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terça-feira, 22 de abril de 2025



A mini-série de três números, Titans/Young Justice (de 2003), junta as duas equipas numa aventura que as irá conduzir a um momento bastante traumático. 
 
 
 
 
 
Ambas são convocadas para uma reunião com uma companhia de multimédia mundial, a Optitron (cuja empresa mãe é a Wayne Corp), que visa financiar uma delas, de forma a poder contribuir para corrigir mais eficazmente os males do mundo (e também conseguir uma publicidade extra e lucro para a empresa). 
 
 
 
Nightwing está relutante em aceitar tal acordo, uma vez que julga que tal irá limitar a capacidade dos Titans em agir independentemente, enquanto que o seu colega Arsenal vê isto como uma coisa positiva, uma forma de fazer a diferença e destacarem-se da Justice League e da Justice Society. 
 
 
 
Enquanto isso, do nada emerge uma androide visivelmente danificada, e que já tinha atacado três membros dos Metal Man antes. 
 
 
 
Ela parece estar a tentar reparar-se dos danos causados à sua pessoa, pelo que ataca o Cyborg (os Metal Man aparentemente não eram compatíveis) como forma de o fazer. 
 
Os restantes Titans, liderados por Nightwing respondem de imediato, com a Young Justice a surgir em cena para ajudar. 
 
Impulse tenta desmantelar a robot usando a sua alta velocidade, o que resulta numa explosão, que deixa Cyborg, sem as suas pernas metálicas e em relactivo mau estado, mas livre da androide. 
 
Superboy (Kon-El) ataca, sem sucesso a andróide, deixando-a aberta a um violento golpe desferido por Troy. 
 
 
 
Tempest e Arsenal dão sucessão ao ataque da sua colega de equipa, danificando a androide, que procede a fugir, da mesma maneira que chegou,  via teleportação. 
 
Segundo o Cyborg, que esteve em interface forçado com ela, a androide não pretendia causar dano a ninguém, contudo a verdade é que diversos membros de ambas as equipas vão parar ao hospital, após a confrontação. 
 
Para além de Cyborg, também ficaram feridos Impulse, Argent e Empress (se bem que dos três, o Impulse é quem tem ferimentos de menor gravidade). 
 
 
 
Entretanto, a misteriosa androide teleporta-se para o interior dos laboratórios S.T.A.R em busca de algo, mas tem que se haver com as forças de segurança locais, e tais são os danos causados na sua pessoa, que ela acaba por se desactivar, aos pés daquilo que parece ser o homem de aço, Superman. 
 
Sem disser uma palavra, o kryptoniano pega na androide e desloca-se ainda mais para o interior das instalações. 
 
As notícias chegam rapidamente aos ouvidos do Nightwing, que acha toda a situação suspeita, pelo que reúne o que resta de ambas as equipas e encaminha-se para o laboratório. 
 
Uma vez lá, eles veem o Superman aparentemente a consertar a androide. 
 
Eles tentam falar com ele, mas não obtêm qualquer tipo de resposta. 
 
Omen, a telepata de serviço dos Titans, tenta ler a mente dele, mas descobre que não consegue. 
 
 
 
Aproximando-se do kryptoniano, ela é surpreendida quando este se vira, agarra-a pelo pescoço e parte-o, para choque de todos os presentes. 
 
Aparentemente este não é mesmo o Superman, mas um robot seu de igual poder, que até à chegada da outra andróide às instalações, se encontrava desactivado. 
 
 
 
Tem início uma intensa batalha. 
 
Tempest, é o segundo dos Titans a ficar inutilizado, sendo projectado para fora do laboratório, quase inconsciente e com queimaduras. 
 

 
Impulse, também é inutilizado, com relativa facilidade. 
 
Troy, juntamente com Nightwing, Superboy e Wonder Girl (Cassie Sandsmark), conseguem atrair o robot de aço para fora das instalações, enquanto Arsenal continua o conserto da androide misteriosa, com esta a corroborar a teoria de Cyborg, de que ela não pretendia magoar ninguém. 
 
Com a ajuda do Metamorpho*, Arsenal e Robin conseguem reactivar a andróide. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Entretanto, o falso Superman, congelou a Wonder Girl, com o seu sopro, fez nocaute no Superboy e preparava-se para matar o Nightwing, quando Troy interfere. 
 
 
 
 
 

Com a ferocidade de uma guerreira, ela praticamente inutiliza o robot, até um disparo de calor trespassar-lhe o peito, matando-a de imediato. 
 
 
 
 
O robot ainda se consegue levantar, mas será por pouco tempo, pois a androide que deu origem a toda esta história, desactiva-o, caindo de seguida também ela. 
 
No final, Troy e Omen estão mortas e Empress, embora tenha recuperado dos ferimentos, resolve aposentar-se. 
 
A Young Justice dissolve, quando a Wonder Girl salienta o quão ineficazes eles foram e o Nightwing abandona não só a liderança dos Titans, como a equipa. 
 
Arsenal acompanha-o e juntos formam uma nova equipa de heróis, sem laços de amizade entre eles, como acontecia nos Titans. 
 
Eles recriam os Outsiders (uma equipa estabelecida originalmente pelo Batman), recrutando o Metamorpho*, a andróide Indigo (a mesma que aparece nesta issue, mas agora totalmente funcional), Thunder (filha do Black Lightning) e Grace (que é meia amazona). 
 
Com os Titans extintos, Cyborg, já recuperado, recria os Teen Titans (naquela que será a quarta versão da equipa), chamando velhos conhecidos como Starfire e Beast Boy, para o ajudar, e recrutando o Robin (Tim Drake), o Superboy, a Wonder Girl e o Impulse (que acabaria por assumir a identidade de Kid Flash).
 
 
 
Curiosamente, os Titans já tinham passado pela experiência de combater um rogue Superman, mais precisamente nas página de Action Comics #584 (Vol 1, de 1987). 
 
Um aparentemente insano Superman está a causar destruição sem sentido na cidade. 
 
Cyborg, que estava no local, ajuda a proteger os civis, antes de tentar, em vão conversar com o homem de aço. 
 
Superman, arranca um braço e uma perna (ambas metálicas), ao Cyborg, antes de o atirar do topo de um prédio. 
 
Cyborg sobrevive e contacta o resto dos Titans, que chegam ao local para combater Superman. 
 
 
 
Changelling (a.k.a Beast Boy) não tem grande sucesso. 
 
A Wonder Girl (a.k.a Troy) tenta conter o homem  de aço com o seu lasso, mas o kryptoniano não só se liberta dele, como agarra a Wonder Girl pelo pescoço, ameaçando matá-la. 
 
 
 
Algo que não logra fazer, graças à intervenção do Cyborg, cujo ataque, faz Superman soltar a Wonder Girl.
 
Será a chegada de outro Titan, o Jericho, que irá mudar a contenda a favor dos jovens heróis.
 
 
 
Com a sua capacidade de possuir o corpo com quem estabeleça contacto visual, Jericho imobiliza o Superman, colocando um ponto final num conflito que poderia ter terminado muito mal para os Titans. 
 
A chegada de um homem franzino que diz ser o verdadeiro Superman, vem explicar tudo o que aconteceu. 
 
 
 
Aparentemente, e enquanto atendia a um pedido de ajuda de um cientista amador chamado David Gunderson, Superman caiu numa armadilha, que basicamente fez a sua mente trocar de corpo com a do cientista. 
 
David, que era inválido, tinha criado a máquina precisamente com esse propósito. 
 
Contudo, e graças à intervenção dos Titans, a mente do Superman vai ser devolvida ao seu próprio corpo e David vai ser encarcerado pelos distúrbios provocados. 
 

*Nota: Na verdade este não é mesmo o Metamorpho, mas antes uma espécie de clone dele, constituído a partir de fragmentos do mesmo. Eventualmente, ele irá assumir o nome de Shift e juntar-se a uma nova incarnação dos Outsiders, liderada pelo Nightwing. 

 

 

Posted on terça-feira, abril 22, 2025 by Ivo Silva

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segunda-feira, 12 de março de 2018



 


Os Teen Titans regressavam a casa quando foram emboscados por uma raça alienígena que procurava a destruição de um dos seus integrantes, nomeadamente Donna Troy, a.k.a Wonder Girl. 

Não fosse a intervenção de uma estranha mulher, os vilões teriam tido sucesso nos seus intentos.

Donna, que ficou bastante ferida durante o confronto, é salva por Raven que usa a sua forma espiritual e o seu poder empático para absorver para si a dor da amazona. 

Com os Titans a baterem a sua oposição, a atenção destes vira-se para a misteriosa mulher que se apresenta como sendo Phoebe, uma Deusa Lunar, parte integrante dos Titans of Myth, predecessores dos Deuses do Olimpo.


 


Phoebe revela que o passado de Troy é uma mentira criado para a proteger e que ela é uma das crianças escolhidas pelos Titans para servir como seus protectores.

Phoebe, mortalmente enfraquecida após a batalha com os aliens, tem que ser possuída por Jericho, de forma a poder contar o resto da sua história. 

De acordo com as suas palavras, existiam doze Titans of Myth, filhos de Uranus e Gaea. 


 


Foram eles os criadores do Olimpo, tendo dois dos seus membros, Rhea e Chronos, derrubado o tirânico Uranus e estabelecido a era dos titãs na Terra. 

Ironicamente os titãs seriam desafiados e eventualmente destronados pela sua própria prole. 

O mais poderoso dos seus filhos, Zeus, irá matar Chronos e exilar os onze titãs sobreviventes para o espaço sideral, iniciando a era dos deuses olimpianos (dos quais a Wonder Woman descende). 

Expulsos do seu planeta de origem os Titans of Myth iriam tentar criar a sua própria civilização noutro planeta, ao qual darão o nome de New Chronos. 


 


A única dos titãs sem par, Rhea irá adoptar diversos nativos como amantes, criando uma raça de semi-deuses que por sua vez irão combater entre eles, com consequências devastadoras. 

Tremendamente afectados por mais uma guerra com a sua prole, os titãs decidem usar os últimos vestígios dos seus poderes para encontrar sucessores dignos que não apenas governem a seu lado, mas também que os ajudem a recuperar à sua glória passada*

Denominados por Seeds, os sucessores surgirão na figura de crianças órfãs provenientes de inúmeros planetas. 

Entre estes novos Titans of Myth estava Troy. 

Ensinadas a usar o poder dos titãs, as crianças seriam devolvidas aos planetas de origem com novas memórias e aí permaneceriam até à altura em que atingissem a maioridade.

Seria nessa altura regressariam para juntos dos titãs originais em New Chronos.


 


Contudo, uma das crianças manteria as suas lembranças e tal memória iria enlouquece-la. 

Levada pela dor Sparta embarcará numa missão de destruição, não apenas dos Titans of Myth, mas também das restantes Seeds, de forma a absorver para si mesma o poder de todos eles. 

Com esta longa explicação Phoebe morre, deixando bem claro o que Troy e os Titans terrestres deviam fazer para salvar os míticos titãs. 

Os Titans, dividindo-se em dois grupos, partiriam em busca dos restantes sucessores, servindo-se de umas esferas designadas para esse propósito.


 


Troy e o seu grupo encontrariam o pacífico Xanthi, que vivia num planeta extremamente mortífero no qual a própria atmosfera era ácida.

Nightwing por sua vez teve que se haver com o belicoso Athyus, líder de um regime militarista. 

Não tarda até que as forças de Nightwing fossem atacadas pelos assassinos de Sparta, que procuravam matar Athyus. 

Com Athyus a mostrar-se pouco cooperativo, os poderes de Jericho revelam-se uma vez mais extremamente úteis. 

O jovem titã possui Athyus forçando-o assim a partir com os heróis. 

Todavia e quando o grupo se aproximava de New Chronos, onde Troy os esperava, Athyus irá atacá-los, quase provocando a morte de todos eles.

Raven, que fazia parte do grupo de Troy, apenas irá conseguir salvar Starfire do frio espaço sideral.

Cyborg, Nightwing e Jericho ficam desaparecidos.

Troy e Xanthi são impedidos pelos seres míticos de deixarem New Chronos, onde uma barreira mística impedia Sparta de entrar, pelo que caberia aos três Titans mortais restantes (Raven, Changelling e Starfire) a missão de ir ao planeta de Synriannaq, casa de Sparta, encontrar Athyus.

Depressa os três descobririam que os restantes companheiros ainda estão vivos, se bem que em mau estado.


 


Cyborg é exibido em praça público com um aviso aqueles que ousem cruzar-se no caminho de Sparta. 

Irritada, Starfire leva a luta até Sparta, enquanto que Xanthi surge no planeta e consegue convencer Athyus a ajudá-los na contenda. 

Todavia, a batalha tem consequências nefastas para os heróis pois o nobre Xanthi morre vítima de um disparo de Sparta quando esta procurava a destruição de Athyus. 

Com apenas três Seeds, os heróis engendrariam um plano que passaria por capturarem Sparta e usarem-na para restaurar os Titans of Myth. 

Uma vez mais, Starfire levaria a luta a Sparta, distraindo-a para que Raven a conseguisse envolver na sua forma espiritual. 

Lá, Sparta seria confrontada por Troy e Athyus. 


 


O duo forçaria Sparta a formar a trindade que restauraria os dez Titans of Myth sobreviventes ao pleno dos seus poderes, ao mesmo tempo que despojaria Sparta das suas habilidades e da sua mente.

Com o triunfo dos Teen Titans, Synriannaq seria liberta da tirania da sua insana governante e os heróis devolvidos à Terra pelos Titans of Myth.

Esta saga teve lugar nos números 50 a 54 do Volume 1 dos The New Titans entre os anos 1988 e 1989.



*Nota: O poder dos Titans of Myth dependia da existência de adoradores, que se tornaram escassos após a guerra civil na Terra e em New Chronos.


 

Posted on segunda-feira, março 12, 2018 by Ivo Silva

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segunda-feira, 29 de maio de 2017



 


Ares é o nome do Deus grego da antiguidade. 

Este Deus da Guerra serviria de base para diferentes interpretações da sua pessoa não apenas no mundo das comics, mas também no do cinema, da literatura e dos jogos de vídeo. 

Não seria de estranhar que a DC Comics (na altura National Comics) decidisse criar a sua própria versão da personagem. 

Ares surgiu nas páginas de Wonder Woman #1 (Vol 1), corria o ano de 1942. 

Criado por Charles Moulton, o Deus da Guerra mudaria o seu nome bem cedo, passando a atender pela nomenclatura da sua congénere romana, Mars. 

Assim seria durante a totalidade do período Pré-Crisis. 

Ares ou Mars faz parte do panteão dos Deuses Olimpianos e, ao contrário da maioria dos seus companheiros, vive para a vilania.



 


O seu grande desejo passa por ver o mundo preso em eterno conflito. 

Como seria de se esperar, a sua grande oposição dentro do Olimpo seria a sua amada Aphrodite, que desejava precisamente o contrário. 

Com isto em mente não é de todo de se estranhar que a maior das criações de Aphrodite, as Amazonas, fossem também as maiores adversárias de Ares. 

Com o intuito de quebrar o espírito das guerreiras, Ares usou Hércules contra elas. 

O resultado foi o exílio na Paradise Island e uma Hyppolyta violentada (Wonder Woman #1, Vol 2, de 1987). 

Com o seu plano a resultar na perfeição e sem a oposição das Amazonas, Ares pôde continuar a espalhar as sementes da discórdia e do conflito pelo globo, sendo o responsável no universo DC pelo começo da Segunda Guerra Mundial.


 


Nessa altura, no entanto, Ares encontraria a oposição da campeã amazona conhecida como Wonder Woman, que o igualava em força e determinação. 

No período da Pré-Crisis, Ares iria colidir inúmeras vezes não apenas com a Diana da Earth-1, mas também com a sua contra parte mais velha da Earth-2. 

Para o auxiliar nesses conflitos, Ares contava com quatro poderosos generais, nomeadamente: o Duke of Deception, o Lord of Conquest, o Earl of Greed e o General of Destruction. 

Para além destes serventes, Ares tinha ainda o apoio dos seus filhos Phobos, Deimos e Eris no combate a Diana, bem como alianças temporárias com Hades. 

Como base de operações, esta versão inicial de Ares usava o planeta Marte, servindo-se da população local (não relacionada com os White ou Green Martians) como soldados. 

Para além disso, Ares tinha ainda uma base oculta na Terra, situada por baixo do Monte Olimpo.


 


Com o advento da Crisis on Infinite Earths e a criação da New Earth, o passado de Ares, assim como o seu aspecto físico serão alterados.

Mars será apresentado como personagem separada, um mero avatar do Deus grego e um integrante dos Gods of Rome.

Ambas as personagens vão chegar mesmo a enfrentar-se durante o épico de 1991, War of the Gods.

De salientar que esta seria uma das poucas vezes em que veríamos Ares auxiliar Diana, uma vez que também ele se opunha a Circe, a grande vilã dessa mini-série.

Ares, outrora apresentado como um guerreiro envergando um armadura gladiatorial laranja e empunhando normalmente um escudo longo e um machado de guerra, irá ser apresentado pelo desenhador George Pérez como uma figura bastante mais sinistra aquando da reformulação da Wonder Woman em 1987. 

Com rosto coberto e olhos vermelhos, Ares passa a usar uma armadura azul escuro e a envergar uma espada. 

A sua aparência coloca-o mais perto de algo que esperaríamos ver de um governante dos infernos. 

A sua personalidade e os seus objectivos a mantêm-se intactos, mas o seu poder aumenta exponencialmente. 

Ares, que ganharia o seu próprio reino na ilha de Aeropagus, assumiria o controlo do Underworld, após depor Hades.


 


Como parte dos seus planos na Terra, Ares possui o corpo de Ari Buchanan, assumindo a liderança de um grupo de criminosos e concedendo-lhes armas avançadas. 

Todavia, os seus planos seriam frustrados pela Wonder Woman. 

Durante o seu período como humano, Ares esteve casado com a feiticeira Circe, tendo com esta uma filha chamada Lyta (Wonder Woman #84, Vol 2, de 1994). 

Ares, que temporariamente assumiu o título de God of Conflict estabeleceria uma forte ligação (quase paternal) com a jovem semi-deusa Cassie Sandsmark. 

Esta filha de Zeus, que se tornaria na segunda Wonder Girl nas páginas de Wonder Woman #111 (Vol 2, de 1996), teria um poderoso e destrutivo lasso que lhe seria oferecido por Ares.


 


Num dos futuros alternativos do Universo DC, Cassie assumiria o manto de Wonder Woman, após a morte de Diana, e agiria como campeã de Ares (Teen Titans #17, Vol 3, de 2004). 

Unindo esforços com a Cheetah, o Professor T.O.Morrow, o feiticeiro Félix Faust e a cientista Doctor Poison, Ares irá criar a derradeira arma para derrotar a Wonder Woman.

Genocide, criada a partir do corpo morto de uma versão alternativa de Diana, será apresentada em Wonder Woman #26 (Vol 3, de 2009), deixando um rastro de destruição, destroçando parte da JLA e ferindo gravemente a Wonder Woman. 

Eventualmente, Diana conseguirá derrotar a maior criação de Ares, incapacitando-a e atirando-a para as profundezas do Atlântico.


 


Após ter ordenado um  novo ataque à Paradise Island, Ares veria a sua cabeça ser cortada a meio por Diana, cansada da constante ameaça que o Deus da Guerra representava.

Mesmo morto, o seu espírito iria atormentar Diana e as amazonas nos períodos finais da Post-Crisis. 

Ares manipularia Alkyone, a antiga líder da guarda real das amazonas, e tentaria usá-la para convocar o demónio Cottus (Wonder Woman #39, Vol 3, de 2010), com o intuito de matar Diana. 

Felizmente, a Wonder Woman venceria o monstro e Ares veria o seu espírito ser banido por Zeus. 

Com o advento de Flashpoint, Ares veria a sua aparência e desta feita também a sua personalidade drasticamente alteradas. 

Ruivo e enorme, Ares serviria como mentor de uma jovem Wonder Woman, antes da sua partida para o mundo do patriarcado. 

Ares seria um aliado na batalha contra o First Born e uma das vítimas desse conflito.


 


Apresentado igualmente como um velho comum e com uma forte tendência para a bebida, Ares veria a sua posição ser ocupada por Diana, aquando da sua morte (às mãos da amazona). 

A figura Post-Crisis de Ares (tornada ainda mais popular pelo jogo Injustice) fez um comeback com o recente Rebirth, que pretende restaurar a New Earth à continuidade da Post-Crisis, pelo que Ares surge, uma vez mais, como um temível adversário para a heróica Wonder Woman.




Posted on segunda-feira, maio 29, 2017 by Ivo Silva

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