotham. 


 


Lá o duo é brindado com a presença da trindade (Supergirl #5) que sem saber qual é a verdadeira Kara (Dark trocou o uniforme de ambas usando super velocidade) ataca ambas. 

O Superman e a Wonder Woman conseguem imobilizar as duas Karas tempo o suficiente para Diana usar o seu lasso no duo e fundi-las numa só. 

A Supergirl normal é restaurada, com a sua personna mais negra a desvanecer-se.



*Nota: Sem nenhum dos intervenientes saber, a Power Girl era na verdade uma versão alternativa mais velha da Supergirl, proveniente do velho multiverso pré-crise.

**Nota: Kon tinha-se exilado depois de ter atacado os Teen Titans sob o controlo mental de Lex Luthor.


 

Posted on segunda-feira, fevereiro 12, 2018 by Ivo Silva

No comments

quarta-feira, 13 de julho de 2016



Suicide Squad, também conhecido como Taskforce X, foi formado por Amanda Waller, uma oficial de alta patente do governo dos E.U.A. 

Embora já tivesse existido um grupo anterior com o nome de Taskforce X, esta seria a primeira vez que ele seria formado quase exclusivamente por vilões ou anti-heróis. 

O objectivo por detrás da criação de tal equipa passava pela necessidade de dotar o governo norte-americano do seu próprio conjunto de operativos meta-humanos. 

 

Estes estariam encarregues de realizarem as missões mais perigosas e mais questionáveis, assumindo para todos os efeitos a natureza de uma operação black-ops. 

Essa era também a razão para apenas vilões ou anti-heróis serem recrutados, sendo que em caso de alguma fatalidade ninguém sentiria a sua falta. 

 

No caso dos vilões, muitas vezes obrigados a participar nas perigosas missões, estes veriam as suas penas de prisão reduzidas substancialmente, considerando é claro que sobreviviam à dita missão.

 

Será após uma estrondosa derrota da Justice League of America e os eventos da batalha entre Captain Marvel (Shazam) e o vilão Macro Man, que Amanda Waller decide reactivar a Taskforce X convocando o Major Rick Flag Jr, membro da formação anterior, para servir como líder de campo. 

 

Com a opinião pública a ser extremamente adversa à comunidade heroica, sobretudo após o aparente assassinato de Macro Man às mãos do Captain Marvel (Shazam), nas páginas de Legends #1, e com o gigante flamejante Brimstone a ameaçar a costa leste dos E.U.A, Flag não perde tempo e depois de convocar Bronze Tiger, vai recrutar Deadshot, que cumpria pena na prisão de Belle Reve após ter sido capturado pelo Flash (Wally West). 



Após adicionar Deadshot ao grupo, em Legends #2 e com a histeria anti-heroica, promovida por um psicólogo chamado G.Gordon Godfrey, a aumentar de tom, ao ponto do próprio Presidente dos E.U.A intervir, decretando a ilegalidade do vigilantismo e dos heróis em si, o Major Flag Jr vai juntar Captain Boomerang, Blockbuster e Enchantress ao plantel. 



Em Legends #3 nasce o novo Suicide Squad. Nesse mesmo issue o grupo, destacado para parar Brimstone, vai enfrentar o vilão junto ao famoso Monte de Rushmore. 

 

O Suicide Squad consegue destruir Brimstone após um disparo bem colocado de Deadshot ao centro energético da criatura, contudo seria tarde demais para um dos seus recrutas. Blockbuster vai ser incinerado por Brimstone durante a luta.
Os três últimos números da maxi-série Legends não terão grande participação do Suicide Squad com excepção da última luta em Washingthon.

 

 Contudo será nesses números que os heróis irão descobrir que todo este clima anti-heroico nada mais era do que um plano de desmoralização de Darkseid, que pretendia enfraquecer a confiança da sociedade terrestre nos seus heróis e com isso facilitar a invasão da Terra por parte de Apokolips. 

Sem Justice League, cabe a Fate recrutar diversos heróis, como Superman, Batman, Black Canary, Blue Beetle, Captain Marvel, Flash (Wally West), Changelling (Beast Boy) e Green Lantern (Guy Gardner), e direccioná-los para a capital dos E.U.A, onde têm que enfrentar o agente principal de Darkseid, o New God conhecido como Glorious Godfrey. 



Este assumiu a identidade de G.Gordon Godfrey e tratou de usar a sua habilidade de persuasão para virar a opinião pública contra os heróis, preparando o terreno para uma invasão de Parademons. 

Aos heróis já mencionados acima vão juntar-se Wonder Woman, Martian Manhunter e Robin (Jason Todd) sendo que estes dois vão ser fundamentais para salvar a vida do Presidente e virar a população local contra Godfrey, respectivamente. 

Com os Parademons a enfrentarem os heróis, Godfrey tenta ficar com o poderoso elmo de Fate para si, contudo o tiro sai-lhe pela culatra e o vilão acaba catatónico após a tentativa.

 

No meio de todo este caos, Captain Boomerang, que havia adquirido a sua liberdade após a batalha com Brimstone, foi capturado pelo New God. 

Para evitar que ele divulgasse qualquer informação acerca do Suicide Squad, o grupo vai a Washingthon com a simples missão de o silenciar.

Contudo tal acaba por não ser necessário e Boomerang é salvo e levado de volta para o quartel-general do Suicide Squad em Belle Reve. 

Assim termina, com saldo claramente positivo a primeira missão do Suicide Squad.


  





Posted on quarta-feira, julho 13, 2016 by Ivo Silva

No comments