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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026





Como podemos ver num post anterior, a relação de Peter e Mary Jane passou por muito, com ela a só aceitar o pedido de casamento à terceira. 

O facto dela saber que Peter era o Spider-Man, desde muito cedo, associado ao medo do compromisso (que já havia custado a felicidade tanto da mãe, como da irmã) deixavam-na sempre com o pé atrás. 

 

 

 

 

 

Peter, por sua vez, atormentado pela sua responsabilidade na morte da sua última grande paixão, a Gwen Stacy, assim como a incapacidade de poder dar à Mary Jane o estilo de vida ao qual ela estava habituada, incomodavam-no. 

Ele temia que a estivesse a tornar num alvo para os seus muitos inimigos. 

Contudo, e conforme pode ser visto em Amazing Spider-Man Annual #21 (Vol 1, de 1987), os dois ultrapassaram esses medos e dúvidas e deram o nó. 

 

 

 

Contudo, numa realidade alternativa (mais propriamente em What If #20, Vol 2, de 1990), durante a batalha com Alistair Smythe e o seu Spider-Slayer, Mary Jane vai ficar ferida com alguma seriedade, o que vai fazer Peter pensar ainda mais nos riscos que ela irá correr estando com ele. 

 

 

 

Por esse motivo, no dia do casamento, ele diz que não e termina a relação. 

 

 

 

Dedicando-se a passar mais ao seu tempo como Spider-Man, e passando a trabalhar com a Silver Sable e a sua Wild Pack na perseguição a terroristas, como forma de afastar a mágoa que sente. 

 

 

 

 

 

Entretanto, um belo dia quem regressa à sua vida é Felicia Hardy, finalmente de volta da Europa. 

Os dois reatam o relacionamento e o duo Spider-Man/Black Cat regressa. 

 

 

 

 

 

Embora, Felicia demonstre alguma ferocidade, vai ser graças a ela que Peter irá sobreviver a um encontro quase letal com o Kraven. 

 

 

 

Ela desenterra o nosso herói, que menciona no estado alucinado no qual se encontra, o nome de Mary Jane, algo que irrita a Black Cat, mas que será um sentimento que esta irá guardar para si. 

 

 

 

 

 

O duo vence vilões como o Electro e o Venom, com Spidey a evitar que a Cat usasse a arma sónica para matar este último. 

 

 

 

Ao ver a notícia nos jornais, Mary Jane tenta entrar em contacto com Peter, mas é Felicia quem atende, desligando de imediato. 

 

 

 

 

 

Peter irá pedir a Black Cat em casamento, algo que ela aceita de imediato, correndo para ir esfregar a notícia na cara da Mary Jane, numa conversa que seria ouvida por um criminoso, que irá por sua vez vender a informação ao Vulture (What If #21, Vol 2, de 1990), com consequências nefastas. 

 

 

 

 

 

 

 

O Vulture vai atacar a casa da tia May, quase matando a senhora e assassinando grande parte dos hóspedes da casa (que na época funcionava como um lar), tentando depois matar a própria Black Cat, mas sendo impedido de o fazer pelo aranhiço. 

 

 

 

 

 

 

 

Ciente agora que Felicia será incapaz de manter o seu segredo, Spidey termina a relação, desabafando com Silver Sable, com quem descobre ter muita coisa em comum. 

A Black Cat tenta compensar o erro e mata o Vulture, o que leva Silver Sable e a Wild Pack a irem atrás do Spidey por pensarem que ele tinha sido o responsável. 

 

 

 

 

 

Felicia e Mary Jane surgem ambas em cena, com a primeira a assumir que matou o vilão e que não pretende usar a segunda como refém.

Na verdade, Felicia apenas quer confessar o seu crime e, com isso, inocentar o homem que ainda ama.  

 

 

 

Contudo, e chegando ao local naquele instante, o Paladin (da Wild Pack) dispara sobre a Black Cat, que deixa a Mary Jane cair. 

 

 

 

Peter salva a ruiva de uma morte certa, mas não consegue evitar que Felicia morra nos seus braços, por causa dos ferimentos provocados pela bala.  

 

 

 

 

 

No fim, e depois do luto, Peter acaba por se apaixonar de novo. 

Mas desta feita por Silver Sable. 

 

 

 

Posted on terça-feira, fevereiro 10, 2026 by Ivo Silva

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segunda-feira, 19 de novembro de 2018



 


Colegas de cela de Adrian Toomes, a.k.a The Vulture, os futuros Vulturions duplicaram as habilidades do uniforme deste e estabeleceram-se como um quarteto criminoso em busca de fama, sucesso e vingança contra um certo aracnídeo (uma vez que este era o responsável pela estadia do grupo na prisão). 

Chamando-se de Vulturions, os quatro membros originais davam pelo nome de Gripes, Pigeon, Sugar Face e Honcho, com este último a assumir o manto da liderança. 

Com habilidades em tudo semelhantes às do velho Vulture, os Vulturions vão testar-se contra Spider-Man, defrontando-o nas páginas do primeiro número de Web of Spider-Man (Vol 1, de 1985). 

O confronto, que visava colocar o grupo nas boas graças do Kingpin, não correu bem. 

Na verdade, as coisas complicaram-se ainda mais em Web of Spider-Man #3,  com o grupo a ter que se haver com um furioso Adrian. 

O velho Toomes, que não tinha apreciado em nada o roubo das suas ideias, ataca o quarteto, arrasando-os completamente.


 


A derrota dos Vulturions foi de tal modo definitiva que o grupo apenas regressaria décadas mais tarde, em Avengers: The Initiative #7 (Vol 1, de 2008). 

Agora um trio, com apenas Honcho a regressar, os "novos" Vulturions combateram Spider-Man e os Scarlet Spiders, apenas para conhecer nova derrota e encarceramento.

Os Vulturions foram personagens criadas por Lousie Simonson e Greg LaRocque e tinham uma habilidade que os distinguia do mais popular Vulture. 

Uma Blow-Dart Gun, que os permitia atacar à distância.

Os Vulturions estão entre os mais obscuros e menos relevantes adversários de Spider-Man, fazendo parte dos vilões que fazem parte do legado de Adrian Toomes, o Vulture original (como é o caso também de Blackie Drago, Chilfton Shallot e Jimmy Natale)


Leituras obrigatórias:


Web of Spider-Man #1 a 3, Vol 1, de 1985 - A primeira aparição e a origem do grupo é mostrada nestes números, que também vêem os Vulturions enfrentarem o Vulture e o Spider-Man.






Posted on segunda-feira, novembro 19, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 26 de junho de 2017






Adrian Toomes foi criado por Stan Lee e Steve Ditko em 1963, fazendo a sua primeira aparição em Amazing Spider-Man #2. 

O terceiro vilão a enfrentar o jovem Peter Parker, Toomes é um inventor que em tempos mais áureos tinha a sua própria empresa. 

A perda da mesma, às mãos do seu próprio sócio, que o via como um velho inútil e acabado, fizeram Toomes virar-se para uma vida de crime e vingança. 

Tomando os céu graças a um par de asas, energizadas por um motor  desenvolvido por si, Toomes passou a dar-se pelo nome de Vulture.

Toomes não só consegui a desejada vingança, como deu início a uma imparável onda de assaltos que apenas chegaria ao fim graças à intervenção de um certo aranhiço. 

Apesar de ter uma idade avançada e ser constantemente subestimado pela oposição, Toomes demonstrou ser um adversário temível, rápido e incrivelmente forte e resistente*.


 


Um dos mais tenazes inimigos de Spider-Man, o Vulture vai voltar a defrontá-lo em Amazing Spider-Man #7 (Vol 1, de 1963). 

Nessa segunda batalha, Toomes parte o braço do herói, mas mesmo assim acaba derrotado por ele.

Não tardaria para que em 1964, o Vulture fosse recrutado para fazer parte da formação original dos Sinister Six, liderados pelo Doctor Octopus. 

O objectivo desta reunião (vista no primeiro anual da revista Amazing Spider-Man) era o de conseguir finalmente vencer o herói aracnídeo. 

Contudo, o plano não vai resultar. 

Sobretudo porque os vilões não lutaram como uma unidade, mas antes individualmente.


 


Após esta breve experiência, Adrian vai ver a sua identidade ser usurpado por outros indivíduos. 

Primeiro por Blackie Drago (um colega de cela de Toomes), em Amazing Spider-Man #48 (Vol 1, de 1967) e mais tarde por Cliffton Shallot (um professor universitário), em Amazing Spider-Man #127 (Vol 1, de 1973) ou pelos Vulturions, em Web of Spider-Man #1 (Vol 1, de 1985). 

Embora este último não tenha sofrido quaisquer represálias pela parte de Toomes, o mesmo já não pode ser dito de Drago ou dos Vulturions.

Toomes confrontaria , e derrotaria, os seus supostos sucessores em Amazing Spider-Man #63 (Vol 1, de 1969) e Web of Spider-Man #3 (Vol 1, de 1985).


 


Entre as lutas com os seus rivais, o Vulture irá tentar assumir controlo sobre diversas facções criminosas de Nova Iorque (Peter Parker: The Spectacular Spider-Man #44/45, Vol 1, de 1980). 

No entanto, tal tentativa irá fracassar, com o custo a ser demasiado elevado para Toomes. 

Ele perderia um sobrinho, de nome Malachi Toomes, que estimava bastante. 

A tragédia atingiria a vida do Vulture uma vez mais, com o vilão a ser diagnosticado com cancro, em 1992. 

Aparentemente sem muito tempo de vida, o Vulture não deixaria de atormentar a vida do seu inimigo aracnídeo. 

Numa das vitórias mais contundentes do Vulture sobre Spider-Man, Toomes conseguiria recuperar a sua juventude, sugando a do herói (Amazing Spider-Man #387/388, Vol 1, de 1994). 

Esta nova oportunidade de voltar a ser jovem, deu estímulo e resistência renovadas ao Vulture, que no entanto seriam solo de pouca dura.


 


Três anos mais tarde, o Vulture seria devolvido à velhice, após um embate com DK (um adversário capaz de dissolver o que tocava). 

De salientar que, a juventude do Vulture inicialmente era temporária e apenas através da absorção da energia vital de um simulacro da mãe de Peter Parker é que se tornaria definitiva. 

Esta não seria a última das vítimas de Toomes. 

Ele matou um dos namorados da tia May, Nathan Lubensky, nas páginas de Amazing Spider-Man #336 (Vol 1, de 1990).


 


Para além de ter sido um dos membros mais regulares nas diferentes incarnações do Sinister Six (que incluem os Sinister Seven e Twelve), o Vulture faria ainda parcerias com outros vilões, nomeadamente, o Electro, o Nitro e o Scorpion. 

O Vulture tentaria, à semelhança do que fizera na década de 80, criar a sua própria gangue voadora, usando crianças e adolescentes como capangas.

Contudo acabaria por ser vencido, como sempre, pelo Spidey. 

No entanto, não se julgue que o Vulture é uma personagem exclusiva do Spidey. 

Ele também enfrentou outros heróis, nomeadamente, o Daredevil, o Cable (que venceu!), o Prowler e a Black Cat.


 


O encontro com esta última foi particularmente traumático, uma vez que ela marcou-lhe a cara com as suas garras afiadas (Marvel Knights: Spider-Man, de 2004/2005). 

Em tempos mais recentes, o Vulture foi derrotado e capturado pelo Superior Spider-Man, a.k.a Otto Octavius. 

Este último vai colocá-lo sob controlo mental e forçá-lo a juntar-se aos seus Superior Six. 

O Vulture eventualmente vai conseguir libertar-se, sendo o seu actual paradeiro, desconhecido.


 


Para além dos sucessores referidos acima, a identidade de Vulture vai ainda ser usada pelo mafioso Jimmy Natale. Este faria a sua primeira aparição em 2009, nas páginas de Amazing Spider-Man #592 (Vol 1). 


 


Com habilidades bastantes distintas das evidenciadas por qualquer Vulture antes dele (e que incluíam cospe ácido e perigosas mandíbulas), Jimmy irá tornar-se num dos mais perigosos adversários de Spider-Man. 

O único dos sucessores a ser aceite por Toomes, Natale teria uma carreira curta, sendo morto pelo Punisher em 2011. 

Outras versões do Vulture incluem o antigo adversário do Human Torch original, um tal de Isidoro Scarlotti. 

Este apenas fez a sua primeira aparição em Young Men #26 (Vol 1, de 1954) e era, como Natale, um mafioso. 

Durante o período Golden Age das Comics, o primeiro Human Torch iria medir forças com outro Vulture, na figura do sabotador Harrison Klein. 

Por sua vez, Captain America também teria que lidar com dois Vultures antes do final da Golden Age, sendo eles espiões fascistas (o alemão Ottokar e o americano Hugh). 


 


Por último, duas das versões alternativas mais relevantes do Vulture são: a do Universo 2099, com o seu Vulture (Snidely) a ser o líder de uma gangue em Dowtown, Nueva York. 

Este Vulture era canibal e encontraria o Spider-Man 2099 por diversas vezes, na condição de adversário. 


 


A segunda versão não é tanto uma versão do Vulture, mas antes uma herdeira de um dos seus sucessores.

Brenda Drago, a.k.a Drago, é uma criminosa relutante, que serve de opositora e aliada ocasional da Spider-Girl no Universo MC2.


*Nota: A origem de Toomes seria relatada em Amazing Spider-Man #241 (Vol 1, de 1983). 

Esse mesmo número revela-nos que o contacto com as energias electromagnéticas do motor das asas de Toomes, deram ao vilão um certo grau de super-força.





Posted on segunda-feira, junho 26, 2017 by Ivo Silva

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segunda-feira, 22 de maio de 2017



 


O homem que se tornaria no Thinkerer, Phineas Mason, foi uma das criações de Stan Lee e Steve Ditko, fazendo a sua estreia na segunda aventura publicada nas páginas de Amazing Spider-Man #2 (Vol 1), em 1963. 

O terceiro vilão com o qual Spidey se iria deparar no início da sua carreira, Phineas foi contratado por Quentin Beck, o futuro Mysterio, para simular um ataque alienígena e com isso conseguir roubar segredos governamentais.

Spider-Man vai frustrar os planos do idoso inventor, que no entanto conseguirá escapar à captura. 

Mais que um mero vilão, Phineas estabeleceu-se como um dos maiores fabricantes e fornecedores de armas do universo Marvel. 

Muitos foram os vilões que beneficiaram dos seus serviços, nomeadamente Big Wheel, Jack O'Lantern, Scorpion, Blizzard e Grizzly, entre outros. 

Entre os grandes patronos do Tinkerer estão vilões como o Kingpin, Loki ou Lucia Von Bardas.


 


Contudo, nem sempre o Tinkerer se depararia com clientes satisfeitos. 

Em New Mutants #86 (Vol 1, de 1990), Phineas vai-se ver forçado a ajudar o Vulture a libertar o perigoso Nitro, durante a saga Acts of Vengeance. 

Isto para servir de compensação pelo facto de Phineas ter criado uma réplica das asas de Adrian Toomes (Vulture), a pedido de Loki (algo que Toomes não apreciou).

Com um ódio feroz à comunidade heróica, que considerava irresponsável, Phineas normalmente abstém-se de entrar em confronto directo com os ditos heróis (devido à sua idade avançada), usando andróides e outros robots não humanóides para fazer o serviço, como é o caso do Spider-Mobile (Amazing Spider-Man #160, Vol 1, de 1976) ou do Toy (Peter Parker- The Spectacular Spider-Man #53, Vol 1, de 1985), que criou para usar como assistente na sua oficina.


 


No entanto, de longe a longe, o Tinkerer tem cooperado com os heróis, auxiliando o seu inimigo de longa data, Spider-Man, contra o instável e homicida Killer Shrike, nas páginas de Amazing Spider-Man #310 (Vol 1, de 1988) e os Fantastic Four durante a Civil War de 2006. 

O vilão esteve durante algum tempo condicionado a uma cadeira de rodas, vítima de um ataque do Punisher, mas eventualmente recuperaria o uso total das pernas.

Para além do já mencionado Toy, o Tinkerer teve um outro assistente robótico na figura de um Doombot chamado Vincent Doonan (Unbelievable Gweenpool #6, Vol 1, de 2016).


 


O Tinkerer é ainda pai do agente especial Rick Mason, que operava como mercenário e que fez a sua primeira aparição nas páginas de Marvel Graphic Novel #57 (Vol 1, de 1989). 

Apesar de não ser um homem particularmente violento, Phineas acidentalmente matou a mulher do herói sobrenatural conhecido como The Judge, em Deadline #1, corria o ano de 2002. 

O Tinkerer só por uma vez esteve preso. 

Foi durante a Civil War de 2006. 

Curiosamente, foi uma prisão feita sem justa causa.

No universo Marvel existe ainda mais um Tinkerer, sendo que este é alienígena (um Skrull) e surgiu recentemente nas páginas de Nova #12 (Vol 5, de 2014).



Leituras Obrigatórias:

Amazing Spider-Man #2 (Vol 1), de 1963 - Esta é a primeira aparição de Phineas, bem como o seu primeiro confronto com um Spider-Man bastante jovem.

Amazing Spider-Man #160 (Vol 1), de 1976 - Tinkerer regressa e com o mais louco dos planos. O velho inventor modifica o à muito abandonado Spider-Mobile e usa-o como arma contra Spider-Man.

Peter Parker, The Spectacular Spider-Man (Vol 1), de 1981 - A última aparição do estimado assistente de Phineas, Toy.
 
Amazing Spider-Man #310 (Vol 1), de 1988 - Pela primeira vez, vemos o Tinkerer do lado dos anjos. O vilão auxilia o Spider-Man na batalha contra o Killer Shrike.





Posted on segunda-feira, maio 22, 2017 by Ivo Silva

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