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segunda-feira, 16 de julho de 2018



 


Esta raça alienígena, mais conhecida pelo nome de Dominators, fez a sua primeira aparição nas páginas de Adventure Comics #361 (Vol 1), corria o ano de 1967. 

Criados por Curt Swan e Jim Shooter, os Dominators eram uma raça altamente desenvolvida tecnologicamente e com uma hierarquia social estruturada na noção de diferentes castas. 

A distinção de importância entre os Dominators era feita pelo tamanho do sinal vermelho existente na sua testa. 

Quanto maior fosse, maior a relevância do Dominator em questão. 

Os Dominators surgiram originalmente como inimigos da Legion of Super-Heroes, procurando obter controlo  galáctico no distante século XXX.


 


Aqui, os Dominators estavam em guerra há mais de vinte anos com a Federation of the United Planets. 

Embora sejam conhecidos actualmente pela sua pele amarela, dentes salientes e círculo vermelho, na sua primeira aparição, os Dominators eram azuis, tinham os dentes mais contidos e distintivo círculo na testa era branco. 

Após os eventos da saga Earthwar, um acordo de paz entre os Dominators e os United Planets será finalmente estabelecido (Legion of Super-Heroes #241 a 245, Vol 1, de 1978). 

Contudo, o fim da guerra não representaria o fim dos confrontos com a Legion. 

Os Dominators vão colidir com os jovens heróis do futuro muitas vezes no decorrer do quarto volume de Legion of Super-Heroes (em 1989), devido às tentativas dos primeiros em fazer experimentos genéticos em humanos. 

Para além da Terra, os Dominators tentaram ainda conquistar Daxam, o planeta irmão do há muito extinto Krypton. 

Uma vez mais falhariam nos seus intentos, graças à intervenção da feiticeira Glorith, curiosamente também ela uma vilã da Legion of Super-Heroes.


 


O mais poderoso dos servos dos Dominators presentes neste período temporal dava pelo nome de Bion. 

Uma criação artificial dos Dominators, a criatura cujo poder lhe permitia duplicar qualquer habilidade (ao estilo de um dos vilões da JLA, Amazo), tinha o propósito de servir de guardião da Terra, numa altura em que a mesma estava sobre domínio dos Doninators.

Bion mostrou ser extremamente resiliente e poderoso, sendo capaz de superar em combate Laurel Gand (uma espécie de versão futura da Power Girl e um dos membros mais poderosos da Legion). 

A criatura será eventualmente desactivada quando os Dominators abandonarem a Terra. 

No tempo presente, entre os séculos XX e XXI, os Dominators mostrar-se-iam também bastante intervenientes.


 


Os Dominators irão tentar formar uma aliança com outras raças alienigenas (que incluía os Khunds, os Thanagarianos e os Durlianos) e invadir a Terra durante a saga Invasion (de 1989), com o propósito de colocar um ponto final na ameaça que os meta-humanos terrestres representavam para o universo. 

Contudo, os vilões seriam vencidos pelos heróis liderados pelo Martian Manhunter e expulsos da Terra, mas não antes de um Dominator solitário lançar uma bomba genética que visava anular o gene meta-humano (o plano original dos Dominators era o de capturar os meta-humanos e não eliminá-los). 

O resultado não foi o esperado e em vez de retirar poderes e vidas, a bomba genética alterou as habilidades de alguns meta-humanos e activou os poderes latentes de outros. 

Um exemplo disso foi a alteração das habilidades da heroína Fire, cujas  novas capacidades colocaram-na agora mais próxima das do Human Torch da Marvel Comics.




Os Dominators contam com alguns aliados na Terra, nomeadamente a Queen Bee e o Weapon Master. 

O Dominion tem estado algo activo actualmente, continuando a tentar manipular os acontecimentos por detrás da cortina. 

Uma ameaça universal, os Dominators são um dos principais adversários da Legion, surgindo ainda como antagonistas da JLA, JLE e dos Green Lantern Corps.


 


Os Dominators fizeram ainda diversas aparições fora do universo das comics, nomeadamente no jogo Mortal Kombat  vs DC Universe em 2008, na série de animação de 2006 da Legion of Super-Heroes  e nas séries televisivas da Supergirl, Arrow, Flash e Legends of Tomorrow em 2016. 

Uma versão dos Dominators foi apresentada nas páginas de Uncanny X-Men #245 (Vol 1, de 1989). 

Uma paródia da saga da DC, Invasion, este número vê os aliens tentarem conquistar o planeta via o lançamento da Jean Bomb.


 


Uma arma biológica estranhamente parecida com a mutante Jean Grey, a Jean Bomb era capaz de arrasar com qualquer relacionamento e com isso lançar a Terra no chaos. 

Contudo o plano dos Dominators da Marvel irá falhar graças aos X-Men, com Havok a dar o golpe final e a obliterar a frota alienígena (e a Jean Bomb) com uma bem colocada rajada cósmica. 

Esta versão dos Dominators é verde e em vez do circulo vermelho na teste, tem antenas.


Leitura obrigatória:


Invasion! #1-3 (Vol 1, de 1989) - A derradeira história dos Dominators, Invasion vê os alienígenas a tentar arrasar a comunidade meta-humana terrestre, auxiliados por outras raças belicosas da DC.

Legion of Super-Heroes Vol 4 (de 1989 a 2000) - O melhor exemplo da natureza manipulativa dos Dominators que buscam destruir os United Planets. Aqui vemos os Dominators fazerem aquilo que falharam no século XX, a conquista da Terra (ainda que temporária). É também a primeira aparição da raça na Universo DC Post-Crisis.

Uncanny X-Men #245 (Vol 1, de 1989) - Uma paródia dos Dominators e de outras raças alienígenas da DC. Plus: Primeira e única aparição da Jean Bomb.





Posted on segunda-feira, julho 16, 2018 by Ivo Silva

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quarta-feira, 16 de setembro de 2015


 



Duas Boas Amigas


     Bea DaCosta, mais conhecida como a heroína Fire, foi criada por E. Nelson Bridwell e Ramona Frandon e fez a sua estreia nas páginas de Super Friends #25, em 1979. 
Com duas origens distintas, Bea é uma das mais populares heróinas brasileiras criadas nos EUA. 




     Criada para integrar o programa televisivo de grande sucesso, os Super Friends, Bea DaCosta pertencia a uma tribo que vivia na selva amazónica, os Ge. 
Obtendo os seus poderes do Sky Spirit, Bea assumiria a identidade mascarada de Green Flame.

      Capaz de conjurar e manipular chama verde, bem como de criar ilusões, Bea alternaria entre heroísmos e a vida empresarial, uma vez que ela era, também, a Presidente da Divisão Brasileira da Wayne Enterprisies. 

     Após a Crisis of Infinite Earths a sua origem seria, contudo, drasticamente alterada.




      Nascida, agora, no Rio de Janeiro e tendo começado uma carreira como modelo, Bea, em busca de novas experiências, vai tornar-se uma operativa dos serviços secretos brasileiros. 

     Destacada para recuperar um perigoso dispositivo, Bea não só irá falhar nesse objectivo como, também, será afectada pela dita arma.

      Ganhando os poderes de que disponha na sua primeira origem em 1979, com excepção da habilidade de criar ilusões, Bea irá tornar-se uma fugitiva. 

     Tomando o nome de Green Fire, Bea junta-se aos Global Guardians, onde estabelece aquela que seria a sua mais duradoira amizade com Ice. 




     Eventualmente abandonando os Guardians, Bea, que irá mudar o seu nome de código para Fire, ingressa, juntamente com Ice, na Justice League International. 

     Fire torna-se numa das personagens mais relevantes dos grupo, estabelecendo uma forte ligação com diversos dos seus membros, nomeadamente, Martian Manhunter, Blue Beetle, Booster Gold, Captain Atom, Power Girl ou Batman. 




     Os poderes de Bea iriam evoluir para uma forma semelhante aos do Human Torch da concorrente Marvel, após os eventos de Invasion. 

     A personagem regressaria diversas vezes aos ranks da JLI e destacar-se-ia nas suas actividades como agente do Checkmate.






     Tora é uma das mais compassivas e generosas heróinas da DC Comics. 
Provindo de uma raça de seres mágicos, da Noruega, Tora é a princesa do seu povo. 

     Controlando e criando gelo, Tora assumiu o nome de Ice Maiden e juntou-se aos Global Guardians após o seu povo ter sido "descoberto" pelo explorador Rod Schoendienst. 
Este apresentou-a, por sua vez, ao líder do grupo, um tal de Doctor Mist. 




     Estreando-se nas páginas de Super Friends # 9, em 1977, Tora ganharia "personalidade" e destaque com o seu ingresso na JLI, juntamente com Fire. 

     Começando um tumultuoso relacionamento com Guy Gadner, Tora mudaria o seu codinome para Ice e desenvolveria uma breve "crush" pelo Homem de Aço, nos anos 90. 




     Tora descobriu a natureza divina dos seus poderes pouco antes de padecer às mãos do vilão Overmaster, em Justice League Task Force #14. 

     Ice regressaria , como um Black Lantern, em Blackest Night para assombrar o Green Lantern Guy Gadner, antes de ser efectivamente ressuscitada pela energia do White Lantern. 

     Actualmente, Ice faz parte (ou pelo menos fazia) de uma nova incarnação da JLI, que no New 52 foi criada pelo Batman e é liderada por Booster Gold.





     Existia uma Ice Maiden antes de Tora. 
O seu nome era Singrid Nansen e os seus poderes eram fruto de uma tentativa de duplicara as habilidades dos Ice People do quais Tora fazia parte. 

     A personagem marcaria a sua primeira aparição, igualmente, nas páginas de Super Friends #9, e substituiria Ice após a sua morte, nas ranks da Justice League of America, na altura liderada pela Wonder Woman. 

     Singrid regressaria ao Global antes de se juntar a uma incarnação da JLI, liderada pela Crimson Fox. 

     Capturada pelo vilão Deadly Winter, em tempos mais recentes, o seu status no New 52 permanece pouco claro, no momento.





Posted on quarta-feira, setembro 16, 2015 by Ivo Silva

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