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quinta-feira, 17 de agosto de 2017



 


O lado negro dos cavaleiros de bronze, os chamados Black Saints eram compostos pelos cavaleiros considerados indignos de usarem as armaduras sagradas de Athenas. 

Seres que buscavam o ganho pessoal acima de tudo, estes renegados irão reunir-se na perigosa ilha da Death Queen, onde irão por sua vez obter réplicas inferiores das armaduras às quais inicialmente haviam concorrido. 

Os primeiros Black Saints a surgirem no anime de 1986 foram os Black Phoenix. 

Liderados por um dos cavaleiros de bronze, Ikki da Fénix, estes Black Saints (também conhecidos pelo nome colectivo de Sombras de Ikki) atacam os restantes cavaleiros de Bronze presentes durante o torneio das galáxias que visava atribuir ao vencedor do mesmo, a poderosa armadura de ouro do Sagitário.


 


Com o objectivo de roubar a mesma, os Black Saints fazem a sua estreia no episódio sete do anime. 

Contudo, e apesar de terem técnicas similares às de Phoenix (o mais poderoso dos cavaleiros de Bronze), estes Black Saints revelam ser presa fácil para Pegasus (Seiya), Dragon (Shiryu), Andrómeda (Shun) e Swan (Hyoga). 

Os quatro cavaleiros de bronze logram recuperar algumas das partes da armadura, com a maioria, contudo, a permanecer na posse do renegado Ikki. 

No episódio nove, que inicia um novo arco na história de Saint Seiya, vemos surgirem os Black Four. 

Considerados a tropa de elite entre os Black Saints de Ikki, os Black Four consistem em versões maléficas dos quatro cavaleiros protagonistas da série. 

Andrómeda é o primeiro a ter que enfrentar um dos Black Four, neste caso concreto com o Black Swan.



 


A luta, que pendia para o lado do Black Swan, é interrompida pelo verdadeiro Swan, que derrota o primeiro com uma facilidade espantosa. 

A vida do Black Swan é salva graças à chegada atempada dos restantes Black Four. 

Os cavaleiros de bronze irão colidir novamente com os Black Four nos episódios onze a treze do anime. 

A luta, pela armadura do Sagitário, terá lugar no monte de Shishigabana e será singular, com cada um dos cavaleiros de bronze a defrontar a sua contra-parte negra.

Swan irá abater sem qualquer dificuldade o Black Swan, usando o mortífero Aurora Thunder Attack. 

Com a sua vitória, Swan recupera uma das peças da armadura de ouro que estava na posse dos Black Saints. 

Contudo, e apesar de ter sido derrotado, o Black Swan ainda consegue transmitir ao seu líder, Ikki, a informação acerca do ataque do Swan (o que permitirá a Ikki estar preparado caso combata com o cavaleiro de bronze).


 


Seiya não é tão feliz no seu encontro com o Black Pegasus. 

Embora não tenha dificuldade em despachar o seu adversário com o Meteor of Pegasus, Seiya deixa-se tocar por um dos Black Meteors lançados pelo vilão. 

As consequências disso são nefastas para Seiya. 

Afectado pelo chamado Black Terror, Seiya vê o seu sangue corrompido pelas trevas e está literalmente a morrer envenenado. 

Andrómeda é o primeiro a encontrá-lo caído na neve.

Shun tenta ajudá-lo, mas é interrompido pela chegada do Black Andrómeda. 

Durante a batalha, Seiya cai num abismo profundo.


 


Temendo pela vida do seu amigo, Shun despacha rapidamente o Black Andrómeda, no entanto, não consegue ir logo de imediato ao resgate de Seiya devido ao Black Dragon. 

O mais forte dos Black Four, Black Dragon não chega a combater com Andrómeda, graças à aparição de Shiryu. 

O duelo entre os dois dragões tem então início no episódio treze, com Andrómeda a tentar resgatar Seiya de uma morte que parece iminente. 

A furiosa batalha vê um enfraquecido Shiryu, que havia perdido parte do seu sangue no episódio dez enquanto tentava restaurar a vitalidade das armaduras de Pegasus e a de Dragon, sucumbir a um mais fresco Black Dragon.


 


Contudo e quase inexplicavelmente, Black Dragon não mata Shiryu, mas antes salva-o da morte, morrendo no seu lugar. 

O motivo para tal reside no facto de Black Dragon ter-se apercebido da existência do altruísmo e da amizade no decurso da batalha. 

Com os Black Saints obliterados e as metades da armadura que estes possuíam nas mãos dos cavaleiros de bronze, Shiryu salva Seiya do Black Terror, extraindo o sangue maligno do corpo do último.

Shiryu e Shun partem na direcção de Ikki, procurando a última das partes da armadura dourada, deixando para trás um ainda combalido Seiya.


 


 Contudo, o que o duo desconhecia era que já Hyoga havia lutado, e perdido de uma forma brutal (Hyoga foi golpeado no coração, sendo salvo apenas pelo crucifixo da mãe), com Ikki. 

O Swan sucumbiu ao terrífico ataque psíquico, Phoenix Illusion, de Ikki, e viu o seu próprio Auro Thunder Attack ser ineficaz contra o vilão (graças à acção do Black Swan no episódio anterior).


 


Com Shun a tentar chamar Ikki à razão, apelando ao facto de serem irmãos, Hyoga e Seiya reaparecem e a batalha final entre os cavaleiros de bronze e Ikki tem início nos episódios quatorze e quinze. 

Com a sua Illusion a ser negada por Hyoga, Ikki recorre ao seu ataque mais poderoso, o Rising Phoenix, para deitar abaixo os seus quatro opositores. 

O único a ficar de pé é Seiya, graças à protecção que lhe é concedida pela armadura de Sagitário. 

A luta entre Seiya e Ikki continua e depressa se percebe que o nosso herói não é capaz de por si só bater bater um adversário tão temível como o Phoenix.


 


Felizmente, a corrente de Shun e o escudo do Shiryu juntam-se à armadura de Seiya e protegem-no de um novo ataque de Ikki. 

Será necessária a força combinada dos quatro cavaleiros para derrubar o poderoso Phoenix. 

Os Black Saints vão desaparecer durante algum tempo, deixando o protagonismo recair sobre os cavaleiros de bronze e os de prata. 

O grupo só regressará no episódio trinta e dois, com Ikki, já do lado dos bons, a regressar à ilha Death Queen.


 


O Phoenix fez isso como resposta a um desafio enviado pelo novo líder dos Black Saints, Jago.

Jago conta com o auxílio dos Ankoku Three (outros três Black Saints) e de um Black Phoenix mais capaz do que aqueles que apareceram anteriormente. 

Apesar da vantagem dos números, Jago e os seus Black Knights não são rivais para Ikki. 

Este rapidamente se desenvincilha deles. 

Depois disso, os Black Saints nunca mais seriam vistos na série.









Posted on quinta-feira, agosto 17, 2017 by Ivo Silva

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016




     O TOP 10 deste mês aborda não apenas personagens que fizeram curtas, mas memoráveis participações nos animes nos quais participaram, como também aqueles que, embora populares, nunca conseguiram superar a popularidade do protagonista. 

     É uma lista pessoal pelo que gostaria de conhecer as vossas opções. 

     Boa leitura!





10 -  Shimada SC




     O nrº 10 do Shimada SC, Junichi Nagasaki, permanece sempre esperançoso que a sua equipa irá conseguir fazer frente à muito mais talentosa Nankatsu SC, de Oliver Tsubasa. 

     Mesmo a perder por 2-0, o capitão do Shimada incentiva os seus colegas a lutarem, e o facto é que conseguem empatar. 

     A Nankatsu SC acabaria, contudo, por marcar mais um e vencer por 3-2, prosseguindo para a final do torneio nacional de juniores. 

     O Shimada caiu de pé.





9 - Misa Amane



     Misa Amane é, como o seu adorado Kira (Yagami Light), um dos poucos humanos a possuir um Death Note. 

     Tentando emular o seu ídolo, Misa acabaria por se tornar mais um peão deste. 

     Misa passaria por muito no decurso da série, desde tortura e perda de memória, até à redução do tempo de vida para metade, via um acordo com o Shinigami Ren. 

     A personagem aparentemente cometeu suicídio, após a morte de Light, contudo seria bom voltar a vê-la outra vez.





8 - Bando Oni




      Haverá melhor conjunto de ninjas que os do Bando Oni da saudosa série Samurai X? 

     Ninguém acha que os membros deste grupinho seriam excelentes protagonistas de um spin-off? 

     Creio que a participação do Bando foi bastante curta. 

     Make it happen Japan!





7 - Jabu




       Jabu foi um dos muitos cavaleiros que nos seriam apresentados no início de Saint Seiya. 

     A personagem, que ostentava a armadura do Unicórnio, surgiu como uma espécie de rival para o protagonista principal, Seiya. 

     Aparentemente lutando para obter a afeição de Saori, a incarnação da Deusa Athena, Jabu faz dois combates e depois disso como que se desaparece ... perdendo relevância. 





6 - Rock Lee




         É certo que a personagem era uma das poucas incapaz de utilizar Jutsus,  mas mesmo assim Rock Lee provou ser mais que capaz de lutar de igual contra qualquer adversário.

       A sua perícia nas artes marciais mais que compensava esta falha.

     Que o diga Gaara, que muito teve que suar para o vencer...





5 -  Krillin




     Parceiro de treinos de Son Goku e o mais talentoso dos alunos 100% humanos do Master Roshi,  Krillin pode ter morrido duas vezes, uma em Dragon Ball e outra em Z, mas foi dos deu mais luta à  cada vez mais forte oposição.

      Perdendo nas grandes competições de artes marciais somente para Goku e Piccollo, Krillin é uma das personagens mais conhecidas e populares de toda a série.





4 -  Uryu Ishida




     Bleach está cheio de personagens interessantes. 

     De entre todas elas, Uryu Ishida destaca-se. 

     Este talentoso arqueiro foi revelado como sendo um Quincy, rivais ancestrais dos Shinigamis. 

     Contudo e embora fosse deveras talentoso como o arco e flecha, a verdade é que a personagem acabaria por não se revelar poderosa o suficiente para acompanhar o herói titular da série, o seu amigo Ichigo.





3 -  Exodia




     Ainda se lembram dos primeiros episódios de Yu-Gi Oh? 

     Exodia, que se apresentava como uma espécie de múmia, era sem sombra de dúvida a mais poderosa carta do baralho de qualquer jogador. 

     Reunir as todas as suas partes equivalia a vencer o jogo automaticamente. 

     É evidente que eventualmente surgiriam outras criaturas igualmente (ou mais) poderosas...e reunir todas as peças do Exodia dava bastante trabalho e na maioria das ocasiões não compensava.





2 - Gary




      Rival de Ash, Gary Oak revelou-se melhor que o protagonista da série Pokémon em todos os campos possíveis. 

     Aparentemente vencendo todos os seus duelos de ginásio, menos o último, e conquistando diversos torneios, Gary é como se não bastasse um autêntico "ladies man". 

     Seria engraçado acompanhar as aventuras deste rapaz ultra-confiante que tantos fãs adoram odiar.





1 - Son Gohan



     Aquele que seria o novo protagonista de Dragon Ball com a chegada de Z acabou por ver esse papel reduzido ao de mais uma personagem secundária e finalmente ao de figurante a partir da épica batalha com Cell. 

     Son Gohan tinha tudo para substituir o seu famoso pai, Goku. 

     No entanto tal acabaria por não se revelar suficiente.





Posted on quarta-feira, fevereiro 24, 2016 by Ivo Silva

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sexta-feira, 7 de junho de 2013




Saint Seiya, para quem não conhece, foi uma série de animação japonesa que estreou pelas nossas paragens nos princípios da década noventa, do século passado, na RTP1. Neste anime conta-se a história de como jovens, treinados para serem cavaleiros de força quase divina, foram escolhidos para proteger a Deusa Athena, que reencarnou na jovem Saori. Muitos são os obstáculos e batalhas que este grupo de cavaleiros, os Saint, têm que ultrapassar para cumprir esta missão. De todos eles destacam-se 5, em particular.



 Seiya, um impetuoso rapaz que procura a irmã e ostenta a armadura de Pegasus. O pacato Shun, um pacifista no coração, que se serve da sua armadura e correntes de Andrómeda para proteger todos. Shiryu, o responsável detentor da armadura sagrada do Dragão, treinado pelo poderoso velho mestre. O vilão tornado anti-herói, o cavaleiro da Fénix, Ikki. E, por último, o cavaleiro atormentado pela saudade da mãe há muito falecida, Hyouga, de Cisne. Todavia, antes de se tornarem aliados, estes cavaleiros, juntamente com outros, vão-se encontrar no grande coliseu para disputarem um torneio organizado pela própria Saori.























O prémio para o vencedor é a fabulosa armadura de ouro de Sagitário. É neste contexto que Seiya e Shiryu se vão encontrar no ringue, durante os episódios 4 e 5 da série. Seiya, depois de derrotar o cavaleiro do Urso, na primeira ronda do torneio, vai deparar-se com o confiante Shiryu na segunda. Logo, nos primeiros momentos da luta percebemos o motivo dessa confiança. Shiryu, facilmente, bloqueia os ataques de Seiya, com o seu escudo e, com um golpe apenas, envia Pegasus ao tapete. Shunrei, uma amiga de Shiryu, entra no recinto com notícias de que o velho mestre padece de uma doença e pede que o Dragão venha com ela. Shiryu, sem tempo a perder, repele todos os ataques do seu oponente e, com um contra-ataque feroz, estilhaça-lhe a armadura do lado direito, atirando Pegasus, pela segunda vez, para o chão.





















 Pensando que a luta está terminada, Shiryu vira costas. Contudo, o duelo está longe do fim, pois Pegasus ergue-se de novo. Shiryu tenta explicar a Seiya que é inútil este resistir. O escudo e o punho do Dragão são indestrutíveis. Nem o mais forte dos cavaleiros os conseguiria dentar. É neste momento, que somos surpreendidos, não pela teimosia de Seiya em combater, mas antes pela tenacidade com a qual resolve este problema. Abrindo-se para um contra-ataque que quase o deixa ko, Pegasus consegue fazer com que Shiryu destrua a sua própria vantagem. Com a armadura inutilizada, Shiryu abdica dela e decide combater assim mesmo. Seiya segue-lhe o exemplo, perante os olhares estupefactos da plateia. Com a batalha a adquirir contornos mortais, Seiya consegue, finalmente, atingir Shiryu com os seus Meteoros.


































 Em desvantagem, Shiryu tenta usar o perigoso Golpe do Dragão, mas tal é em vão, pois Seiya já descobriu o ponto fraco deste. Com um meteoro bem colocado, Pegasus atinge em cheio o seu adversário. Shiryu fica à beira da morte. A pedido de Shunrei, e não desejando a morte do seu honrado rival, Seiya focaliza todo o poder que lhe resta em um novo meteoro, que reinicia o coração do dragão. Shiryu está salvo, e a primeira grande batalha desta série terminada.




Escrito e Publicado por Ivo Silva


Posted on sexta-feira, junho 07, 2013 by Ivo Silva

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