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terça-feira, 13 de setembro de 2022




Houve um tempo no qual Autobots e Decepticons (bem como outros robots "Transformers" bastante similares) partilharam a mesma editora (e no primeiro volume o mesmo universo) que as restantes personagens da Marvel. 

Tais tempos podem parecer surreais agora, mas de facto aconteceram e eu tive a oportunidade de os ler em primeira mão aquando da sua chegada às bancadas lusitanas. 

Ora são precisamente alguns desses momentos que vos irei apresentar agora mesmo. 

 

Spidey vs Megatron 


O nosso aranhiço favorito foi a primeira personagem do universo Marvel a encontrar-se com os robots espaciais nas páginas de Transformers #3 (Vol 1), corria o ano de 1985. 

Enviado por Joe Robertson, o editor do Daily Bugle, para cobrir uns misteriosos roubos numa central nuclear no estado de Oregon, Peter Parker, que na altura ainda vestia o seu uniforme negro (e alienígena), vai ver-se envolvido num confronto entre o exército norte-americano e alguns Decepticons. 

 

 

 

No meio estava um Autobot chamado Gears, ao qual Spider-Man se vai juntar, para resgatar Sparkplug Witwicky, um humano capturado pelos vilões. 

Enquanto Optimus Prime e os restantes Autobots enfrentam os Decepticons, Spidey e Gears esgueiram-se para o interior da fortaleza dos Decepticons, onde se deparam com Ravager, Soundwave e Megatron. 

Com a ajuda e distracção providenciadas pelo aranhiço, Gears consegue surpreender Ravager e Soundwave, resgatando o humano. 

Spidey prende Megatron na sua teia, que não aguenta o perigoso líder dos Decepticons por muito tempo. 

 

 

 

Libertando-se, o vilão tenta eliminar o trio, mas o melhor que consegue é abrir um buraco na parte inferior da base, proporcionando sem o desejar, a fuga das sua supostas presas. 

Contudo, o buraco conduz a uma ravina. Spidey consegue salvar o mecânico Sparkplug Witwicky, mas não evita que Gears caia para a sua destruição. 

Felizmente, este "falecimento" não será definitivo e Gears não tarda a estar novamente operacional. 

 

 

 

Décadas mais tarde, na mini-série New Avengers vs Transformers #1 (Vol 1, em 2007), o bom e velho aranhiço vai-se encontrar frente a frente, uma vez mais, com o poderoso líder dos Decepticons. 

Ao responder a um pedido de auxílio na Latvéria, os New Avengers vão entrar numa estranha estrutura tecnológica, quando Spidey é capturado pelo Decepticon Runabout. 

Megatron pretendia usar o sangue radiactivo do aranhiço* para fazer um power-up nos restantes Decepticons, ao mesmo tempo que usava uma das criações do Doctor Doom, a chamada Agression Wave, para levar a humanidade a aniquilar-se sozinha. 

Felizmente, os Autobots, fazendo team-up com o Doctor Doom, surgem para resolver a situação e conseguem, via um dispositivo criado pelo mesmo, impedir que os New Avengers sejam afectados pela Agression Wave (não antes do clássico confronto herói contra herói, é claro). 

Entretanto, alguns dos Decepticon estão a bombardear a nação vizinha da Latvéria, Symkarian, enquanto que outros atacam a força conjunta dos Avengers e dos Autobots. 

 

 

 

A batalha não corre muito bem devido ao aumento de poder experenciado pelos vilões. 

A luta só se equilibra com a chegada do Iron Man na sua novíssima Anti-Transformer armor. 

Entretanto, Ratchet, Prowl e Luke Cage conseguem entrar na base dos Decepticons, apenas para serem "surpresos" pela traição do Doctor Doom e capturados. 

Megatron, que pretendia usar estes reféns como uma forma de conseguir a rendição dos Avengers e dos Autobots, vê esse plano falhar, quando eles reiniciam o ataque à sua base. 

Culpando Doom pelo fracasso, este atraiçoa o monarca e decide enfrentar os heróis directamente. 

O número 4 desta mini vê Megatron enfrentar Iron Man e a sua nova armadura, num embate que se revela bastante curto, em virtude da rápida sobrecarga de energia que o herói sofre, e que o infelizmente incapacita. 

Entranto, Spidey consegue libertar-se graças ao auxílio inesperado do Doctor Doom (que faz a sua terceira turn nesta série). 

 


 

O aranhiço revela-se fundamental para a vitória sobre o líder dos Decepticons, ao usar o seu sangue (e o do Wolverine) para energizar Prowl e Ratchet. 

Os dois autobots, combinados com Optimus, Iron Man (na sua armadura normal), Miss Marvel (Carol Danvers) e o Captain America (a bordo de um Quinjet) atacam Megatron. 

Tudo isto enquanto Wolverine destrói a fonte da Agression Wave e coloca um ponto final no conflito. 

Curiosamente, no fim da mini é dado a entender que o quinjet usado pelos Avengers é de natureza cybertroniana. 

 

Alpha Flight vs "Macro-Man"

 

Estes robots combiners não são nem Autobots, nem Decepticons, ou mesmo alienígenas, contudo, têm características que os liga aos Transformers. 

Nomeadamente, a capacidade de combinarem num robot gigante, ao estilo do Devastator. 

Marcando a sua única aparição nas páginas de Alpha Flight #26 (Vol 1. de 1985), estes combiners devastaram a força aérea canadiana, antes de se encontrarem frente a frente com a Alpha Flight. 

 

 

 

Os robots conseguem ferir, ainda que não gravemente, Aurora, mas depressa se vêem em desvantagem contra o Guardian e a seu pulso electromagnético. 

Correndo risco de desactivação, os robots procedem ao chamado joint venture mode e combinam-se na forma de um mecha maior, apelidado por Box II (Walter Langkowski), de Macro-Man. 

 

 

 

Contudo, e apesar do aumento de poder de fogo, Macro-Man depressa sucumbe à combinação da magia de Talisman e Shaman com a força bruta de Box. 

Curiosamente, é então revelada que toda esta batalha não foi mais do que um mero teste e que o Macro-Man pertencia ao exército canadiano, que pretendia testar a sua eficácia em combate. 

 

Thor vs Dinodroids

 

Nas páginas de Avengers #295 (Vol 1, de 1988), um dos chamados Dinodroids, o mais perigoso deles, será enviado, de um futuro apocalíptico distante, para o presente da Terra 616, mais propriamente para as ruas de Washighton D.C. 

O Mechanisaurus, transportado pela mão da vilã Nebula II (Ravonna Renslayer), também conhecida nesta altura como Lady Kang, seria uma forma de tentar retirar Thor do tabuleiro e com isso conseguir dominar os restantes Avengers, via o Doctor Druid. 

O rasto de devastação que a criatura robótica deixa em Washighton é interrompida pela chegada do asgardiano, que depressa vê o perigo que esta criatura representa, chamando os outros Avengers via o comunicador. 

 

 

 

Todavia, e devido às manipulações psíquicas do Doctor Druid, o deus do trovão terá que travar esta contenda praticamente sozinho, uma vez que apenas um Black Knight, a sofrer da maldição de ébano, virá ao seu auxílio. 

O Mechanisaurus revela-se resistente à força bruta e aos trovões de Thor, mas não à espada mágica do Black Knight, que lhe acerta em cheio no crânio metálico. 

Fatalmente danificado, o Mechanisaurus, que em muito lembra o Dinobot Grimlock, cai num dos lagos da cidade, no qual se afunda para nunca mais ser visto novamente. 



 

*Nota: Não seria a primeira vez que um vilão usaria o sangue radiactivo do Spider-Man para os seus objectivos nefastos. O Radioactive Man fez-lo em Iron Man #234, Vol 1, em 1988.

 

 

 

Posted on terça-feira, setembro 13, 2022 by Ivo Silva

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terça-feira, 2 de novembro de 2021

Flashback




Gardner Monroe foi o primeiro individuo a usar esse nome de código. 
Uma criação de John Bryne, Flashback fez a sua estreia no primeiro número da Alpha Flight (Vol 1, de 1983), como parte da segunda equipa, a Beta Flight. 

Monroe era capaz de criar duplos temporais de si próprio, chamando versões futuras suas para ajudar nas missões em questão. Estes duplos surgiam sempre com o uniforme de cor invertida (o fato base de Monroe era preto e branco). 

Com a queda do Departamento H, que financiava a Alpha Flight, Monroe, junto com alguns elementos da terceira equipa, a Gama Flight, vai aceitar trabalhar para Jerome Jaxon, um homem que nutria um ódio insano pelo Guardian (líder da Alpha Flight). 




Como parte da Omega Flight de Jaxon, Flashback vai enfrentar o Guardian e a Alpha Flight, tendo uma participação indirecta na morte do primeiro. 




Após ter visto uma das suas versões futuras ser morta por um robot criado por Jeffries, Flashback vai fugir, percebendo que a sua morte seria iminente. 

Para evitar a morte violenta que o esperava, Flashback abandonou toda e qualquer actividade meta-humana, após o seu último encontro com a Alpha Flight, abandonando os Omega. 




Eventualmente, ele contacta a Alpha Flight para que esta o ajude a evitar que tal aconteça. 

O grupo, após muitas viagens temporais que resultam em futuros distópicos (o Canadá sobre o controle de um tirânico Guardian, as Américas assoladas por um exército de Box's, etc ...), conseguem salvar Monroe. 


Leituras Essenciais: 

Alpha Flight #11-12, Vol 1, de 1984 - Flashback junta-se à Omega Flight e participa na luta que termina com a morte do Guardian

Alpha Flight #26-28, Vol 1, de 1985 - Liderados pelo Dark Guardian, a Omega Flight volta a enfrentar a Alpha Flight. Flashback vê um dos seus duplos futuros morrer. 

Alpha Flight #8-12, Vol 3, de 2004/2005 - Viagem temporal para salvar a vida de Gardner. 



Gigantor




Um meta-humano com poderes e aparência física muito similar às de Erik Josten (a.k.a Goliath IV e Atlas), Gigantor, que retira o nome de um popular robot japonês, faz parte do exército do Império Francês, liderado por Bonaparte. 

Um dos muitos meta-humanos ao seu serviço, Gigantor fez a sua única aparição nas páginas de New Exiles #10 (Vol 1, de 2009). 

A personagem foi criada por Chris Claremont e Tom Grummett. Pertencente ao universo 80827, no qual os Impérios Britânicos e Franceses dominam a superfície e a Atlântida os oceanos. 

Um mundo onde o avanço tecnológico militar está estagnado nos séculos XVI e XVII. Gigantor enfrenta a Force-X (força de elite britânica) e os Exiles, sem sucesso.






Posted on terça-feira, novembro 02, 2021 by Ivo Silva

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terça-feira, 21 de maio de 2019





Também conhecido pela nomenclatura de Marvel Super Heroes in the War of Gems, este foi mais um jogo desenvolvido pela Capcom, baseado na popular saga da Marvel Comics dos anos 90, a Infinity Gauntlet. 

Para ser mais correcto, o jogo mistura elementos da história da sequela conhecida pelo termo de Infinity War. 

Nesta última, o vilão não é Thanos, mas antes Magus, que nada mais, nada menos é senão a contraparte maligna do benevolente herói cósmico Adam Warlock. 

Contudo, e com a mistura das storylines, War of Gems obriga-nos a ter que enfrentar Thanos também. 

Cabe então a um grupo de heróis, reunidos por Warlock, a tarefa de impedirem que tanto Magus, como Thanos se apoderem das joias do infinito e se sirvam das mesmas para se tornarem em deuses e semearem o caos no universo.


 


O rol de heróis é menor do que aquele que seria apresentado em Marvel Super Heroes, consistindo em apenas 5 heróis, nomeadamente: Spider-Man, Iron Man, Hulk, Wolverine e Captain America.

Lançado no continente europeu em 1996, em exclusivo para a SNES, War of Gems não é um jogo de luta como o Marvel Super Heroes, mas antes um beat'em up com muitos elementos de plataformas.

Como se sucede com outro título da Capcom da época (X-Men: Mutant Apocalypse),também aqui temos níveis mais adequados a esta ou aquela personagem.

Alguns exigem a capacidade de escalar de Wolverine e Spidey, ao passo que outros serão mais fáceis se recorrermos ao poder de voo do Iron Man. 

Em todos eles o objectivo é o contudo o mesmo. 

Derrotar todos os oponentes que nos forem surgindo pela frente e evitar as muitas armadilhas de forma a conseguirmos progredir no nível e alcançar o boss final do mesmo.


 


Num jogo no qual o contra-relógio é inexistente, War of Gems tem certos níveis onde o próprio design do mesmo acaba por funcionar como tempo limite. 

Falo do nível mais infame de War of Gems, o do Aquário.

Neste para além da nossa personagem ir progressivamente perdendo o ar (representado pela barra de energia que diminui vertiginosamente), temos que lidar com o facto da mesma, seja ela qual for, se mover em câmara lenta à la níveis de água dos velhinhos jogos do Sonic da Mega Drive. 

O jogo em si, embora não seja de todo longo, com seis níveis iniciais e um último final, está repleto de dificuldades que passam pelos múltiplos hazards e inimigos que os nossos heróis irão encontrar. 

Para além das plataformas colocadas em sítios inconvenientes, ou mesmo invisíveis como no Castelo Doom, temos ainda gases venenosos, múltiplos aparelhos de segurança e inúmeras paredes a travar o nosso progresso.


 


O rol de adversários, embora vá repetindo de longe a longe, é bastante fresco e busca inspiração no material de origem. 

Na categoria de adversários normais temos os Doombots, androides ao serviço do infame Doctor Doom, assim com Dopplegangers, criados por Magus, que representam outros heróis da Marvel, nomeadamente: Puck, She-Hulk, Vision, Iron Man, Wolverine, Daredevil, Hulk, Sasquatch, Thing, entre muitos outros.

Muitas destas versões malignas dos nossos aliados servirão ainda como bosses intermédios e finais de alguns dos níveis.

Para além destes temos ainda os grandes bosses do jogo na figura do Doctor Doom (que defrontaremos duas vezes), Blackheart, Magus e Nebula, uma espécie de aquecimento antes do verdadeiro boss final, Thanos.

Como em Marvel Super Heroes também aqui as joias desempenham um papel muito importante, ao permitirem-nos melhorar as nossas personagens ao usa-las. 

Se nos 4 níveis iniciais apenas podemos usar duas, isso muda com os três últimos níveis. 

O jogador pode, como em qualquer beat'em up servir-se ainda de itens de saúde existentes nos níveis como forma de restaurar a sua barra de energia se tal se mostrar necessário.


 


A música não poderia ser mais dinâmica e o visual é deveras atraente, embora o level design possa pecar por repetitivo. 

De todos os níveis apresentados, que levam as nossas personagens titulares aos quatro cantos do globo e mais além, o da Latvéria e o do Asteróide da Morte são os mais impressionantes para os fãs das comics.

As belas cutscenes ajudam também a estabelecer o ambiente, numa época em que as full motion ainda não eram assim tão comuns.

Dono de uma dificuldade mediana, o jogo depende muito da personagem escolhida. 

As melhores em termos gerais serão a dos dois Avengers. 

O Cap pelo seu escudo, que funciona como um projétil deveras eficaz, e pelo facto de ser o mais balanceado dos heróis em termos de força e agilidade. 

O Iron Man pela sua rapidez, duplo salto e poder de voo.


 


Com apenas um modo de jogo, War of Gems conta com uma curiosidade na figura de um nível treino no Avengers Compound, que tenta tornar o jogo num de luta ao estilo do seu irmão mais velho, o Marvel Super Heroes.

Em suma, War of Gems é um jogo interessante, que dá uma perspectiva diferente à história que é contada em Super Heroes na Saturn.








Posted on terça-feira, maio 21, 2019 by Ivo Silva

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015


     O Mundo das Comics é algo em constante mudança, nunca estagna. No Universo dos super-heróis as equipas são as mais passivéis de sentir essa tal mudança. Mudanças de 360º, algumas duradoiras, outras nem por isso. Deixo-vos com algumas dessas situações. Enjoy reading.




New X-Men : 

     Não estou a falar de uma nova revista, mas antes da equipa que viria substituir os X-Men originais na agora histórica edição de "Giant Size X-Men" nrº 1. 
Em 1975, a popularidade dos mutantes andava muito por baixo. Com a sua revista mensal cancelada, os X-Men passariam a fazer escassas aparições nas aventuras de outros heróis da editora. 
Tudo isso mudaria quando o argumentista Chris Claremont e o desenhador Len Wein tomaram as rédeas criativas da equipa. 

     Em Giant Size, os X-Men originais, mais os novos integrantes Havok e Polaris, mas sem Beast, que nesta altura já havia ingressado nos Avengers, vão acabar aprisionados numa ilha, situada no sudoeste asiático, enquanto investigavam uma misteriosa energia mutante. 
Deles, apenas Cyclops irá regressar para junto de Professor X e irá fazê-lo transportando consigo informações aterradoras. A energia mutante que procuravam era, nada mais, nada menos que a própria ilha, Krakoa. 
Esta alimentava-se da força vital de outros mutantes, daí ter atraído os X-Men. 




     De imediato, Professor X activa um antigo plano de contingência e inicia o recrutamento de novos membros para os X-Men. De uma aldeia supersticiosa na Alemanha, traz Nightcrawler. 
Das pradarias quenianas, a bela Storm. Dos deserto americano vem o indío Thunderbird e das colectividades agrícolas da URSS, o jovem Colossus. Sunfire vem do luxuriante Japão, enquanto que Banshee traz consigo o espírito combativo da Irlanda. 
O último integrante dispensa apresentações nos dias que correm e, por esta altura já havia tido um feroz confronto com um certo Golias Verde...falo-vos do canadiano Wolverine.

      Com esta nova equipa de X-Men, liderada por Cyclops, Professor X consegue libertar os outros aprisionados pela monstruosa ilha, que acaba sendo projectada para o espaço sideral, através do esforço combinado de Cyclops, Havok, Polaris e Storm. 
Giant Size X-Men funcionou como uma passagem de testemunho pois, com excepcção de Jean Grey, os restantes X-Men originais vão abandonar a equipa, deixando-a entregue nas mãos bastante capazes destes recém-chegados.


Cap's Kooky Quartet :





     Após terem perdido o Hulk, no segundo número de Avengers, em 1963, a mais poderosa equipa da Marvel conheceria o seu primeiro desmembramento efectivo no número 16. 
Iron Man, Thor, Wasp e Giant-Man, todos eles com as suas próprias vidas pessoais, decidem que não têm mais tempo para ser Avengers e abandonam o barco, deixando um solitário Steve Rogers com a árdua tarefa de reconstruir a equipa. 

     Ora, é exactamente isso que Steve faz.
Alistando três ex-vilões, Hawkeye, Quicksilver e Scarlet Witch, Steve reune o que passaria a ser conhecido com "Cap's Kooky Quartet". 
Os Novos Avengers depressa vão ganhar a confiança do público, após triunfos diante de Dr Doom e Swordsman. 
A formação de quatro Avengers vai ser curta, todavia, pois Giant-Man, agora com um novo alias (Goliath) e Wasp depressa irão reingressar na equipa.




Uma Nova Alpha Flight: 



     Esta equipa de heróis 100% canadianos foi introduzida nas página de Uncanny X-Men, durante a década de 70, do século XX. 
A sua improvável popularidade fez com que ganhassem uma série própria. Todavia, com o passar dos anos repletas de storylines mais fracas do que as da fornada original, Alpha Flight acabaria por ver a sua revista mensal cancelada e passaria a cingir-se a mera aparições nas páginas de X-Men, Avengers ou Wolverine. 
Foi então, e depois de uma primeira tentativa frustrada no final da década de 90, que a Marvel resolveu tentar novamente. Surge nas bancas Alpha Flight nrº1, vol 3, em 2004. 





     Esta nova formação é reunida por um dos membros fundadores da equipa original, Sasquatch, para parar uma invasão alienígena por parte da raça guerreira dos Poldex. 
A nova formação era constituída por a nihilista Nemesis, Puck (a filha do primeiro Puck), Major Mapleleaf e o seu cavalo Thunder, o velho Centennial e o aborígena Yukon Jack.
 Com uma equipa feita de membros, na sua maioria, contrafeitos, a nova Alpha Flight salva o Canadá (e talvez, quem sabe, o Mundo) e resgata a formação que a antecedeu.


Que acharam do artigo?
Querem mais coisas deste género?

Escrito por Ivo Silva





Posted on quinta-feira, janeiro 15, 2015 by Ivo Silva

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