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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

 



O primeiro Rainbow Rider, do período Pre-Crisis, foi nada mais nada menos que Jonathan Kent, o pai adoptivo de Kal-El. 

Ele faria a sua estreia como Rainbow Rider nas páginas de Superboy #84 (Vol 1, de 1960). 

 

 

 

 

 

Inicialmente pensava-se que este Rider fosse um robot ou um alien, algo que depressa é descartado. 

De qualquer das maneiras, e servindo-se de um prisma colocado no topo do elmo, ele conseguia obrigar qualquer pessoa exposta a um raio do mesmo, a fazer o que desejava. 

Assim sendo, este misterioso vilão iniciou uma onda de roubos muito bem sucedida, obrigando até mesmo o Superboy a ajudá-lo. 

Isto chamará a atenção de uma gangue de criminosos que tenta recrutar o vilão. 

Contudo, o que eles não sabiam era que este Rider estava a agir em conjunto com o Superboy e a polícia de forma a capturar esta mesma gangue. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O prisma não tinha qualquer efeito e todos os roubos do Rider foram encenados para chamar a atenção destes criminosos. 

 

 

 

Um segundo Rainbow Rider, este um verdadeiro vilão, surgiria nas páginas de House of Mystery #167 (Vol 1, de 1967) para atormentar Robby Reed, o detentor do místico H-Dial que lhe permitia tornar-se num herói diferente sempre que o usasse. 

 

 

 

Um chefe criminoso chamado Doc Quin vai obter poderes ao expor-se a um prisma multicor, conseguindo dessa forma obter poderes que variavam conforme as cores usadas. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O vermelho permitia-o disparar rajadas energéticas, o ultravioleta deixava-o invisível, o laranja faz-lo expelir uma névoa, o amarelo permitia-lhe absorver energia, o verde reduzir a velocidade das coisas e o violeta alterar o tamanho das mesmas (uma conjugação de poderes e origem muito semelhantes às do Doctor Spectro da Charlton Comics). 

 

 

 

O Rider vai dar início, junto com a sua gangue, àquilo que chama de operação Rainbow Crimes, na qual pretende efectuar sete roubos no mesmo dia, sem ser apanhado. 

 

 

 

Sabendo pela rádio do início desta onda de crimes, Robby utiliza o H-Dial para se transformar no Ballon Boy, mas falha em impedir o segundo roubo e tem que fugir. 

Ele volta a confrontar o Rider, desta feita como Muscle Man, numa batalha que também não corre de feição. Robby volta a confrontar o vilão, desta feita como Radar-Sonar Man e finalmente consegue capturar o vilão que será encarcerado e nunca mais voltará a aparecer. 

 

 

 

O terceiro e mais icónico dos Rainbow Riders surge nas páginas de Flash #286 (Vol 1, de 1980). 

Roy G.Bivolo tornou-se num criminoso por ser daltónico de nascença. 

 

 

 

Apesar de ter grande talento para as artes, ele sempre viu o mundo em tons de cinzento. 

 

 

 

O pai dele, antes de morrer, desenvolveu uns óculos que iriam permitir a Roy finalmente ver o mundo a cores. 

Contudo, eles fizeram bem mais do que isso. 

 

 

 

 

 

Usando os óculos, Roy consegui criar uma ponte arco-íris para se deslocar pelos céus (ao estilo do Iceman dos X-Men), controlar emoções mediante a cor usada, emitir raios de energia pura e até mesmo sugar toda a cor de um indivíduo (algo que ele fez ao Flash). 

Roy cria um fato e assume a identidade de Rainbow Rider, iniciando uma série de crimes em museus e galerias de arte. 

 

 

 

 

 

O seu objectivo não é monetário, mas antes ficar com todas aquelas belas peças de arte para si. 

 

 

 

Após vencer o Flash (Barry Allen) com relativa facilidade, no primeiro encontro entre ambos, ele acaba por ser derrotado e capturado num segundo encontro. 

 

 

 

Nas páginas de Flash #299 (Vol 1, de 1981), o vilão reaparece com um novo plano e nova maquinaria para o ajudar a ampliar os seus poderes. 

 

 

 

Sem necessitar dos óculos para usar o seu poder, Roy tenta vingar-se do Flash, algo que certamente conseguiria não fosse a intervenção do Shade, que fornece ao velocista os meios da vitória. 

Em Brave and the Bold #194 (Vol 1, de 1983), cansado de perder com o Flash, Roy é encorajado a trocar de oponente. 

 

 

 

Derrotando o Batman no primeiro encontro entre ambos, ao prende-lo num prisma, Roy acaba por ver o morcego ser libertado precisamente pelo Flash. 

 

 

 

No segundo round com o Batman, Roy descobre que o seu controle sobre as emoções é inútil contra o herói e é facilmente derrotado. 

 

 

 

Nas páginas de Flash #332 (Vol 1, de 1984) e Green Lantern #175 (Vol 2, de 1984), o vilão vai estar em mais um dos seus confrontos com o Flash, quando vai ser detido pelo Green Lantern (Hal Jordan). 

 

 

 

Roy vai fazer parte dos Rogues que são aparentemente apreendidos pelo Reverse-Flash (na verdade, o Abra Kadabra) e que por muito pouco (graças ao Mirror Master), não acabam executados pelo insano vilão. 

 

 

 

Roy e o resto dos Rogues aliam-se depois ao Flash para deter o Abra Kadabra (Flash #348-350, Vol 1, de 1985), naquela que seria a derradeira aparição do Rainbow Rider antes do início da Crisis in Infinite Earths. 

No Pos-Crisis, Roy passou a ser o único Rainbow Rider a ter existido, com a sua origem a ficar relactivamente intacta. 

 

 

 

Nesta New Earth, Roy vai fazer a sua primeira aparição em Booster Gold #19-20 (Vol 1, de 1987), no qual ele procura vingar-se de um artista chamado John Morris, que plagiou as suas obras. 

 

 

 

No meio há um confronto com o Booster Gold, que termina com Roy a ajudar o herói a salvar quadros de um museu em chamas e a conseguir justiça sobre Morris. 

 

 

 

O vilão reaparecerá numa festa em memória do falecido Barry Allen e dos Rogues que já morreram, na qual encontrará pela primeira vez o novo Flash, Wally West (Flash #19, Vol 2, de 1988). 

Uma versão futura do Roy é apresentada nas páginas do Flash Annual #4 (Vol 2, de 1991), onde é derrotado por uma versão futura de Wally West, durante o evento Armageddon 2001. 

 

 

 

O verdadeiro Roy terá o seu primeiro confronto com o Wally West, quando se alia a uma actriz, Monica Mayne, para tentar arruinar o filme que estavam a fazer do Flash. 

 

 

 

 

 

Contudo, e depois de se apaixonar por Monica, ele descobre que quem ela deseja de facto é Wally, o que o deixa furioso. 

 

 

 

No subsequente confronto com o velocista, Roy é derrotado e humilhado pelo mesmo (Flash Annual #10, Vol 2, de 1997). 

 

 

 

 

 

O Rainbow Rider faz a sua última aparição, viva, muito brevemente, com um novo uniforme nas páginas de Flash #183 (Vol 2, de 2002), onde é executado pela líder dos novos Rogues, Blacksmith. 

 

 

 

Depois da morte do Roy, um grupo de vilões, cada um deles representando uma cor do espectro, forma-se em sua memória e marca presença no funeral do Captain Boomerang (Flash #217, Vol 2 de 2005). 

 

 

 

 

 

Estes Rainbow Riders (Blue, Green, Red, Indigo, Orange, Yellow e Violet) enfrentam dois membros do Crime Syndicate of Amerika, Power Ring e Johnny Quick, que na altura se estavam a fazer passar pelo Green Lantern e pelo Flash (JLA #110, Vol 1, de 2005), e acabando derrotados, graças à interferência de civis. 

 

 

 

O grupo, numa tentativa (falhada) de se tornarem Black Lanterns, suicidasse em Untold Tales of Blackest Night (2010). 

Roy, por sua vez, é um dos muitos vilões a serem reanimados como zombies e transformados em Black Lanterns, durante a saga Blackest Night (2009). 

 

 

 

Na mini Blackest Night: Flash (2009), Roy faz parte de um grupo de Rogues Black Lanterns que ataca a prisão de Iron Heights e que luta contra os Rogues, ainda vivos, liderados pelo Captain Cold. 

 

 

 

Depois disto, dá-se o Flashpoint e a criação da New Earth, com Roy a ressurgir com a nova identidade, Chroma, e um novo uniforme. 

 

 

 

Ele é morto offscreen por Grodd (Flash #23.1, Vol 4, de 2013).  

Com o evento do DC Rebirth, protagonizado pelo poderoso Doctor Manhattan, Roy não só ressuscita, como volta no seu fato e codinome original (DC Holiday Special 2017). 

Um regresso marcado por breves aparições, sem grande consequência e onde é sempre derrotado facilmente por um regressado Barry Allen, por Wally West ou pelo Booster Gold. 

 

 

Leituras essenciais:

Rainbow Rider (Roy)

 

Pre-Crisis:

Flash #286, Vol 1, de 1980 - Relata a origem da personagem, assim como o seu primeiro confronto com o Flash. 

Flash #299, Vol 1, de 1981 - Roy amplia os seus poderes e quase mata o Flash, não fosse a intereferência de Shade. 

Brave and the Bold #194, Vol1, de 1984 - Roy enfrenta o Batman. 

Flash #332,Vol 1 e  Green Lantern #175, Vol 2, ambas de 1984 - Conta a mesma história de dois prismas distintos e vê Roy lutar com o Flash e o Green Lantern. 

 

 Post-Crisis

 Booster Gold #19-20, Vol 1, de 1987 - Revelado um pouco mais acerca do passado de Roy, que defronta o Booster Gold desta feita. 

Flash Annual #10, Vol 2, de 1997 - Um apaixonado Roy tenta arruinar as filmagens de um filme que estavam a fazer acerca do Flash.

 

 

  

Posted on terça-feira, janeiro 27, 2026 by Ivo Silva

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terça-feira, 4 de junho de 2024

  

 

 

A conclusão do Flash #149 (Vol 2, de 1999) vê Barry Allen ser morto pelo vilão Cobalt Blue, num evento que alterou drasticamente o rumo da Crisis on Infinite Earths e que daria a vitória ao Anti-Monitor (uma vez que sem o Barry para destruir o canhão da anti-matéria, o vilão estaria na máxima força). 

 

 

  

 

No issue seguinte, Wally tenta voltar atrás no tempo para conseguir de alguma forma substituir Barry. 

Com algum sucesso inicial, fruto da sua habilidade de conceder velocidade aos restantes heróis (nenhum deles ciente da sua presença, sendo ele uma espécie de fantasma temporal), ele consegue derrubar o vilão. 

 

 

  

 

Mesmo assim, o vilão volta a erguer-se e aprisiona os restantes heróis, ao que Wally responde usando a sua velocidade para destruir a armadura deste (algo que teria sido feito pela Supergirl na linha original). 

Infelizmente, o vilão, agora apenas uma massa de anti-matéria vai disparar uma rajada que mata todos os heróis presentes, menos Wally (embora elimine a sua versão Kid Flash que existia nessa linha). 

 

 

 

Desesperado, ele tenta destruir o canhão de anti-matéria, mas falha, vendo a Earth-1 ser apagada no processo. 

A sua única chance reside em voltar ainda mais atrás no tempo e resgatar Barry do ataque do Cobalt Blue, permitindo que o mesmo possa cumprir o seu destino fatal na Crisis. 

 

 

 

Para evitar futuras investidas do Cobalt, agora também ele energia pura, Wally corre como nunca correu antes e arrasta-se a si e ao Cobalt Blue para o interior da Speed Force, efectivamente padecendo no processo. 

Eis que subitamente, no final do issue, um novo Flash, vermelho e prateado, chega a Keystone City. 

 

 

 

 

Ele começa por se apresentar nas páginas de Flash #152, resgatando o Flash original, Jay Garrick, e a polícia de Keystone de uma armadilha deixada pelo vilão Dr Alchemy. 

Com uma atitude arrogante, que não assenta bem a Jay, este novo velocista declara que nem é Wally West, nem é um dos múltiplos Flashes do fututo que combateu o Cobalt Blue. 

 

 

 

 

Por e simplesmente ele é o Flash. 

Este novo Flash deixa um rasto negro, que retira a velocidade dos objectos que toca e consegue criar duplicatas dele mesmo. 

Mesmo sendo mais rápido do que Jay, ele acaba encurralado pelos restantes membros da Flash Family (Impulse, Jesse Quick e Max Mercury) que tentam averiguar, sem sucesso a sua identidade. 

 

 

 

 

O Dark Flash (como é apelidado pela DC) vai encontrar e neutralizar o Dr Alchemy ao acelerar a velocidade do funcionamento dos neurónios do mesmo, fazendo-o colapsar-se de dor. 

Para evitar conflitos desnecessários com o resto dos velocistas, o Dark Flash revela a identidade a Jay, pedindo-lhe para guardar segredo da mesma. 

 

 

 

 

Ele toma a mesma atitude com a Troy, dos Titans, e com o Superman, da JLA, por essa mesma razão (em Titans #8, Vol 1, de 1999). 

Mesmo assim, Max, que não confia nele, mantém-no sob apertada vigilância. 

Em Flash #153, o Dark Flash não só derrota um novo vilão, o Folded Man, como inicia uma relação com uma CSI da divisão policial de Keystone City, uma tal de Angela Margolin. 

 

 

 

Será a ela que ele irá confidenciar que terá tido alguma responsabilidade na morte de um outro velocista. 

Ele terá uma breve stint nos Titans (Titans #8-13) antes de ser dispensado pelo Nightwing por não ser um team player. 

A verdade é que nesta altura ele também fazia parte da JLA. 

 

 

 

Entretanto, Linda, a namorada de Wally que fora apagada da memória de todos, com excepção do Impulse, e aprisionada na linha do tempo, consegue escapar, acabando numa Keystone diferente da sua, onde encontra um Wally que não é o seu (distingue-o pela cor dos olhos), mas que é o Flash, sendo aparentemente perseguido pela polícia da cidade (Flash #154). 

 

 

 

 

Este Wally, mais violento e com a ideia que a Linda tinha morrido, vai ser confrontado pelo Pied Piper, que trabalhava com a polícia e que alerta Linda para o facto do Wally ser perigoso. 

Chocada com a forma como este Wally mata o Piper, Linda foge. 

 

 

 

Ela depara-se com uma estátua sua em frente a um museu do Flash abandonado, com uma marca a dizer que ela morreu para salvar a cidade do vilão Kobra. 

O choque dela é ainda maior quando se depara com a sua própria lápide. 

 

 

 

Nessa altura este outro Wally já a encontrou e reforça o seu desejo de nunca mais a perder de vista, até que um relâmpago cai entre ambos e um outro Wally aparece para defender Linda. 

Entretanto, na linha normal o Dark Flash é novamente confrontado por Max, e desta vez opta por revelar-lhe a sua identidade. 

 

 

 

Ele é um Wally West mais velho. Em Flash #155, o Dark Flash, que prefere ser tratado por Walter West, é confrontado por Impulse acerca da Linda, algo a que ele não reage bem de todo, mas que mostra que mais alguém nesta linha se lembra dela. 

 

 

 

Ele faz um team-up com o Pied Piper, que é aliado do Wally original, para enfrentar um novo vilão chamado Replicant. 

Contudo, não o impedem de absorver as habilidades do Angle Man, do Trickster e do próprio Piper. 

 


 

 

 

Entretanto, na outra dimensão Linda descobre que o Wally recém-chegado é o seu e o que se segue é uma batalha brutal com o outro Wally insano. 

Este chega a tentar empalar o Wally da Linda, e acaba por o vencer facilmente, revelando ter estudado com o Savitar daquela dimensão para ficar mais forte (ele matou o vilão depois) e acusando o Wally da Linda de ser demasiado soft com os seus adversários. 

Mas eis que do nada surge o vilão responsável não só pelo desaparecimento de Linda, como pelo apagar geral da memória que os outros tinham dela. 

O mortífero Abra Kadabra. 

Em Flash #156, com o Replicant ainda foragido, e tendo absorvido o equipamento do Mirror Master, o Dark Flash decide pedir Angela em casamento, antes de reiniciar a perseguição ao vilão. 

Entretanto, na outra dimensão, ambos os Flashes e Linda estão a ser torturados por Abra, com o Wally nativo a deixar a sua fúria tomar conta. 

 

 

 

Para garantir que ambos têm uma hipótese de sair vivos do confronto, o nosso Wally funde-se com o outro Wally, criando uma espécie de Super Flash com aura dourada. 

Este Flash composto vence Abra, separando-se em seguida. 

Todavia, o vilão tinha uma última palavra a dizer e mata o nosso Wally e a Linda com um boneco explosivo, diante do outro Wally. 

 

 

 

Enfurecido, este lançasse a Abra, sobrevivendo a tudo o que este lhe atira, graças às técnicas de regeneração avançada que aprendeu de Savitar, mas mesmo assim não consegue evitar o vilão de fugir. 

Todavia, o uso dessa técnica faz com que algumas feridas não regenerem (como é o caso da cicatriz em forma de relâmpago na face) e envelhecem-no dez anos. 

 

 

 

 

Com as memórias do nosso Wally, depois do breve tempo em que estiveram fundidos, Wally, agora Walter, veste um novo fato e viaja para a dimensão original dos dois falecidos, jurando vingar a morte de ambos. 

Em Flash #157 voltámos à nossa dimensão onde vemos o Dark Flash enfrentar o Replicant*, numa luta que coloca em risco Angela.

 

 

 

A batalha em Veneza, onde Walter a tinha levado para o pedido de casamento, não corre muito bem, com o Replicant a usar tácticas do Captain Cold, Heat Wave, Weather Wizard e Mirror Master. 

Quase overwhelmed, Walter salva Angela, mas o Replicant foge. 

Melhor, é transportado para fora do local por Abra Kadabra, que pretende formar uma aliança tendo em vista a destruição de Walter. 

 

 

 

A situação complica-se ainda mais para Walter, com a chegada de um terceiro elemento, o Professor Zoom. 

O trio de vilões apanha de surpresa e derrota a Flash Family antes de avançar para Walter. 

Em Flash #158, Walter é atraído a um teatro para o showdown contra os vilões e para salvar os seus amigos. 

 

 

 

Walter resiste às investidas do Replicant, mas cai nas mãos de Zoom. 

Vendo o seu inimigo incapacitado e desejando torturá-lo mais, Abra menciona o nome de Linda, que Walter finge não conhecer. 

Zoom acusa Abra de ter inventado essa mulher e que ela nunca existiu de facto. 

 

 

 

 

 

 

Enfurecido, Abra faz um feitiço que devolve a memória ao mundo, de Linda. 

E eis que quando isso acontece, Linda surge viva no palco e Zoom revela-se como sendo o nosso Wally West. 

 

 

 

Ambos sobreviveram ao ataque de Abra na outra dimensão (Wally vibrou as moléculas de ambos e deixou-os como fantasmas, embora o velocista tenha conseguido recuperar a forma física porque o mundo ainda se lembrava dele). 

 

 

 

Uma armadilha, desenvolvida pelo Piper neutraliza o Replicant de vez, com Abra a ser derrubado por um feitiço seu feito para fazer todos os velocistas desaparecerem da existência, quando os mesmos, após sugestão da Linda, usam os múltiplos espelhos presentes no teatro para devolver o feitiço. 

 

 

 

Sem memória de quem é, Abra não é mais uma ameaça. 

Em Flash #159, e depois de descobrir que a sua presença nesta dimensão a coloca em risco de colapsar, Walter decide partir, despedindo-se a custo de Angela. 

 

 

 

Enquanto isso, Wally e Linda dão o nó, numa bela cerimónia com todos os seus amigos presentes.** 

Walter, por sua vez, corre tão rápido que falha a sua Terra original e vai parar à Earth-Prime, onde pode averiguar que Angela nunca o esquecerá. 



*Nota: O Replicant era amigo dos Rogues e depois do tratamento mais agressivo que o novo Flash teve para com alguns dos seus membros decidiu tornar-se no ultimate Rogue. Imaginemos um Super-Adaptóide, mas com os poderes de todos os Rogues. 

 

**Nota: Este é na verdade o segundo casamento de ambos. O primeiro foi interrompido por Abra Kadabra que com o seu feitiço fez toda a gente se esquecer de Linda e a aprisionou entre dimensões temporais (Flash #142, Vol 2, de 1998).




Posted on terça-feira, junho 04, 2024 by Ivo Silva

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